sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Cineclube Mocamba realiza apresentações da Mostra Yemanjá em Uruçuca e Itabuna

Dando continuidade a programação da 3ª Bienal da Bahia o Cineclube Mocamba realizou duas apresentações da Mostra Yemanjá nos municípios de Uruçuca e Itabuna. Em Uruçuca a apresentação aconteceu no dia 02 de agosto em Serra Grande, distrito de Uruçuca, no espaço Box - Estrutura de Arte e Gastronomia e contou com a presença de pessoas da comunidade e e do cantor e compositor Itabunense Ebanno.
Agradecemos o apoio de toda equipe do Box- Estrutura de Arte e Gastronomia na organização do evento em Serra Grande.
Em Itabuna a apresentação aconteceu no Teatro Zélia Lessa no dia 07 de agosto e contou com a participação de pessoas de vários bairros de Itabuna, artistas itabunenses como as atrizes Eva lima e Elaine Bela Vista, o Mestre de bateria Sabará, o produtor e diretor de cinema Carlos Shintomi. Também participaram cerca de 50 alunos do 3º ano do Colégio da Polícia Militar (CPM Itabuna), articulados pelo Prof. de História, Elbert Almeida. O filme exibido nas duas apresentações foi FUTURO DO PRETÉRITO: TROPICALISMO NOW! dos diretores Ninho Moraes e Francisco César Filho.
Após a exibição do filme fomos abrilhantado com um bom e agradável debate, mediado por Cláudio Lyrio do cineclube Mocamba e contou com a participação de diversas pessoas que puderam expressar seus sentimentos, experiências, vivências e percepções a respeito do tema abordado. Nomes como Tom Zé foram lembrados. O desafio de alimentar o espírito tropicalista em Itabuna foi lançado para juventude presente.
Segundo o prof. Elbert Almeida, "a atividade cineclubista possibilita aos alunos e a população em geral outra forma de acesso a sétima arte, pois apresenta audiovisuais que não são veiculados nos cinemas 'blockbuster' e pela grande mídia, além de proporcionar um debate sobre o tema ou a obra em questão". O professor acredita que o tema do filme contribuiu para ampliar os conhecimentos estudados em sala com os seus alunos, "estamos discutindo em sala de aula a história contemporânea, exatamente o período apresentado no filme 'Futuro do pretérito: tropicalismo now!', o tropicalismo foi um movimento cultural do fim dos anos 1960, que canalizou todo progresso artístico-cultural dos anos 1950 e da década de 60 e rompeu as barreiras, impactando de forma significativa os padrões da época. Foi o grito de uma geração, naquele momento, para o presente e um posicionamento para o futuro", "somos os filhos da Chiquita Bacana". 
 A produção dessa atividade ficou a cargo da OCA e Cineclube Mocamba e contou com o apoio local na articulação do Grupo Afro Encantarte, Cineclube Encantarte, ACATE, Cineclube Mario Gusmão, ACAI Ponto de Cultura e Teatro Zélia Lessa.
Agradecemos a todos e todas as pessoas que prestigiaram o evento em especial aos alunos do CPM/Itabuna,  ACATE , CineClube Mario Gusmão e Cineclube Encantarte.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Justiça de São Paulo impede show de banda pernambucana


O grupo pernambucano Coisa Nostra (que antes era a banda Babi Jaques e Os Sicilianos) foi impedido por uma decisão judicial de se apresentar no fim de semana em um festival no interior de São Paulo. Tudo porque o juiz disse que a banda tocava rock e que fazia barulho (!!!). O grupo devia ter se apresentado na noite da sexta-feira passada, mas, à tarde, a prefeitura de Amparo recebeu a ordem judicial impedindo a apresentação no festival de inverno da cidade.

“Se comparados às demais apresentações musicais serão os que, sem dúvida, em razão dos ruídos provocados (…) ocasionarão maior perturbação à tranquilidade dos circunvizinhos”, diz trecho do documento, que também proibiu o show da banda Calango Brabo.

