quarta-feira, 30 de julho de 2014

Já começou o 22°ANIMA MUNDI

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RIO DE JANEIRO – De 25 de julho a 3 de agosto
Fundição Progresso (29 de julho a 3 de agosto)
Espaço Itaú de Cinema (25 a 30 de julho)
Oi Futuro Ipanema (27 a 31 de julho)
Centro Cultural Light (25 a 27 de julho)

SÃO PAULO – De 6 a 10 de agosto
Espaço Itaú de Cinema Augusta


 Já virou tradição: ano após ano, mais de cem mil espectadores entram em contato com as novidades do mundo da animação nas sessões de cinema, oficinas gratuitas, workshops e encontros promovidos pelo Anima Mundi, segundo maior evento internacional do setor. Para a 22ª edição, os diretores do festival – Aída Queiroz, Cesar Coelho, Lea Zagury e Marcos Magalhães – receberam a inscrição de nada menos que 1928 filmes, um recorde absoluto. Depois de criteriosa seleção, chegaram às 418 obras (em competição) que serão exibidas no Rio de Janeiro (25 de julho a 3 de agosto) e em São Paulo (6 a 10 de agosto).

Longe de ser apenas uma mostra de filmes, o Anima Mundi mantém toda a disputada programação fora das salas de cinema, com os Papos Animados (encontros com animadores convidados de todo o mundo), Master Classes, performances, os debates do Anima Forum e o Estúdio Aberto (série de oficinas gratuitas de técnicas como Desenho Animado, Massinha (stop-motion), Areia, Pixilation, Animação em Película e Zootrópio).

Toda a programação visual da edição 2014 é assinada pelo brasileiro Ennio Torresan, convidado especial da edição passada, quando veio ao festival dividir a experiência nos mais de 20 anos trabalhando com storyboards fora do Brasil. Ele é o atual diretor do departamento de histórias da DreamWorks, onde trabalhou em filmes como “Madagascar”, “Kung Fu Panda” e “Turbo”.

Uma volta ao mundo em 418 filmes e 47 países

Estrelas da festa, os filmes são divididos em sessões Não-competitivas (Futuro Animador, Animador em Curso, Panorama, Olho Neles. Longas Panorama) e competitivas (Galeria, Portifolio, Longas-Metragens, Curtas-Metragens, Curtas Infantis), em que são avaliados por um Júri Profissional e também pelo Júri Popular.

Os mais de 400 títulos representam nações e culturas diversas de lugares como França (63 filmes), Alemanha (20), Holanda (13), Coreia do Sul (8), Israel (12), Rússia (5), Repúblicha Tcheca (4), Estados Unidos (29) e Estônia (5). Venezuela, Ucrânia, Tunísia, Taiwan, Turquia, Irã, Singapura, Croácia, El Salvador, Eslováquia, Austrália e Índia também terão seus representantes na tela do festival.

A produção lidera a lista com 109 filmes e seis co-produções de 13 estados brasileiros. Uma boa amostra da alta produtividade atual é a inclusão de quatro longas lançados em 2013 na mostra Panorama: ‘Até que a Sbornia nos Separe’, de Otto Guerra, ‘História Antes de Uma História’, de Wilson Lazaretti, ‘Minhocas’, de Paolo Conti, e ‘O Menino e O Mundo’, de Alê Abreu.

Visitas animadas

O Anima Mundi receberá uma série de convidados especiais que contarão sua experiência nos Papos Animados (abertos para o público em geral) e nas Master Classes e mesas do Anima Forum (com inscrição prévia para público iniciado). Entre os convidados do ano, está o americano Chris Landreth – vencedor do Oscar de Melhor Curta de Animação em 2011 por ‘Ryan’ e que chamou a atenção na edição passada do Anima Mundi com o divertido curta ‘Subconscious Password’. O veterano Robert Balser, um dos diretores de ‘Yellow Submarine’, também virá para falar do clássico filme animado dos Beatles, que terá ainda uma exibição de sua cópia restaurada no festival.

O premiado Eric Goldberg dividirá com o público sua longa experiência nos estúdios Disney. Apontado como um dos grandes nomes da chamada ‘segunda era de ouro’ da produtora, ele participou de filmes como ‘Pocahontas’ (diretor), ‘Aladdin’ (animando o famoso gênio), ‘A Bela e a Fera’ e ‘Fantasia 2000’. O representante brasileiro desta lista é o paulistano Céu D’Ellia, ilustrador, animador e diretor de animação, cujo currículo inclui trabalhos para grandes estúdios internacionais.

