terça-feira, 29 de julho de 2014

“A História da Eternidade” é o grande vencedor do 6º Paulínia Film Festival

A História da Eternidade, primeiro longa de ficção do pernambucano Camilo Cavalcante, foi o grande vencedor do 6º Paulínia Film Festival, encerrado na noite deste domingo. O filme levou os Troféus Menina de Ouro de Melhor Filme, Diretor (Cavalcante), Ator (Irandhir Santos) e Atriz (dividido entre Marcélia Cartaxo, Zezita Matos e Debora Ingrid). 
O filme contra três histórias de amor e desejo num pequeno vilarejo do sertão nordestino, que revolucionam a paisagem afetiva de seus moradores. Numa delas, um artista (Irandhir) ajuda a sobrinha (Ingrid) a ver o mar pela primeira vez. Em outra, uma viúva (Cartaxo) começa a abrir seu coração para o cego do vilarejo. Na terceira, uma avó (Zezita) recebe a visita do neto que regressou de São Paulo, fugindo de um passado turbulento.

Em seis edições do festival, é a terceira vez que Irandhir (Tropa de Elite 2, a novela Meu Pedacinho de Chão) vence a Menina de Ouro de Melhor Ator. Em 2009, ele venceu pelo filme Olhos Azuis, de José Joffily, e em 2011 por Febre do Rato, de Cláudio Assis.

Casa Grande, primeiro longa de ficção de Fellipe Barbosa, também ficou com quatro prêmios: o Prêmio Especial do Júri, Ator Coadjuvante (Marcello Novaes), Atriz Coadjuvante (Clarissa Pinheiro) e Roteiro (Fellipe e Karen Sztajnberg). O filme conta a história de Jean, adolescente de 17 anos de classe alta no Rio de Janeiro que faz suas primeiras descobertas afetivas e sexuais, enquanto toma consciência das divisões de classe e de raça ao seu redor.

Boa Sorte, de Carolina Jabor, história da relação entre um adolescente de 17 anos e uma moça com problemas psiquiátricos (Deborah Secco) ficou com o Prêmio do Público e Direção de Arte (Claudio Amaral Peixoto). Sangue Azul, de Lírio Ferreira, venceu os Troféus de Melhor Fotografia (Mauro Pinheiro Jr) e Figurino (Juliana Prysthon).

Também foram premiados o musical Sinfonia da Necrópole (Melhor Trilha Sonora), o documentário Aprendi a Jogar com Você (Montagem) e o docudrama Castanha (Som). 

Entre os curtas-metragens, O Clube, de Allan Ribeiro, sobre um antigo clube de drag queens no Rio, foi o grande vencedor com quatro prêmios: Troféu Menina de Ouro de Melhor Filme, Direção, Prêmio do Público e da Crítica (Júri Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema). O Bom Comportamento, de Eva Randolph levou o prêmio especial do júri e Edifício Tatuapé Mahal, de Carolina Markowicz e Fernanda Salloun, o de melhor roteiro.

Ao longo de cinco dias de sessões gratuitas e abertas ao público, o Festival recebeu um total de 24 mil espectadores.

A cerimônia de encerramento foi apresentada pelos atores Caio Blat (“Alemão”, as novelas “Joia Rara” e “Império”) e Tainá Muller (“Tropa de Elite 2”, a novela “Em Família”). 

LISTA COMPLETA DA PREMIAÇÃO

Filmes de longa-metragem

Melhor Filme: R$ 300.000: A HISTÓRIA DA ETERNIDADE, de Camilo Cavalcante

Melhor Direção: R$ 50.000: CAMILO CAVALCANTE, por A História da Eternidade

Melhor Ator: R$ 30.000: IRANDHIR SANTOS, por A História da Eternidade

Melhor Atriz: R$ 30.000: MARCÉLIA CARTAXO, ZEZITA MATOS E DEBORA INGRID, por A História da Eternidade

Melhor Ator coadjuvante: R$ 15.000: MARCELLO NOVAES, por Casa Grande

Melhor Atriz coadjuvante: R$ 15.000: CLARISSA PINHEIRO, por Casa Grande

Melhor Roteiro: R$ 15.000: FELLIPE BARBOSA E KAREN SZTAJNBERG, por Casa Grande

Melhor Fotografia: R$ 15.000: MAURO PINHEIRO JÚNIOR, por Sangue Azul

Melhor Montagem: R$ 15.000: EVA RANDOLPH, por Aprendi a Jogar com Você

Melhor Som: R$ 15.000: TIAGO BELLO por Castanha

Melhor Direção de arte: R$ 15.000: CLAUDIO AMARAL PEIXOTO, por Boa Sorte

Melhor Trilha Sonora: R$ 15.000: JULIANA ROJAS, MARCO DUTRA E RAMIRO MURILO, por Sinfonia da Necropole

