terça-feira, 5 de agosto de 2014

Banda Coisa Nosta lança gibi e dois audiovisuais da micro série "A coisa Nostra"


A banda Coisa Nosta, antiga “Babi Jaques e Os Sicilianos”, lança seu gibi e dois episódios da micro série "A coisa Nosta". O gibi conta com ilustrações do menino Well e mostra o cotidiano de Nostife. Para acessar o gibi acesse aqui: http://www.coisanostra.com/#!gibi/c7n7

 Micro série "A coisa Nosta"
 A Coisa Nostra" é uma micro-série de vídeos que tem o intuito de apresentar aos seres de todas as partes, a ilha de Nostrife. Através de um passeio pela tradicional música Nostrifense, o público poderá conhecer cenários e histórias desta fantástica ilha, que trafega pelo mundo sendo transportada por alguns de seus habitantes, uma trupe conhecida por Coisa Nostra. Abrindo as portas de suas casas, Babi, Lasserre, Well e Baros, convidam todos a ligarem suas antenas mentais e adentrarem neste universo peculiar.

No segundo episódio, interpretando a canção Senso Nu, apresentamos Nostrife Velho, moradia do Véi Lasserre e principal testemunha do poder que possui o tempo, seu principal aliado e inimigo.

A Coisa Nostra - Episódio II: A casa do velho Lasserre 
No terceiro episódio, interpretando "Pra quem diz que eu não trabalho", apresentamos a perigosa e afastada região de Nostrife, chamada "Tal tal tal". Um ambiente faroeste-sertão que é moradia do menino Well, com seus projetos paralelos e sonhos hollywoodianos.

"Apresentando a Coisa Nostra" é dirigida pelo Poeta e Cineasta Wilson Freire e foi produzida pela Coisa Nostra Produções em parceria com a Candiero Produções Audiovisuais e com André Macambira da produtora Vagalume.

Episódio 3: A Coisa Nostra em Tal Tal Tal (Pra quem diz que eu não trabalho)
Coisa Nostra é um grupo de artistas mambembes, formado por músicos, atores e artesãos, com o intuito de convergir música com teatro, cinema e outras artes visuais. Surgiu em Recife - PE, inicialmente denominado “Babi Jaques e Os Sicilianos”, com intuito de imergir o espectador em um mundo fantástico e transmitir suas mensagens através das mais distintas artes.
Coisa Nostra apresenta nos palcos uma realidade paralela, onde os músicos são personagens que vivem em uma ilha fantástica que se move pelo mundo, chamada Nostrife, envolvida por um contexto surreal que envolve o antigo e o contemporâneo simultaneamente. 
 Seu espetáculo homônimo possui uma grande influência de obras de Tim Burton, Quentin Tarantino, David Lynch, Fellini, Martin Scorsese, Buster Keaton, Charles Chaplin, Tom Zé, Jack White, Tom Waitts, Elis Regina, Secos e Molhados e Bjork. A apresentação chama atenção pela convergência da música com encenações, performance, indumentária, cenário, projeções e iluminação garantindo o passaporte do público para a realidade fantástica de Nostrife. Musicalmente apresentam a proposta de criar trilhas sonoras para as letras, causando múltiplas sensações através do som.
Coisa Nostra surgiu em 2009 em Recife, PE inicialmente chamado de “Babi Jaques e Os Sicilianos” e desde então circulou de forma independente as cinco regiões brasileiras, passando por 18 estados em mais de 60 cidades, além de 5 shows no Uruguai e 2 na Argentina, 1 na França, além de produções audiovisuais na Itália e Suíça. Nessa caminhada conquistaram 16. Uma dessa conquistas teve como prêmio a gravação do disco. Em virtude disso, em Abril de 2013, no afamado festival Abril Pro Rock, lançaram “Coisa Nostra”, o primeiro disco oficial. No final de 2013, o disco entrou em lista dos melhores álbuns lançados no ano, bem como foi citado no ranking de melhor música do ano com a autoral “Palavras” no portal musical Na Mira do Groove. “Coisa Nostra” busca reunir sonoramente o que esses nostrifenses absorveram em intensos anos de estrada, deixando e levando um pouco da cultura de cada região em que passaram. Antes de “Coisa Nostra”, participaram de coletâneas nacionais, compuseram trilhas sonoras para filmes e lançaram e produziram um documentário chamado “Sabe lá o que é isso” investigando as transformações do frevo, que culminou no single da releitura do “Hino de Batutas de São José”, que a banda interpreta com o Maestro Spok. 