Suíça Animada – O suíço Frederic Guillaume vem falar de sua trajetória e vai representar seu país de origem, homenageado da atual edição do Anima Mundi. A mostra Suíça Animada será dividida em quatro sessões e terá ainda a participação de Simon Otto, coordenador de animação da DreamWorks (‘Como Treinar Seu Dragão’) em uma Master Class especial. Além dos encontros com Guillame e Otto, Suíça Animada terá as sessões Panorama da Suíça (retrospectiva), Luzern (famosa escola de animação) e Jovens Talentos (nova geração de diretores locais).

Performance – Sucesso na edição 2011 do Anima Mundi, Miwa Matreyek mostrará uma nova performance (‘This World Made Itself’), mesclando os conceitos de animação, teatro e artes visuais. Ela apresentará sua performance diariamente e com entrada franca na Fundição Progresso.

Os debates do Anima Fórum

Evento que acontece oficialmente desde 2007, o Anima Forum dá continuidade a seus debates e Master Classes repletos de novidades e discussões sobre o futuro e o mercado de animação. Responsável por uma série de feitos, como incentivar editais, fomentar a produção brasileira e armar parcerias, o Forum acontecerá novamente no Rio, na Fundição Progresso, de 29 de julho a 1 de agosto (terça a sexta).

‘A Cauda Longa do Curta’ é o tema da primeira mesa, sobre a importância do curta-metragem. Em uma época que a animação nacional para projetos de séries e longas ganhou força, o curta – importante laboratório e espaço de experimentação e desenvolvimento de novos profissionais – vem perdendo incentivo. Já o segundo e o terceiro dia serão dedicados a projetos de parceria entre países para a produção de conteúdo animado.

A mesa ‘Integração Latino-americana’ vai reunir representantes de festivais e produtores latinos para estudar a viabilidade de futuras co-produções, enquanto o terceiro dia será dedicado a apresentar o projeto SEA, que reuniu animadores brasileiros, japoneses e dinamarqueses para um workshop na Dinamarca no ano passado. O objetivo era desenvolver uma rede de artistas conceituais que possa atingir a mídia dos três continentes envolvidos com novas ideias de universos e narrativas.

A mesa ‘Animação e Games’ coloca os jogos eletrônicos no centro da discussão. Os ‘games’ também serão tema de uma mostra especial no festival. O Anima Forum 2014 será encerrado por uma palestra de Eric Goldberg sobre a animação na Disney de hoje. As inscrições para o Anima Forum 2014 são feitas através do site www.animamundi.com.br

As quatro mesas do Anima Forum 2014 deram origem a quatro sessões que abordarão os temas debatidos e poderão ser conferidas pelo público do festival.

A realização do festival e a manutenção de toda a sua ampla programação gratuita é possível graças ao patrocínio do Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Petrobras, da IBM, do BNDES, da Eletrobras, dos Correios, da Oi, da Light e do Governo do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado de Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.


Rio de Janeiro
Obs: Pagam meia-entrada: estudantes com documento de comprovação, maiores de 60 (sessenta) anos e crianças até 12 (doze) anos. 
Centro Cultural Light
182 lugares
Teatro Lamartine Babo
Avenida Marechal Floriano, 168 - Centro
Informações: (21) 2211-4515
Ingresso: R$ 10,00 (meia entrada: R$ 5,00)
Bilheterias no local de 10h às 21h.

Espaço Itaú de Cinema Botafogo
sala 1 – 154 lugares / sala 4 – 169 lugares
Praia de Botafogo, 316 – Botafogo
Informações: (21) 2559-8750
Ingresso: R$ 10,00 (meia entrada: R$ 5,00)
Bilheterias no local de 12h30 às 22h20. Vendas antecipadas em itaucinemas.com.br

Fundição Progresso

sala 1 - 700 lugares / sala 2 – 210 lugares / sala 3 – 108 lugares
Rua dos Arcos, 24 – Centro
Horário de funcionamento: 12h às 21h
Ingresso: R$ 10,00 (meia entrada: R$ 5,00)
Bilheterias no local de 10h às 21h. Vendas antecipadas em aloingressos.com.br

Oi Futuro Ipanema
92 lugares
Rua Visconde de Pirajá, 54/ 3º andar, Ipanema
Informações: (21) 3201-3010
Horário de funcionamento: 13h às 21h
Ingresso: R$ 10,00 (meia entrada: R$ 5,00)
Vendas por dia, a partir da abertura da bilheteria e até 30 minutos antes de cada sessão.