No documento o juiz de Direito da 1ª Vara de Amparo, Fernando Leonardi Campanella, afirma que foram realizados medições de ruídos em algumas residências próximas à Praça Pádua Salles, onde aconteceu o festival. Um site da região, o R1, informa que “moradores já haviam procurado o Ministério Público (MP) reclamando do barulho que as atrações provocam e até um abaixo-assinado foi elaborado e entregue ao MP. Segundo informações os moradores reclamam especificamente dos shows de rock, onde alegam que “perturbam a tranquilidade” de seus lares.”
Ontem, o grupo Coisa Nostra divulgou uma nota sobre o caso:

“É com pesar que informamos que o show da trupe Coisa Nostra (PE) no Festival de Inverno de Amparo – SP foi cancelado por meio de uma ordem judicial, devido a uma censura ao gênero Rock.

Pra quem ainda não assistiu o espetáculo, nomeado também Coisa Nostra, ele envolve várias linguagens, a música é apenas um horizonte de sua paleta de cores. O grupo propõe um trabalho com teatro, artes visuais, audiovisual, gibis e performances em geral. Seu trabalho com a música vai além de um gênero específico, pode-se encontrar tantos ritmos que os integrantes têm dificuldade em listar. Isso acontecia até mesmo quando o grupo se configurava apenas como uma banda, chamada Babi Jaques e Os Sicilianos.

Atualmente, Coisa Nostra se configura como um grupo de artistas ou um grupo de artes integradas, não há como desassociar uma linguagem da outra, está tudo conectado. O grupo propõe uma experiência estética sonora, visual e corporal. Por questões burocráticas, o Festival de Inverno enquadrou o show/espetáculo Coisa Nostra em “rock”, a partir deste direcionamento surgiram os problemas.

A ordem judicial explica que o gênero “rock” incita um barulho que ultrapassaria o limite possível, ocasionando uma poluição sonora comparada com as demais apresentações no evento. Assim, a liminar cancelou a realização de dois shows, do grupo Coisa Nostra (PE) e da Banda Calango Bravo (SP) que apresenta uma fusão de ritmos regionais brasileiros com rock. As demais apresentações previstas nos três palcos do evento, localizados inclusive na mesma praça, aconteceram sem problemas.

Além deste desconforto, ficam outras inquietações. O que é o rock? A poluição sonora ocasiona-se a partir de um gênero? O que se propõe com a realização de um festival em uma cidade? O que é a diversidade cultural?

Como bem disse a artista amparense Elisa Canola: “perdemos a chance do encontro, de pensar o contemporâneo, de viver a experiência com o outro, o diferente”. Canola participa do espetáculo por meio de um vídeo-dança com o seu personagem “Pinguço”. No dia do show, a artista também participaria do espetáculo pela primeira vez com sua performance.

Triste com o acontecimento, porém a caminhada da trupe continua com a certeza de que tal fato não a estaciona e sim, potencializa. Que venham os próximos festivais!!”
 

Rede Social
Em seu Facebook, a Banda Coisa Nostra, se mostrou indignada com tal determinação, leia o desabafo na íntegra:

COISA NOSTRA CENSURADA

No último día 1 de agosto, sexta-feira, nós que fazemos a Coisa Nostra, uma trupe mambembe de artistas, sofremos um dos mais graves atentados a nossa arte e a nossa liberdade.

Após mais de 4 horas de montagem dos nossos equipamentos e cenários para a apresentação de nosso espetáculo na cidade de Amparo, no interior de São Paulo, fomos surpreendidos com a proibição da nossa apresentação no lendário palco da Rádio Cultura, na Praça Pádua Salles, dentro da programação XIV Festival de Inverno de Amparo. O show aconteceria as 19h.

Através de um MANDADO DE AÇÃO LIMINAR/TUTELA ANTECIPADA expedida pelo Juíz de Direito da 1a Vara do Foro de Amparo, Dr. Fernando Leonardi Campanella, ficou proibido todos os shows do gênero “ROCK” no Festival. Segundo o Juíz, é sabedor que as apresentações deste gênero “…são os que mais pertubam a tranquilidade…”. Vale salientar que as demais atrações do evento se apresentaram, sem problemas, em três palcos localizados na mesma praça. Parte delas em um palco com uma estrutura de som muito maior do que aquele que abrigaria nossa apresentação.