Assista também: 

 A Coisa Nostra - Episódio I: Na mansão dos Córdulas

Documentário "Sabe Lá O Que É Isso? (2012)
 https://www.youtube.com/watch?v=nu7Pg_z9DTI&list=UUAO_IabJxZ-7h3qaFHxjeqA

Babi Jaques e Os Sicilianos #WebFestValda 2012
https://www.youtube.com/watch?v=Ns0o0QXLPds


 Coisa Nostra no SESC Vila Mariana 
 https://www.youtube.com/watch?v=-COVcTcKj2g&list=UUAO_IabJxZ-7h3qaFHxjeqA

Mais informações:  http://www.coisanostra.com/

Gostou e quer fazer um show  da Banda Coisa Nostra em sua cidade? Entre em contato conosco:
Tel. (73) 8832 2215
chlyrio@yahoo.com.br
Falar com Cláudio Lyrio

CURTA 5 FESTIVAL DE CURTAS DO IFBA / 2014 Inscrições Abertas

Estão abertas as inscrições para o Festival de Curtas Metragens do IFBA - Curta 5. Quem quiser participar as inscrições vão de 16 de junho a 22 de agosto. A mostra acontecerá nos meses de setembro a outubro nas cidades de Eunápolis, Ilhéus, Itabela e Vitoria da Conquista.

O Curta 5 – Festival de Curtas do IFBA foi criado em 2010, no Campus Eunápolis, com o objetivo de incentivar e promover novos talentos na área cinematográfica e estimular o desenvolvimento e a produção audiovisual de cunho educativo e cultural, aberto à comunidade, possibilitando a criação, reflexão e difusão do cinema “amador” com a participação da sociedade, roteiristas, cineastas e pesquisadores do audiovisual e da Educação.

O desafio é a produção de um vídeo de até 05 minutos com o tema livre.

O Curta 5 cria um espaço destinado à produção digital, enquanto expressão artística, educativa, cultural e científica, pretendendo a formação de pessoas interessadas em compartilhar experiências, contribuindo para criar, entre os estudantes, uma mentalidade de produção artística para além dos limites dos conteúdos programáticos exigidos pelas disciplinas. Configurando-se em espaço aberto à comunidade, o Festival vem congregando estudantes, artistas, cineastas, arte-educadores e profissionais de áreas correlatas.

Destina-se também à comunidade leiga, interessada em arte gráfica e digital e desejosa de uma experiência estética concreta.

TEMA
Livre

CATEGORIAS EM COMPETIÇÃO
• JUVENIL 1 - Nessa categoria, poderão se inscrever os alunos regularmente matriculados no ensino fundamental I ou no ensino fundamental II das escolas públicas e privadas;

• JUVENIL 2 - Nessa categoria, poderão se inscrever os alunos regularmente matriculados no ensino médio ou no ensino médio técnico integrado das escolas públicas e privadas;

• VIDEOCLIPE - Nessa categoria, poderão se inscrever os alunos regularmente matriculados no ensino fundamental I, ensino fundamental II, ensino médio ou ensino médio técnico integrado ou no ensino superior das escolas/instituições públicas e privadas;

• UNIVERSITÁRIA - Nessa categoria, poderão se inscrever os alunos regularmente matriculados no ensino superior das instituições públicas e privadas;

Observação: Todos os curtas deverão ter classificação livre. Cada equipe pode inscrever até 02 (dois) filmes/vídeos.

Regulamento aqui: http://www.curta5.com/regulamento.php

Baixe a ficha de inscrição aqui: http://www.curta5.com/pdf/fichainscricao2014.pdf

Maia informações em: http://www.curta5.com/index.php

                                   

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

ÉBANNO LANÇA SEU NOVO CD "MINHA MÚSICA" EM ITABUNA

Ébanno, cantor e compositor baiano, promoveu ontem, quinta-feira (31) no Teatro Zélia Lessa, o show de lançamento do seu mais novo cd, “Minha Música”. Quem compareceu teve a imensa oportunidade de ver seu repertório. Ele interpretou algumas canções próprias como: A água do rio, Bem eu ti vi cantar e sua música de trabalho que leva o nome do CD "Minha Música", além de canções de outros compositores da música popular brasileira. Usando uma linguagem simples que fala da realidade atual, toca no coração, nosso amado Ébanno, grapiúna na essência cantou e encantou a todos os presentes. 