Sessões gratuitas:
FUTURO ANIMADOR, OLHO NELES, COMKIDS, HISTÓRIA ANTES DE UMA HISTÓRIA e YELLOW SUBMARINE - retirada de senhas com 30 (trinta) minutos de antecedência.
GALERIA: Fundição Progresso – 2 andar
Sem retirada de senhas, sessão contínua (filmes em loop).

São Paulo
Obs: Pagam meia-entrada: estudantes com documento de comprovação, maiores de 60 (sessenta) anos e crianças até 12 (doze) anos.

Espaço Itaú de Cinema Augusta
sala 1 – 234 lugares / sala 2 – 209 lugares / sala 3 – 170 lugares
Rua Augusta, 1.475 - Cerqueira César
Informações: (11) 3288-6780
Horário de funcionamento: 11h30 às 23h00
Ingresso: R$ 10,00 (meia entrada: R$ 5,00)
Bilheterias no local de 11h30 às 23h00. Vendas antecipadas em itaucinemas.com.br

Sessões gratuitas:
FUTURO ANIMADOR, OLHO NELES, COMKIDS, HISTÓRIA ANTES DE UMA HISTÓRIA e YELLOW SUBMARINE - retirada de senhas com 30 (trinta) minutos de antecedência.

Informações para a imprensa:

Factoria Comunicação
Vanessa Cardoso (vanessa@factoriacomunicacao.com)
Pedro Neves (pedro@factoriacomunicacao.com)
Julia Enne (julia.colab@factoriacomunicacao.com)
(21) 2274-0131 / 2239-0835 / 2249-1598

Visite o site do Anima Mundi: www.animamundi.com.br
 

terça-feira, 29 de julho de 2014

A HISTÓRIA DA ETERNIDADE


A HISTÓRIA DA ETERNIDADE
Ficção – 120 min
Direção / Director: Camilo Cavalcante
Roteiro / Screenplay: Camilo Cavalcante
Ator / Leading Actor: Irandhir Santos, Claudio Jaborandy, Leonardo França
Atriz / Leading Actress: Marcélia Cartaxo, Zezita Matos
Ator coadjuvante / Supporting Actor: Maxwell Nascimento
Atriz coadjuvante / Supporting Actress: Debora Ingrid
Fotografia / Cinematography: Beto Martins
Montagem / Editing: Vânia Debs
Direção de Arte / Art Direction: Julia Tiemann
Figurino / Costume Design: Paulo Ricardo
Trilha Sonora / Original Score: Dominguinhos e Zibgniew Preisner
Som / Sound Design: Nicolas Hallet e Simone Dourado
Produtora: Aurora Cinema e República Pureza

Em um pequeno vilarejo no Sertão, três histórias de amor e desejo revolucionam a paisagem afetiva de seus moradores. Personagens de um mundo romanesco, no qual suas concepções da vida estão limitadas, de um lado pelos instintos humanos, do outro por um destino cego e fatalista. 

CAMILO CAVALCANTE

Nasceu em Recife. Desde 1995, trabalha como roteirista, produtor e diretor. Realizou trabalhos audiovisuais em diversos suportes e formatos, entre eles “Hambre Hombre”, “Os Dois Velhinhos” e “Rapsódia para um Homem Comum”, vencedores de mais de 130 prêmios em mostras e festivais. Produziu e dirigiu a série de TV “Olhar” (Canal Brasil). É idealizador e coordenador do projeto Cinema Volante Luar Do Sertão, que exibe curtas-metragens gratuitamente em cidades do semi-árido. Atualmente, finaliza o documentário “Beco”.