Melhor Figurino : R$ 15.000: JULIANA PRYSTHON, por Sangue Azul

Especial Júri: R$ 100.000: FELLIPE BARBOSA, por Casa Grande

Filmes de curta-metragem

Melhor filme: R$ 30.000: O CLUBE, de Allan Ribeiro

Melhor Direção: R$ 20.000: ALLAN RIBEIRO, por O Clube

Melhor Roteiro: R$ 15.000: CAROLINA MARKOWICZ E FERNANDA SALLOUM, por Edifício Tatuapé Mahal

Especial Júri: R$ 20.000: O BOM COMPORTAMENTO, de Eva Randolph

Prêmio do Público

Melhor longa-metragem: R$ 50.000: BOA SORTE, de Carolina Jabor

Melhor curta-metragem : R$ 20.000: O CLUBE, de Allan Ribeiro

JÚRI ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema

Melhor longa-metragem: A HISTÓRIA DA ETERNIDADE, de Camilo Cavalcante 
Melhor curta-metragem: O CLUBE, de Allan Ribeiro

Visite também: https://www.youtube.com/channel/UCeLLACJcjMdBwGDsuF3RVNQ/video

Fonte:  http://pauliniafilmfestival.com.br

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Mostra Yemanjá 2ª Temporada apresenta: FUTURO DO PRETÉRITO: TROPICALISMO NOW!


Dando continuidade as atividades da 3ª Bienal da Bahia o Cineclube Mocamba apresentará o filme: FUTURO DO PRETÉRITO: TROPICALISMO NOW!. O filme apresenta um olhar direcionado para um dos movimentos culturais mais efervescentes da história do Brasil, a Tropicália. O filme reúne entrevistas, intervenções artísticas, esquetes e imagens de show de André Abujamra, realizado no Teatro Oficina, criando uma ligação entre os eventos ocorridos no final da década de 1960 e os dias atuais. 

Com direção de Ninho Moraes e Francisco César Filho, o filme faz parte do projeto Cinema Yemanjá desenvolvido através do convênio firmado entre o Estado da Bahia, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC e a FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA, Vitrine Filmes, Cinemateca da Embaixada da França no Brasil.
 
Comentários: Marco Tomazzoni enviado a Gramado

"É como se o filme levasse ao pé da letra a ideia antropofágica tropicalista, de deglutir influências estrangeiras e devolvê-las na forma de um produto original. "Nossas ideias são o remix de outras", diz um dos personagens. O roteiro e a edição de "Tropicalismo Now" vão por esse caminho, remixando a seu bel prazer conceitos, ideias e imagens. Daí saem debates interessantes, como o papel dos tropicalistas, mesmo involuntário, na indústria cultural, e a teoria de que eles seriam uma versão do movimento hippie "sem a caretice anglo-saxã".

O resultado entretém, e só seria melhor se o show, espinha dorsal de "Futuro do Pretérito", fosse mais cativante. Interpretadas por convidados pouco conhecidos – os expoentes são Luiz Caldas e o ator Alexandre Nero –, as músicas perdem a força, inclusive pelas versões "coloridas" de Abujamra, que chegou a combinar, orgulhoso, ritmos de Zimbábue, Hungria e Cuba numa mesma canção. Nada mais tropicalista, verdade, mas não por isso mais inteligente ou agradável".

Essa ação só foi possível devido a parceria com a União dos Cineclubes da Bahia - UCCBA que apoio a atividade articulando a exibição do Cinema Yemanjá em 21 cineclubes da capital e do interior da Bahia. As exibições acontecerão até o final de setembro.

Programação:
02/08 - Anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia. Localizado na Travessa Pedro Gomes, nº 42, centro / Serra Grande / Município de Uruçuca / BA.

07/08 - Teatro Zélia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas.

Título: Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now 
Título Original: Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now                                                             País de produção: Brasil 
Ano de produção: 2012 
Diretor ou realizador: Ninho Moraes e Francisco César Filho 
Gênero: Documentário 
Duração: 76 minutos 
Idioma: Português Classificação indicativa: Livre

Produção:
- OCA - Centro de Agroecologia e Aducação da Mata Atlântica;
- Cineclube Mocamba.

Apoio:
- União de Cineclubes da Bahia;
- Conselho Nacional de Cineclubes;
- Mar Digital - Produtora Cineclubista.

Apoio local:
- BOX - Extrutura de Arte e Gastronomia;
- Grupo Afro Encantarte;
- Cineclube Encantarte;
- Cineclube Grapiúna Mario Gusmão;
- ACATE;
-ACAI - Ponto de Cultura;- Teatro Zélia Lessa.