O Cineclube Mocamba esteve presente e apoia o evento.

Hoje tem nova apresentação, a partir das 19:30. no Teatro Zélia Lessa, sempre às 19hs.

Os ingressos estão sendo vendidos à R$10 e R$15, sendo que o segundo valor dá direito à aquisição do cd. Tanto o show, quanto a gravação do cd contaram com o apoio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC). Para maiores informações, o cantor disponibiliza o número de telefone (73) 8865 6297.

Venha participe e prestigie a verdadeira cultura de nossa região.

Veja algumas imagens do Show de ontem no olhar de Cláudio Lyrio:

Apoio:

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Mostra cinematográfica retrata o nordeste e valoriza cineclubes da Bahia

A atividade integra a programação da 3ª Bienal da Bahia, reunindo filmes nacionais e internacionais relacionados ao tema central, “É Tudo Nordeste?”

Espaços culturais da capital baiana e do interior estão na programação do Cinema Yemanjá – Mostra de Cinema da 3ª Bienal da Bahia. A mostra reúne filmes nacionais e internacionais divididos pelos temas propostos pelo projeto curatorial do evento. O público tem acesso gratuito à programação, que se estenderá ao longo da duração da bienal, com datas e horários diferenciados por cidade. A Bienal é uma realização da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia/ SecultBA.

As produções circularão em diferentes espaços e com mediação de cineclubistas de cada cidade/centro cultural. A ideia é valorizar o trabalho dos cineclubes, que existem na Bahia desde os anos 1950 sempre com a proposta de formação de plateia e de estímulo ao senso crítico do público em relação à arte cinematográfica.

Em Salvador, as exibições ocorrem nos cineclubes Vila (Teatro Vila Velha), Sereia (Alto da Sereia, Rio Vermelho), Reprotai (Centro Cultural Alagados), Urubucine (Parque São Bartolomeu) e Clã Periférico (Bairro da Paz). No interior, a programação acontece nas cidades de Jacobina (Cineclube Payayá) , Rio de Contas (Espaço Imaginário), Cachoeira (Cineclube Mário Gusmão), Itabuna (Cineclube Mocamba), Heliópolis (Cineclube Filhos do Sol), Itajuípe (Cineclube AFAI), Itaparica (Cineclube Oficina das Artes), Cairu (Cineclube Cine Mais Saber), Caravelas (Cineclube Professor Ralile), Itapetinga (Difusão Cineclube Itapetinga), Mar Grande (Cine Manga Rosa), Vitória da Conquista (Cineclube Janela Indiscreta) e Poções (Cineclube Tela em transe).
Programação/informações detalhadas:
 
http://bienaldabahia2014.com.br/wp/programacao-segunda-temporada/

Confira a programação do CINEMA YEMANJÁ:

1. Cineclube Vila
Exibição dos filmes The ballad of genesis and Lady Jaye (04.08), Os Residentes e Cuba (01.09), Une Odyssée Africaine (06.10)
Cabaré do Teatro Vila Velha
Av. Sete de Setembro, Passeio Público – Campo Grande
Horário: 19h

2. Cineclube do Imaginário
Exibição dos filmes As Hiper Mulheres (19/07), Nenette (02/08) e Boi Aruá (16/08)
Museu do Objeto Imaginário
Rua Gregório de Mattos, 13, 2º andar – Pelourinho
Horário: 16h

3. Cine Sereia
Exibição dos filmes Os três inventores (17/07), O Ladrão de Pára-raios (17/07), O Pequeno Circo de Todas as Cores (24/07), Os Caramujos (24/07), Um Coração para Emergências (24/07), Port’ e as Filhas das Águas (14/08) e Tudo bem, Tudo bem (14/08). Rua Alto da Sereia, 02, 3º andar – Rio Vermelho
Horário: 19h