“A História da Eternidade” é o grande vencedor do 6º Paulínia Film Festival

A História da Eternidade, primeiro longa de ficção do pernambucano Camilo Cavalcante, foi o grande vencedor do 6º Paulínia Film Festival, encerrado na noite deste domingo. O filme levou os Troféus Menina de Ouro de Melhor Filme, Diretor (Cavalcante), Ator (Irandhir Santos) e Atriz (dividido entre Marcélia Cartaxo, Zezita Matos e Debora Ingrid). 
O filme contra três histórias de amor e desejo num pequeno vilarejo do sertão nordestino, que revolucionam a paisagem afetiva de seus moradores. Numa delas, um artista (Irandhir) ajuda a sobrinha (Ingrid) a ver o mar pela primeira vez. Em outra, uma viúva (Cartaxo) começa a abrir seu coração para o cego do vilarejo. Na terceira, uma avó (Zezita) recebe a visita do neto que regressou de São Paulo, fugindo de um passado turbulento.

Em seis edições do festival, é a terceira vez que Irandhir (Tropa de Elite 2, a novela Meu Pedacinho de Chão) vence a Menina de Ouro de Melhor Ator. Em 2009, ele venceu pelo filme Olhos Azuis, de José Joffily, e em 2011 por Febre do Rato, de Cláudio Assis.

Casa Grande, primeiro longa de ficção de Fellipe Barbosa, também ficou com quatro prêmios: o Prêmio Especial do Júri, Ator Coadjuvante (Marcello Novaes), Atriz Coadjuvante (Clarissa Pinheiro) e Roteiro (Fellipe e Karen Sztajnberg). O filme conta a história de Jean, adolescente de 17 anos de classe alta no Rio de Janeiro que faz suas primeiras descobertas afetivas e sexuais, enquanto toma consciência das divisões de classe e de raça ao seu redor.

Boa Sorte, de Carolina Jabor, história da relação entre um adolescente de 17 anos e uma moça com problemas psiquiátricos (Deborah Secco) ficou com o Prêmio do Público e Direção de Arte (Claudio Amaral Peixoto). Sangue Azul, de Lírio Ferreira, venceu os Troféus de Melhor Fotografia (Mauro Pinheiro Jr) e Figurino (Juliana Prysthon).

Também foram premiados o musical Sinfonia da Necrópole (Melhor Trilha Sonora), o documentário Aprendi a Jogar com Você (Montagem) e o docudrama Castanha (Som). 

Entre os curtas-metragens, O Clube, de Allan Ribeiro, sobre um antigo clube de drag queens no Rio, foi o grande vencedor com quatro prêmios: Troféu Menina de Ouro de Melhor Filme, Direção, Prêmio do Público e da Crítica (Júri Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema). O Bom Comportamento, de Eva Randolph levou o prêmio especial do júri e Edifício Tatuapé Mahal, de Carolina Markowicz e Fernanda Salloun, o de melhor roteiro.

Ao longo de cinco dias de sessões gratuitas e abertas ao público, o Festival recebeu um total de 24 mil espectadores.

A cerimônia de encerramento foi apresentada pelos atores Caio Blat (“Alemão”, as novelas “Joia Rara” e “Império”) e Tainá Muller (“Tropa de Elite 2”, a novela “Em Família”). 

LISTA COMPLETA DA PREMIAÇÃO

Filmes de longa-metragem

Melhor Filme: R$ 300.000: A HISTÓRIA DA ETERNIDADE, de Camilo Cavalcante

Melhor Direção: R$ 50.000: CAMILO CAVALCANTE, por A História da Eternidade

Melhor Ator: R$ 30.000: IRANDHIR SANTOS, por A História da Eternidade

Melhor Atriz: R$ 30.000: MARCÉLIA CARTAXO, ZEZITA MATOS E DEBORA INGRID, por A História da Eternidade

Melhor Ator coadjuvante: R$ 15.000: MARCELLO NOVAES, por Casa Grande

Melhor Atriz coadjuvante: R$ 15.000: CLARISSA PINHEIRO, por Casa Grande

Melhor Roteiro: R$ 15.000: FELLIPE BARBOSA E KAREN SZTAJNBERG, por Casa Grande

Melhor Fotografia: R$ 15.000: MAURO PINHEIRO JÚNIOR, por Sangue Azul

Melhor Montagem: R$ 15.000: EVA RANDOLPH, por Aprendi a Jogar com Você

Melhor Som: R$ 15.000: TIAGO BELLO por Castanha

Melhor Direção de arte: R$ 15.000: CLAUDIO AMARAL PEIXOTO, por Boa Sorte

Melhor Trilha Sonora: R$ 15.000: JULIANA ROJAS, MARCO DUTRA E RAMIRO MURILO, por Sinfonia da Necropole