Pra quem ainda não assistiu, o espetáculo Coisa Nostra envolve várias linguagens, a música é apenas um horizonte de sua paleta de cores. Propomos um trabalho com teatro, artes visuais, audiovisual e performances em geral. Nosso trabalho com a música vai além de um gênero específico, pode-se encontrar tantas manifestações musicais representadas neste trabalho, que fica dificil até de lista-las.

Atualmente, Coisa Nostra se configura como um grupo de artistas ou um grupo de artes integradas, não há como desassociar uma linguagem da outra, está tudo conectado. O grupo propõe uma experiência estética sonora, visual e corporal. Por questões burocráticas, o Festival enquadrou o show/espetáculo Coisa Nostra em “rock”. E independente do enquadramento que leve qualquer qualquer grupo musical, nada justifica suspender dessa maneira uma apresentação alegando o motivo de um ritmo ou estilo. Se o problema se refere a altura excessiva, esse incômodo pode ser causado por qualquer expressão sonora.

Além deste desconforto, ficam inquietações. O que é o rock? A poluição sonora ocasiona-se a partir de um gênero? O que se propõe com a realização de um festival em uma cidade? O que é a diversidade cultural? E por fim, quem foram os técnicos responsáveis por classificar que nosso espetáculo pertubariam mais a tranquilidade alheia?
 
Comentários do blog:
O cineclube Mocamba é solidário a Coisa Nostra. Apoiamos, sim, a expressão livre da cultura brasileira. Infelizmente, nos dias de hoje, ainda nos deparamos com atitudes arbitrária, apoiadas pelo judiciário, no sentido de impedir a livre expressão da cultura em nosso país. Vivemos numa sociedade hipócrita onde a vontade da minoria sobressai sobre a maioria. Onde o padrão estético e de comportamento é definido pela televisão. Onde a cultura é enlatada igual sardinha.
 
Viva a cultura popular!
Viva ao poeta!
Viva ao músico!
Viva a alegria!
Viva ao rock nacional!
Viva a livre expressão da cultura!
Viva a criação!
 
Vamos que vamos...não deixem a peteca cair. Estamos com vcs, sempre. Quando vamos ter o privilégio de assistir vcs novamente aqui na Bahia? vamos agendar urgentemente pra tirar essa zica.
 
Apoio:

Banda Coisa Nosta lança gibi e dois audiovisuais da micro série "A coisa Nostra"


A banda Coisa Nosta, antiga “Babi Jaques e Os Sicilianos”, lança seu gibi e dois episódios da micro série "A coisa Nosta". O gibi conta com ilustrações do menino Well e mostra o cotidiano de Nostife. Para acessar o gibi acesse aqui: http://www.coisanostra.com/#!gibi/c7n7

 Micro série "A coisa Nosta"
 A Coisa Nostra" é uma micro-série de vídeos que tem o intuito de apresentar aos seres de todas as partes, a ilha de Nostrife. Através de um passeio pela tradicional música Nostrifense, o público poderá conhecer cenários e histórias desta fantástica ilha, que trafega pelo mundo sendo transportada por alguns de seus habitantes, uma trupe conhecida por Coisa Nostra. Abrindo as portas de suas casas, Babi, Lasserre, Well e Baros, convidam todos a ligarem suas antenas mentais e adentrarem neste universo peculiar.

No segundo episódio, interpretando a canção Senso Nu, apresentamos Nostrife Velho, moradia do Véi Lasserre e principal testemunha do poder que possui o tempo, seu principal aliado e inimigo.

A Coisa Nostra - Episódio II: A casa do velho Lasserre 
No terceiro episódio, interpretando "Pra quem diz que eu não trabalho", apresentamos a perigosa e afastada região de Nostrife, chamada "Tal tal tal". Um ambiente faroeste-sertão que é moradia do menino Well, com seus projetos paralelos e sonhos hollywoodianos.