Angela Davis critica ausência de negros no poder e na televisão no Brasil

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço
 
A fiiósofa, escritora, professora e ativista norte-americana Angela Davis criticou hoje (25) a ausência de negros nos espaços de poder e nos meios de comunicação no Brasil. "Não posso falar com autoridade no Brasil, mas às vezes não é preciso ser especialista para perceber que alguma coisa está errada em um país cuja maioria é negra e a representação é majoritariamente branca", disse. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade da população brasileira (50,7%) é negra.

Angela Davis integrou o grupo Panteras Negras e o Partido Comunista dos Estados Unidos e chegou a constar na lista dos dez fugitivos mais procurados pelo FBI (agência federal de investigação dos Estados Unidos). Ela foi presa na década de 1970 e inspirou a campanha Libertem Angela Davis, que angariou apoiadores em todo o mundo.
"Quantos senadores negros há no Brasil? Se olharmos para o Senado não saberíamos que os negros constituem mais de 50% da população brasileira", disse, em participação no Festival Latinidades 2014: Griôs da Diáspora Negra. "Sempre assisto TV no Brasil para ver como o país se representa e a TV brasileira nunca permitiu que se pensasse que a população é majoritariamente negra".

Apesar da constatação, Angela fez um alerta: "Não significa somente trazer pessoas negras para a esfera do poder, mas garantir que essas pessoas vão romper com os espaços de poder e não simplesmente se encaixar nesses espaços". A ativista citou o caso dos Estados Unidos, em que houve época em que não havia político negro e que atualmente é presidido por um negro, Barack Obama. "O que mudou?", perguntou, sem responder.

Angela voltou a comentar o conflito na Faixa de Gaza, entre Israel e Palestina. "Temos que reconhecer Israel como único Estado colonizador do século 21 que continua a se expandir. Da mesma forma que desafiamos o apartheid [na África do Sul], temos que lutar contra o apartheid israelense. Vidas de crianças estão sendo destruídas em Gaza", disse. "Temos que expressar nossa solidariedade ao povo da Palestina”.

Nesta quarta-feira (23), Angela defendeu o boicote a Israel como estratégia para barrar o conflito. A mais recente ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza começou no dia 8 de julho e foi seguida por uma intervenção terrestre iniciada na última quinta-feira (17). Quase 900 pessoas morreram, das quais 800 palestinos, a maioria civis, e 73 israelenses, 34 deles soldados. Hoje, Hamas e Israel aceitaram trégua de 12h para este sábado.

O Festival Latinidades 2014: Griôs da Diáspora Negra vai até o dia 28 de julho, em Brasília. Na programação estão previstos conferências, debates, lançamentos de livros, feiras, saraus e shows, além de outras atividades. A programação completa pode ser acessada no site do evento: www.latinidades.com

Cineastas chamam a atenção para seleção de filmes e planejamento das aulas

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante

Nova lei pretende levar o cinema brasileiro para todas as escolas. Agora, elas terão que exibir mensalmente pelo menos duas horas de filmes produzidos no Brasil. Para cineastas e especialistas, a exibição obrigatória vai ajudar a escoar a produção nacional, além de formar plateia. Será necessário, no entanto, cuidado na seleção dos filmes e no planejamento das aulas.

"Há pelo menos duas formas de o cinema entrar na sala de aula: uma, a mais danosa para a sociedade brasileira, quando entra como substituto do professor ou como simples dispositivo para compensar buraco na ausência do professor. A outra é o cinema como espécie de mediação para que os alunos comecem a entender o mundo. Aí está a grande potência, até mesmo política", explica a professora e pesquisadora Ramayana Lira – integrante do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual.

Ramayana explica que existe uma especificidade na linguagem audiovisual, que não se trata apenas do conteúdo mostrado no filme, mas também da estética e de outros elementos. Para trabalhar as produções por completo, os professores devem ser capacitados. Segundo ela, é importante a participação dos pesquisadores em cinema nesse processo, além do Poder Público e dos próprios produtores, que terão mais uma canal de divulgação das obras.

"Deve haver uma preocupação com os filmes adequados a determinadas faixas etárias, se os filmes funcionam interdisciplinarmente ou só em uma disciplina. A mesma discussão que existe para a escolha dos livros didáticos deverá ocorrer com os filmes", defende.

Para o professor da Universidade de São Paulo (USP) Marciel Consani, a exibição dos filmes em todas as escolas do país será "uma tarefa desafiadora". Não há um hábito de ir ao cinema para ver filme brasileiro", diz ele, que é especialista em educomunicação. "A escola é uma plataforma interessante para criar esse hábito. Mas isso tem que ser feito da maneira correta, amparada metodologicamente, para que não se consiga o contrário, traumatizar os jovens com filmes maçantes e desinteressantes."