Melhor Figurino : R$ 15.000: JULIANA PRYSTHON, por Sangue Azul

Especial Júri: R$ 100.000: FELLIPE BARBOSA, por Casa Grande

Filmes de curta-metragem

Melhor filme: R$ 30.000: O CLUBE, de Allan Ribeiro

Melhor Direção: R$ 20.000: ALLAN RIBEIRO, por O Clube

Melhor Roteiro: R$ 15.000: CAROLINA MARKOWICZ E FERNANDA SALLOUM, por Edifício Tatuapé Mahal

Especial Júri: R$ 20.000: O BOM COMPORTAMENTO, de Eva Randolph

Prêmio do Público

Melhor longa-metragem: R$ 50.000: BOA SORTE, de Carolina Jabor

Melhor curta-metragem : R$ 20.000: O CLUBE, de Allan Ribeiro

JÚRI ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Melhor longa-metragem: A HISTÓRIA DA ETERNIDADE, de Camilo Cavalcante 
Melhor curta-metragem: O CLUBE, de Allan Ribeiro

Visite também: https://www.youtube.com/channel/UCeLLACJcjMdBwGDsuF3RVNQ/video

Fonte:  http://pauliniafilmfestival.com.br

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Mostra Yemanjá 2ª Temporada apresenta: FUTURO DO PRETÉRITO: TROPICALISMO NOW!


Dando continuidade as atividades da 3ª Bienal da Bahia o Cineclube Mocamba apresentará o filme: FUTURO DO PRETÉRITO: TROPICALISMO NOW!. O filme apresenta um olhar direcionado para um dos movimentos culturais mais efervescentes da história do Brasil, a Tropicália. O filme reúne entrevistas, intervenções artísticas, esquetes e imagens de show de André Abujamra, realizado no Teatro Oficina, criando uma ligação entre os eventos ocorridos no final da década de 1960 e os dias atuais. 

Com direção de Ninho Moraes e Francisco César Filho, o filme faz parte do projeto Cinema Yemanjá desenvolvido através do convênio firmado entre o Estado da Bahia, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC e a FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA, Vitrine Filmes, Cinemateca da Embaixada da França no Brasil.
 
Comentários: Marco Tomazzoni enviado a Gramado

"É como se o filme levasse ao pé da letra a ideia antropofágica tropicalista, de deglutir influências estrangeiras e devolvê-las na forma de um produto original. "Nossas ideias são o remix de outras", diz um dos personagens. O roteiro e a edição de "Tropicalismo Now" vão por esse caminho, remixando a seu bel prazer conceitos, ideias e imagens. Daí saem debates interessantes, como o papel dos tropicalistas, mesmo involuntário, na indústria cultural, e a teoria de que eles seriam uma versão do movimento hippie "sem a caretice anglo-saxã".

O resultado entretém, e só seria melhor se o show, espinha dorsal de "Futuro do Pretérito", fosse mais cativante. Interpretadas por convidados pouco conhecidos – os expoentes são Luiz Caldas e o ator Alexandre Nero –, as músicas perdem a força, inclusive pelas versões "coloridas" de Abujamra, que chegou a combinar, orgulhoso, ritmos de Zimbábue, Hungria e Cuba numa mesma canção. Nada mais tropicalista, verdade, mas não por isso mais inteligente ou agradável".

Essa ação só foi possível devido a parceria com a União dos Cineclubes da Bahia - UCCBA que apoio a atividade articulando a exibição do Cinema Yemanjá em 21 cineclubes da capital e do interior da Bahia. As exibições acontecerão até o final de setembro.

Programação:
02/08 - Anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia. Localizado na Travessa Pedro Gomes, nº 42, centro / Serra Grande / Município de Uruçuca / BA.

07/08 - Teatro Zélia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas.

Título: Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now 
Título Original: Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now                                                             País de produção: Brasil 
Ano de produção: 2012 
Diretor ou realizador: Ninho Moraes e Francisco César Filho 
Gênero: Documentário 
Duração: 76 minutos 
Idioma: Português Classificação indicativa: Livre

Produção:
- OCA - Centro de Agroecologia e Aducação da Mata Atlântica;
- Cineclube Mocamba.