4. Cineclube REPROTAI
Exibição dos filmes Capitães de Areia (22/07), O quadro (05/08), Caçadores de Saci (12/08), Tainá-Kan, a grande estrela (19/08) e Pulo do Gato (02/09)
Centro Cultural de Alagados
Rua Direta do Uruguai, s/nº – Final de Linha do Uruguai

5. Cineclube Imagens Itinerantes
Exibição dos filmes A Viagem Extraordinária (13/08), O Quadro (27/08), Decididamente Animados – do curta ao longa (13/08), O Ladrão de Pára-raios (13/08), O Pequeno Circo de Todas as Cores (13/08), Os Caramujos (13/08), Os Três Inventores (13/08), Port’ e a Filha das Águas (13/08), Tudo Bem, Tudo Bem (13/08) e Um Coração Para Emergências (13/08)
Centro Cultural Que Ladeira é Essa?
Ladeira da Preguiça – Dois de Julho

6. Urubucine
Bar da comunidade / Sede do Bahia Ginga – filme Fary, a jumenta (23/07 e 03/08)
MCPS (Movimento de Cultura Popular do Subúrbio) / Colégio Maria Consuelo – filme África sobre o Sena (25/07 e 07/08)
Escola Municipal Geraldo Bispo dos Santos / Sede do Resgate da Memória – filme As Estátuas Também Morrem (30/07 e 29/08)

7. Clã Periférico
Escola Municipal Nova do Bairro da Paz – filme Doce Amianto (23/07)
Colégio Estadual Mestre Paulo dos Anjos – filme Pacific (23/07)
Praça da Paz Celestial – filme A cidade é uma só? (06/08)
Horario: 18h30

8. Jacobina

Payayá – Associação da Ação Social e Preservação das Águas, Fauna e Flora da Chapada Norte
Comunidade de Caatinga do Moura – filme Nenette (17/07)
Comunidade de Itaitu – filme Guerre et paix dans le potager (31/07)
Comunidade de Caatinga do Moura – filme Congo River (15/08)

9. Heliópolis
Filhos do Sol
Povoado Tijuco – filme Fad, Jal (18/07)
Bairro Santos Dumont, Heliópolis – filme Comboio da Canhoca (04/08)
Praça de Ribeira do Pombal – filme Jéssica Christopherry (22 e 23/08)
Horário: 18h

10. Itabuna
Cineclube Mocamba – Centro de Agroecologia e Educação da Mata Atlântica
02/08 - Anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia. Localizado na Travessa Pedro Gomes, nº 42, centro / Serra Grande / Município de Uruçuca / BA.
07/08 - Teatro Zélia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas;
Filme que será exibido:  Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now

09/08 - Anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia. Localizado na Travessa Pedro Gomes, nº 42, centro / Serra Grande / Município de Uruçuca / BA.
13/08 - Teatro Zélia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas;
Filme que será exibido: A viagem extraordinária

16/08 - Anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia. Localizado na Travessa Pedro Gomes, nº 42, centro / Serra Grande / Município de Uruçuca / BA.
20/08 - Teatro Zélia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas;

Filme que será exibido: ainda a definir
 Horário:  Sempre às 19:30

11. Itajuípe
Cineclube AFAI
Exibição dos filmes Histórias que só existem quando lembradas (18/07), Papel não embrulha brasa (25/07) e Mahaleo (01/08)
Casarão da praça
Horário: 19h

12. Itaparica
Cineclube Oficina das Artes
Exibição dos filmes Estrada para Ythaca (18/07), Victoire Terminus (01/08) e Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now! (15/08)
Praça Monção Filho, 64 – Centro
Horário: 19h

13. Cairu
Cine Mais Saber – Fundação Centro de Apoio Social de Cairu (Rádio Comunitária)
Rua do Fogo – filme Uma longa viagem (18/07)
Rua do Cajueiro – filme Mahaleo (01/08)
Praça da Bandeira – filme Viva Riva! (15/08)
Horário: 18h30

14. Rio de Contas
Espaço Imaginário
Exibição dos filmes A cidade é uma só (15/07), Pacific (29/07) e Estrada real da cachaça (02/08)
Rua Dr. Basílio Rocha, 232 – Centro
Horário: 20h