"Apresentando a Coisa Nostra" é dirigida pelo Poeta e Cineasta Wilson Freire e foi produzida pela Coisa Nostra Produções em parceria com a Candiero Produções Audiovisuais e com André Macambira da produtora Vagalume.

Episódio 3: A Coisa Nostra em Tal Tal Tal (Pra quem diz que eu não trabalho)
Coisa Nostra é um grupo de artistas mambembes, formado por músicos, atores e artesãos, com o intuito de convergir música com teatro, cinema e outras artes visuais. Surgiu em Recife - PE, inicialmente denominado “Babi Jaques e Os Sicilianos”, com intuito de imergir o espectador em um mundo fantástico e transmitir suas mensagens através das mais distintas artes.
Coisa Nostra apresenta nos palcos uma realidade paralela, onde os músicos são personagens que vivem em uma ilha fantástica que se move pelo mundo, chamada Nostrife, envolvida por um contexto surreal que envolve o antigo e o contemporâneo simultaneamente. 
 Seu espetáculo homônimo possui uma grande influência de obras de Tim Burton, Quentin Tarantino, David Lynch, Fellini, Martin Scorsese, Buster Keaton, Charles Chaplin, Tom Zé, Jack White, Tom Waitts, Elis Regina, Secos e Molhados e Bjork. A apresentação chama atenção pela convergência da música com encenações, performance, indumentária, cenário, projeções e iluminação garantindo o passaporte do público para a realidade fantástica de Nostrife. Musicalmente apresentam a proposta de criar trilhas sonoras para as letras, causando múltiplas sensações através do som.
Coisa Nostra surgiu em 2009 em Recife, PE inicialmente chamado de “Babi Jaques e Os Sicilianos” e desde então circulou de forma independente as cinco regiões brasileiras, passando por 18 estados em mais de 60 cidades, além de 5 shows no Uruguai e 2 na Argentina, 1 na França, além de produções audiovisuais na Itália e Suíça. Nessa caminhada conquistaram 16. Uma dessa conquistas teve como prêmio a gravação do disco. Em virtude disso, em Abril de 2013, no afamado festival Abril Pro Rock, lançaram “Coisa Nostra”, o primeiro disco oficial. No final de 2013, o disco entrou em lista dos melhores álbuns lançados no ano, bem como foi citado no ranking de melhor música do ano com a autoral “Palavras” no portal musical Na Mira do Groove. “Coisa Nostra” busca reunir sonoramente o que esses nostrifenses absorveram em intensos anos de estrada, deixando e levando um pouco da cultura de cada região em que passaram. Antes de “Coisa Nostra”, participaram de coletâneas nacionais, compuseram trilhas sonoras para filmes e lançaram e produziram um documentário chamado “Sabe lá o que é isso” investigando as transformações do frevo, que culminou no single da releitura do “Hino de Batutas de São José”, que a banda interpreta com o Maestro Spok. 

Assista também: 

 A Coisa Nostra - Episódio I: Na mansão dos Córdulas

Documentário "Sabe Lá O Que É Isso? (2012)
 https://www.youtube.com/watch?v=nu7Pg_z9DTI&list=UUAO_IabJxZ-7h3qaFHxjeqA

Babi Jaques e Os Sicilianos #WebFestValda 2012
https://www.youtube.com/watch?v=Ns0o0QXLPds


 Coisa Nostra no SESC Vila Mariana 
 https://www.youtube.com/watch?v=-COVcTcKj2g&list=UUAO_IabJxZ-7h3qaFHxjeqA

Mais informações:  http://www.coisanostra.com/

Gostou e quer fazer um show  da Banda Coisa Nostra em sua cidade? Entre em contato conosco:
Tel. (73) 8832 2215
chlyrio@yahoo.com.br
Falar com Cláudio Lyrio

CURTA 5 FESTIVAL DE CURTAS DO IFBA / 2014 Inscrições Abertas

Estão abertas as inscrições para o Festival de Curtas Metragens do IFBA - Curta 5. Quem quiser participar as inscrições vão de 16 de junho a 22 de agosto. A mostra acontecerá nos meses de setembro a outubro nas cidades de Eunápolis, Ilhéus, Itabela e Vitoria da Conquista.