Apoio:
- União de Cineclubes da Bahia;
- Conselho Nacional de Cineclubes;
- Mar Digital - Produtora Cineclubista.

Apoio local:
- BOX - Extrutura de Arte e Gastronomia;
- Grupo Afro Encantarte;
- Cineclube Encantarte;
- Cineclube Grapiúna Mario Gusmão;
- ACATE;
-ACAI - Ponto de Cultura;- Teatro Zélia Lessa.

Angela Davis critica ausência de negros no poder e na televisão no Brasil

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço
 
A fiiósofa, escritora, professora e ativista norte-americana Angela Davis criticou hoje (25) a ausência de negros nos espaços de poder e nos meios de comunicação no Brasil. "Não posso falar com autoridade no Brasil, mas às vezes não é preciso ser especialista para perceber que alguma coisa está errada em um país cuja maioria é negra e a representação é majoritariamente branca", disse. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade da população brasileira (50,7%) é negra.

Angela Davis integrou o grupo Panteras Negras e o Partido Comunista dos Estados Unidos e chegou a constar na lista dos dez fugitivos mais procurados pelo FBI (agência federal de investigação dos Estados Unidos). Ela foi presa na década de 1970 e inspirou a campanha Libertem Angela Davis, que angariou apoiadores em todo o mundo.
"Quantos senadores negros há no Brasil? Se olharmos para o Senado não saberíamos que os negros constituem mais de 50% da população brasileira", disse, em participação no Festival Latinidades 2014: Griôs da Diáspora Negra. "Sempre assisto TV no Brasil para ver como o país se representa e a TV brasileira nunca permitiu que se pensasse que a população é majoritariamente negra".

Apesar da constatação, Angela fez um alerta: "Não significa somente trazer pessoas negras para a esfera do poder, mas garantir que essas pessoas vão romper com os espaços de poder e não simplesmente se encaixar nesses espaços". A ativista citou o caso dos Estados Unidos, em que houve época em que não havia político negro e que atualmente é presidido por um negro, Barack Obama. "O que mudou?", perguntou, sem responder.

Angela voltou a comentar o conflito na Faixa de Gaza, entre Israel e Palestina. "Temos que reconhecer Israel como único Estado colonizador do século 21 que continua a se expandir. Da mesma forma que desafiamos o apartheid [na África do Sul], temos que lutar contra o apartheid israelense. Vidas de crianças estão sendo destruídas em Gaza", disse. "Temos que expressar nossa solidariedade ao povo da Palestina”.

Nesta quarta-feira (23), Angela defendeu o boicote a Israel como estratégia para barrar o conflito. A mais recente ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza começou no dia 8 de julho e foi seguida por uma intervenção terrestre iniciada na última quinta-feira (17). Quase 900 pessoas morreram, das quais 800 palestinos, a maioria civis, e 73 israelenses, 34 deles soldados. Hoje, Hamas e Israel aceitaram trégua de 12h para este sábado.

O Festival Latinidades 2014: Griôs da Diáspora Negra vai até o dia 28 de julho, em Brasília. Na programação estão previstos conferências, debates, lançamentos de livros, feiras, saraus e shows, além de outras atividades. A programação completa pode ser acessada no site do evento: www.latinidades.com

Cineastas chamam a atenção para seleção de filmes e planejamento das aulas

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante

Nova lei pretende levar o cinema brasileiro para todas as escolas. Agora, elas terão que exibir mensalmente pelo menos duas horas de filmes produzidos no Brasil. Para cineastas e especialistas, a exibição obrigatória vai ajudar a escoar a produção nacional, além de formar plateia. Será necessário, no entanto, cuidado na seleção dos filmes e no planejamento das aulas.

"Há pelo menos duas formas de o cinema entrar na sala de aula: uma, a mais danosa para a sociedade brasileira, quando entra como substituto do professor ou como simples dispositivo para compensar buraco na ausência do professor. A outra é o cinema como espécie de mediação para que os alunos comecem a entender o mundo. Aí está a grande potência, até mesmo política", explica a professora e pesquisadora Ramayana Lira – integrante do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual.

Ramayana explica que existe uma especificidade na linguagem audiovisual, que não se trata apenas do conteúdo mostrado no filme, mas também da estética e de outros elementos. Para trabalhar as produções por completo, os professores devem ser capacitados. Segundo ela, é importante a participação dos pesquisadores em cinema nesse processo, além do Poder Público e dos próprios produtores, que terão mais uma canal de divulgação das obras.