15. Cachoeira
Cineclube Mário Gusmão
Exibição dos filmes Sudoeste (23/07), África sobre o Sena (06/08), As estátuas também morrem (06/08), Os Panteras Negras (06/08) e Os dias com ele (20/08)
Cine-Theatro Cachoeirano
Horário: 19h30

16. Caravelas/Teixeira de Freitas Cineclube Professor Ralile
Exibição dos filmes Barakat! (19/07), Os dias com ele (26/07) e A Fuga da Mulher Gorila (02/08)
Rua Presidente Getúlio Vargas, 735 – Distrito de Ponta de Areia
Horário: 19h

17. Itapetinga
Difusão Cineclube Itapetinga
Exibição dos filmes Os Monstros (16/07), Jom (23/07) e Safrana ou o direito à palavra (30/07)
Auditório da Secretaria Municipal de Educação – Rua Joel Santos, 67
Horário: 9h e 14h30

18. Mar Grande/Vera Cruz
Cine Manga Rosa
Exibição dos filmes Guerre et paix dans le potager (20/07), As Hiper Mulheres (03/08) e A caça ao leão com arco (17/08)
Rua São Jorge, Terreiro da Vânia – Parque das Mangueiras

19. Vitória da Conquista
Janela Indiscreta
Exibição dos filmes Pele de Asno (07/07), Jéssica Christopherry (15/07) e Cléo de 5 à 7 (22/07)
Sala de Projeção Jorge Melquisedeque – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)

20. Poções
Tela em transe
Exibição dos filmes Sudoeste (19/07), Girimunho (02/08) e Domitilla (16/08)
Colégio Estadual IsaíasAlves – Praça do Divino Espírito Santo, s/n°
Horário: 19h30

Em novo documentário, cineasta gaúcho Jorge Furtado investiga o jornalismo brasileiro

DOUGLAS CECONELLO
DE PORTO ALEGRE


"O artista sabe o que faz, mas para que seu trabalho valha a pena ele precisa ultrapassar esta barreira e fazer aquilo que não sabe."

A frase do escultor espanhol Eduardo Chillida (1924-2002) é usada pelo cineasta gaúcho Jorge Furtado, 55, para definir o seu momento atual. Conhecido especialmente pelas comédias ("O Homem que Copiava", de 2003, "Meu Tio Matou um Cara", de 2004) e pelo trabalho na televisão ("Doce de Mãe", de 2014), Jorge investe pela primeira vez no documentário em longa-metragem com "O Mercado de Notícias", que estreia em 7 de agosto.
O filme é dedicado a debater o jornalismo contemporâneo brasileiro. Para isso, traz o depoimento de 13 jornalistas políticos da imprensa nacional, escolhidos pelo próprio autor, como Fernando Rodrigues e Janio de Freitas, ambos da Folha, Mino Carta ("Carta Capital"), Bob Fernandes ("Terra Magazine") e Cristiana Lôbo (GloboNews), entre outros. "Procurei ouvir gente que respeito, cujas opiniões até se opõem, mas que têm em comum a honestidade intelectual", explica o diretor.

Tudo teve início no fim do século passado, quando Jorge começou a achar que o jornalismo passava por uma crise. "Com as informações na internet, parecia que o papel do repórter, do editor, não era mais necessário, mas eu tinha a sensação oposta. Agora é que a gente precisa dos jornalistas, senão quem vai descobrir a verdade antes de publicar?"

O cineasta pesquisou a origem da imprensa e se deparou com a peça "O Mercado de Notícias", do dramaturgo inglês Ben Jonson (1572-1637). Escrita em 1625, poucos anos depois do surgimento dos primeiros jornais na Europa, ela já apresentava dilemas jornalísticos importantes até hoje, como o financiamento dos veículos, a apuração das informações e a ética profissional.

A tradução do texto, até então inédito em português, foi feita por Jorge e pela professora Liziane Kugland e levou três anos. "A peça foi o meu ponto de partida. Mandei para todos os jornalistas entrevistados, com uma entrevista baseada na obra, levantando aquelas questões", diz. Os ensaios do espetáculo, entremeados por depoimentos, servem como fio condutor do filme.