O Curta 5 – Festival de Curtas do IFBA foi criado em 2010, no Campus Eunápolis, com o objetivo de incentivar e promover novos talentos na área cinematográfica e estimular o desenvolvimento e a produção audiovisual de cunho educativo e cultural, aberto à comunidade, possibilitando a criação, reflexão e difusão do cinema “amador” com a participação da sociedade, roteiristas, cineastas e pesquisadores do audiovisual e da Educação.

O desafio é a produção de um vídeo de até 05 minutos com o tema livre.

O Curta 5 cria um espaço destinado à produção digital, enquanto expressão artística, educativa, cultural e científica, pretendendo a formação de pessoas interessadas em compartilhar experiências, contribuindo para criar, entre os estudantes, uma mentalidade de produção artística para além dos limites dos conteúdos programáticos exigidos pelas disciplinas. Configurando-se em espaço aberto à comunidade, o Festival vem congregando estudantes, artistas, cineastas, arte-educadores e profissionais de áreas correlatas.

Destina-se também à comunidade leiga, interessada em arte gráfica e digital e desejosa de uma experiência estética concreta.

TEMA
Livre

CATEGORIAS EM COMPETIÇÃO
• JUVENIL 1 - Nessa categoria, poderão se inscrever os alunos regularmente matriculados no ensino fundamental I ou no ensino fundamental II das escolas públicas e privadas;

• JUVENIL 2 - Nessa categoria, poderão se inscrever os alunos regularmente matriculados no ensino médio ou no ensino médio técnico integrado das escolas públicas e privadas;

• VIDEOCLIPE - Nessa categoria, poderão se inscrever os alunos regularmente matriculados no ensino fundamental I, ensino fundamental II, ensino médio ou ensino médio técnico integrado ou no ensino superior das escolas/instituições públicas e privadas;

• UNIVERSITÁRIA - Nessa categoria, poderão se inscrever os alunos regularmente matriculados no ensino superior das instituições públicas e privadas;

Observação: Todos os curtas deverão ter classificação livre. Cada equipe pode inscrever até 02 (dois) filmes/vídeos.

Regulamento aqui: http://www.curta5.com/regulamento.php

Baixe a ficha de inscrição aqui: http://www.curta5.com/pdf/fichainscricao2014.pdf

Maia informações em: http://www.curta5.com/index.php

                                   

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

ÉBANNO LANÇA SEU NOVO CD "MINHA MÚSICA" EM ITABUNA

Ébanno, cantor e compositor baiano, promoveu ontem, quinta-feira (31) no Teatro Zélia Lessa, o show de lançamento do seu mais novo cd, “Minha Música”. Quem compareceu teve a imensa oportunidade de ver seu repertório. Ele interpretou algumas canções próprias como: A água do rio, Bem eu ti vi cantar e sua música de trabalho que leva o nome do CD "Minha Música", além de canções de outros compositores da música popular brasileira. Usando uma linguagem simples que fala da realidade atual, toca no coração, nosso amado Ébanno, grapiúna na essência cantou e encantou a todos os presentes. 

O Cineclube Mocamba esteve presente e apoia o evento.

Hoje tem nova apresentação, a partir das 19:30. no Teatro Zélia Lessa, sempre às 19hs.

Os ingressos estão sendo vendidos à R$10 e R$15, sendo que o segundo valor dá direito à aquisição do cd. Tanto o show, quanto a gravação do cd contaram com o apoio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC). Para maiores informações, o cantor disponibiliza o número de telefone (73) 8865 6297.

Venha participe e prestigie a verdadeira cultura de nossa região.

Veja algumas imagens do Show de ontem no olhar de Cláudio Lyrio:

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