"Deve haver uma preocupação com os filmes adequados a determinadas faixas etárias, se os filmes funcionam interdisciplinarmente ou só em uma disciplina. A mesma discussão que existe para a escolha dos livros didáticos deverá ocorrer com os filmes", defende.

Para o professor da Universidade de São Paulo (USP) Marciel Consani, a exibição dos filmes em todas as escolas do país será "uma tarefa desafiadora". Não há um hábito de ir ao cinema para ver filme brasileiro", diz ele, que é especialista em educomunicação. "A escola é uma plataforma interessante para criar esse hábito. Mas isso tem que ser feito da maneira correta, amparada metodologicamente, para que não se consiga o contrário, traumatizar os jovens com filmes maçantes e desinteressantes."

Um filme, segundo Consani, é um produto indivisível que deve ser analisado como obra completa. A exibição de trechos de filmes para que se dê tempo de analisá-los em um a aula pode ser algo danoso. A sugestão para tempos menores é que os professores escolham média e curta-metragens. Outra preocupação é não usar como verdade filmes que contenham erros históricos, por se tratarem de adaptações.

Nas salas de cinema, os filmes brasileiros têm ganhado espaço e público. Segundo o Informe de Acompanhamento do Mercado do primeiro trimestre de 2014 da Agência Nacional do Cinema (Ancine), no período, foram vendidos 35,8 milhões de ingressos. O público para filmes brasileiros aumentou em 15,9% em relação aos três primeiros meses de 2013, enquanto os estrangeiros tiveram uma redução de 0,6%. Apesar disso, as produções estrangeiras ainda detêm a maior parte da audiência (79,6% dos ingressos).

"O maior gargalo do cinema brasileiro é a distribuição. Fabricamos, fazemos filmes, mas eles não chegam às salas, ficamos a ver navios", diz o diretor de cinema Cláudio Assis. Seus longa-metragens Amarelo Manga (2002), Baixio das Bestas (2006) e Febre do Rato (2011) foram premiados em festivais de cinema nacionais e internacionais e todos receberam o título de melhor filme por um ou mais júri. As produções, no entanto, chegaram a poucas salas de cinema no Brasil.

"Nas escolas vamos ter a possibilidade de contribuir culturalmente para a formação social, a possibilidade de educar a criança para um olhar sobre a realidade brasileira, sobre o cinema brasileiro. O Brasil precisa de formação de plateia", analisa Assis.

O informe da Ancine mostra que foram 17 estreias de filmes brasileiros no primeiro trimestre nas salas de cinema e apenas cinco tiveram mais de 100 mil espectadores. Segundo o vice-presidente da Associação Paulista dos Cineastas, Sérgio Rosizenblit, a maior parte da produção não é exibida no cinema. Para se ter ideia, apenas em São Paulo estão sendo produzidas 100 obras.

Rosizenblit diz que existem grupos de trabalho discutindo formas de escoar melhor a produção e que um diálogo mais próximo com as escolas poderá entrar em pauta. Com o cumprimento da lei, o cinema brasileiro chegará a mais de 190 mil escolas em todo o país, segundo o Censo Escolar de 2013. O número é bem maior que o de salas, que, de acordo com a Ancine, são 2.738 no Brasil. "As escolas são essenciais. Vão multiplicar os espaços de exibição."

Exibição de filmes nacionais nas escolas agora é lei


A exibição de obras do cinema brasileiro agora é componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas. Lei 13.006, publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de junho, determina que as escolas transmitam no mínimo duas horas de filmes nacionais para os alunos. O projeto, que tramitava na Câmara desde 2008, altera o artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.

O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.

A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.

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A exibição de obras do cinema brasileiro agora é componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas. Lei 13.006, publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de junho, determina que as escolas transmitam no mínimo duas horas de filmes nacionais para os alunos. O projeto, que tramitava na Câmara desde 2008, altera o artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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A exibição de obras do cinema brasileiro agora é componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas. Lei 13.006, publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de junho, determina que as escolas transmitam no mínimo duas horas de filmes nacionais para os alunos. O projeto, que tramitava na Câmara desde 2008, altera o artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
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