Na abertura, Jorge Furtado comenta com o grupo de atores que sua intenção é fazer um filme favorável ao jornalismo. "Hoje, com a disponibilidade de mídia que há, as pessoas têm muito mais tendência a falar mal. Mas isso é fácil, o difícil é ser propositivo. Então, preferi fazer um filme a favor do jornalismo."

Na prática, no entanto, o resultado não se mostra tão amistoso à profissão. Não por causa do diretor, e sim dos próprios entrevistados, que em sua maioria apresentaram uma visão pouco favorável de seu ofício. "Os jornalistas são muito críticos. Sou mais otimista do que a maioria deles", opina o diretor.

Ao longo do filme, cinco casos ilustram momentos em que a imprensa errou. Por exemplo, em 2004, vários jornais do país noticiaram que a sede do INSS, em Brasília, tinha um quadro de Picasso em uma de suas salas, que teria sido adquirido como pagamento de uma dívida. Na verdade, tratava-se de um pôster.

Tempos depois, após um incêndio, os jornais voltaram ao tema, noticiando que a "obra" de Picasso teria sido salva das chamas. Para o cineasta, além da negligência na apuração, o exemplo ilustra a relutância dos veículos e de parte dos profissionais em assumir suas falhas. "Quando um jornalista assume seu erro, passo a acreditar mais nele, que cresce para mim em credibilidade."
Dois aspectos vinculados à atuação jornalística surpreenderam o cineasta. O primeiro é a relação dos repórteres com as fontes. "Eles precisam ouvir todo mundo, desde bandidos e traficantes até políticos de todos os partidos. É uma relação muito específica, que para as 'pessoas normais' é muito estranha." Também chamou a atenção do cineasta a oposição que às vezes existe entre o que os jornalistas produzem e os interesses da empresa na qual trabalham: "Uma notícia sempre contraria alguém".

Essa é a primeira experiência do diretor com a narrativa documental em longa-metragem. Mas o filme que o revelou foi um curta-documentário, "Ilha das Flores", de 1989, premiado no Festival de Berlim e que narra a saga de um tomate, desde que é plantado, colhido e exposto em um supermercado, onde apodrece e é jogado fora. Acaba na sacola de uma família pobre que se alimenta de restos, no lixão próximo a Porto Alegre que dá nome ao filme.

Dessa vez, tantos anos depois, Jorge deparou-se com problemas inéditos em sua carreira, alguns dos quais bastante semelhantes aos que enfrentam os próprios jornalistas, foco de sua obra. "Descobri que não sou um bom entrevistador, falo muito durante a entrevista", confessa. "Na hora de montar, foi um sufoco, porque eu não calava a boca nunca."

Fonte:  http://www1.folha.uol.com.br/serafina/2014/07/1491165-em-novo-documentario-cineasta-gaucho-jorge-furtado-investiga-o-jornalismo-brasileiro.shtml

Coletivo de Comunicadores Populares

Quem somos?

Somos um coletivo que reúne comunicadores(as) populares de diferentes segmentos e áreas de atuação social com o compromisso de lutar por um direito fundamental do ser humano, o direito à comunicação.

Porque surgimos?

No Brasil, seis famílias (Civita, Marinho, Frias, Saad, Abravanel e Sirotsky) “produzem” uma parcela significativa da informação que chega aos 184 milhões de habitantes. Quase sem fiscalização, concentram em suas mãos um poder gigantesco de manipulação, contrariando a legislação federal sobre monopólio. Para garantir seus lucros e os de seus investidores, essas famílias não hesitam em criminalizar as lutas dos movimentos sociais e distorcer a realidade vivida pelos(as) trabalhadores(as). Em Campinas, não é diferente: a Rede Anhanguera de Comunicação (RAC) monopoliza os meios impressos na cidade e região (Correio Popular, Diário do Povo, Notícia Já, Gazeta do Cambuí, Gazeta de Piracicaba, Gazeta de Ribeirão). É com esse poder que (de)formam a opinião pública tratando, em geral, as manifestações populares como casos de polícia.O Coletivo de Comunicadores(as) Populares surge dessa vontade de criar canais de comunicação popular entre os movimentos sociais e os trabalhadores e as trabalhadoras; surge da necessidade de lutar contra a criminalização dos movimentos sociais realizada pela grande mídia; surge do desejo de falar, de ter voz, de quebrar o enorme silêncio que nos é imposto.

O Coletivo de Comunicadores(as) Populares surge dessa vontade de criar canais de comunicação popular entre os movimentos sociais e os trabalhadores e as trabalhadoras; surge da necessidade de lutar contra a criminalização dos movimentos sociais realizada pela grande mídia; surge do desejo de falar, de ter voz, de quebrar o enorme silêncio que nos é imposto.

O que é a Comunicação Popular

A comunicação popular é uma comunicação libertadora, que tem o povo como gerador e protagonista. Os meios de comunicação, nessa perspectiva, são concebidos como instrumentos para uma educação e organização popular, alimentadores de um processo social transformador.

Nossos Objetivos

Apoiar: estabelecer uma rede de apoio aos movimentos sociais e organizações populares de Campinas e região buscando em parceria com os mesmos construir estratégias de comunicação popular;

Produzir: incentivar a produção coletiva de instrumentos e materiais de comunicação popular (vídeos, jornais, camisetas, material fotográfico etc.);

Exibir: dar visibilidade às lutas dos movimentos sociais e à realidade dos trabalhadores e trabalhadoras, funcionando como instrumento de contra-informação;

Lutar pelo direito à comunicação: atuar de forma permanente nessa luta / organizar a luta;
Formar: promover espaços de formação internos ao coletivo de comunicadores populares, abertos às organizações sociais e à comunidade em geral.

Resistir, produzir, exibir como luta pelo direito à comunicação!

O Massacre de Pinheirinho: A verdade não mora ao lado

 Este vídeo revela os jogos de interesses na expulsão dos 9.000 moradores da ocupação Pinheirinho, de 8 anos, em São José dos Campos. Traz, também, imagens do dia da desocupação (22/01) e depoimentos sobre a truculência policial.

ASSISTA TAMBÉM: "ONDE ESTARÃO OS NOBRES? UMA FAMÍLIA DE PINHEIRINHO 1 DIA ANTES DO MASSACRE": http://youtu.be/YHUiFYtwXOA

Coletivo de Comunicadores Populares


Filmagem e entrevistas: Cristina Beskow, Yan Caramel, Gabriel de Barcellos
Edição: Jefferson Vasques

Errata: No vídeo se fala em 6.000 moradores, quando o certo seria 9.000.

Festival Flaskô de Cultura – 11 anos sob controle operário


A Flaskô é uma fábrica ocupada que produz tambores e que está sob controle dos trabalhadores desde a falência provocada pelo patrão em 2003. Em agosto de 2010, ocorreu o primeiro Festival em decorrência da criação da Fábrica de Esportes e Cultura da Flaskô. A iniciativa tem como objetivo potencializar a luta dos trabalhadores da fábrica e promover atividades culturais e esportivas para a comunidade do entorno. Foi criado também o galpão de esportes e cultura, onde acontecem atividades de caráter público, com construção coletiva, oferecendo um espaço cultural que a cidade de Sumaré tanto carece.

Neste galpão atualmente há atividades semanais como aulas de EJA, cirandas com as crianças, exibição de filmes no Cine Flaskô, atividades esportivas na Pista de Skate, assembléias e mutirões mensais para a organização do espaço, apresentações musicais, visitas à linha de produção da fábrica e atividades culturais diversas.

A inscrição para o evento é gratuita. Para aqueles que forem participar é solicitado que se inscreva no site www.festivalflasko.org.br para que a comissão organizadora possa oferecer a melhor infraestrutura possível aos participantes. Será aberto um espaço para alojamento solidário para aqueles que não forem do município, com refeições coletivas nos dias do evento.

Para maiores informações sobre o evento e consulta da programação, acesse o site: www.festivalflasko.org.br/

O Festival de Cultura da Flaskô acontece entre os dias 29 e 31 de agosto e contará também com atividades pré-festival entre os dias 22 e 24 de agosto. As atividades acontecerão na Fábrica e nos arredores dela.

Endereço: Rua Marcos Dutra Pereira, 300, Parque Bandeirantes, Sumaré.