Um filme, segundo Consani, é um produto indivisível que deve ser analisado como obra completa. A exibição de trechos de filmes para que se dê tempo de analisá-los em um a aula pode ser algo danoso. A sugestão para tempos menores é que os professores escolham média e curta-metragens. Outra preocupação é não usar como verdade filmes que contenham erros históricos, por se tratarem de adaptações.

Nas salas de cinema, os filmes brasileiros têm ganhado espaço e público. Segundo o Informe de Acompanhamento do Mercado do primeiro trimestre de 2014 da Agência Nacional do Cinema (Ancine), no período, foram vendidos 35,8 milhões de ingressos. O público para filmes brasileiros aumentou em 15,9% em relação aos três primeiros meses de 2013, enquanto os estrangeiros tiveram uma redução de 0,6%. Apesar disso, as produções estrangeiras ainda detêm a maior parte da audiência (79,6% dos ingressos).

"O maior gargalo do cinema brasileiro é a distribuição. Fabricamos, fazemos filmes, mas eles não chegam às salas, ficamos a ver navios", diz o diretor de cinema Cláudio Assis. Seus longa-metragens Amarelo Manga (2002), Baixio das Bestas (2006) e Febre do Rato (2011) foram premiados em festivais de cinema nacionais e internacionais e todos receberam o título de melhor filme por um ou mais júri. As produções, no entanto, chegaram a poucas salas de cinema no Brasil.

"Nas escolas vamos ter a possibilidade de contribuir culturalmente para a formação social, a possibilidade de educar a criança para um olhar sobre a realidade brasileira, sobre o cinema brasileiro. O Brasil precisa de formação de plateia", analisa Assis.

O informe da Ancine mostra que foram 17 estreias de filmes brasileiros no primeiro trimestre nas salas de cinema e apenas cinco tiveram mais de 100 mil espectadores. Segundo o vice-presidente da Associação Paulista dos Cineastas, Sérgio Rosizenblit, a maior parte da produção não é exibida no cinema. Para se ter ideia, apenas em São Paulo estão sendo produzidas 100 obras.

Rosizenblit diz que existem grupos de trabalho discutindo formas de escoar melhor a produção e que um diálogo mais próximo com as escolas poderá entrar em pauta. Com o cumprimento da lei, o cinema brasileiro chegará a mais de 190 mil escolas em todo o país, segundo o Censo Escolar de 2013. O número é bem maior que o de salas, que, de acordo com a Ancine, são 2.738 no Brasil. "As escolas são essenciais. Vão multiplicar os espaços de exibição."

Exibição de filmes nacionais nas escolas agora é lei


A exibição de obras do cinema brasileiro agora é componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas. Lei 13.006, publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de junho, determina que as escolas transmitam no mínimo duas horas de filmes nacionais para os alunos. O projeto, que tramitava na Câmara desde 2008, altera o artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.

O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.

A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.

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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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CineClube Mario Gusmão lança projeto “Caixa Anjo Negro”

O projeto “Caixa Anjo Negro” foi concebido dentro de uma proposta de fomento à prática cineclubista, aliando isso com a difusão de produções audiovisuais baianas de curta-metragem.

Nesse sentido, produzimos 1000 exemplares de um kit com um box de 4 DVDs contendo 43 curtas-metragens, Extras sobre o ator Mário Gusmão, catálogo com 27 críticas e um encarte voltado para educadores/as e a relação cinema-escola. Estamos disponibilizando exemplares da Caixa, de forma gratuita, para cineclubes, escolas, associações culturais e demais instituições que atuam nos campos da cultura, da educação e da comunicação.
Nós estruturamos um plano de distribuição que contempla sua entrega a iniciativas e organizações da Bahia, e em especial do Recôncavo Baiano. Entretanto, também estamos disponibilizando uma parcela dos kits para solicitações feitas através do site.

Caso você tenha interesse em obter um exemplar da Caixa, entre em contato conosco aqui (link para ficha de cadastro: https://docs.google.com/forms/d/1AOOkUvoO3uLyqAuvFGZ0Nf1EgctpBqNQe2CRPIFBSms/viewform). Nós faremos um cadastro com os/as interessados/as, priorizando projetos e instituições que mantenham cineclubes com funcionamento periódico, pontos de cultura, instituições contempladas pelo Cine Mais Cultura e Cine Mais Educação, e escolas que realizem ações na área de cinema e educação. Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o endereço: <projetoanjonegro@gmail.com>.


sexta-feira, 18 de julho de 2014

CineClube Mocamba dá inicio a 2ª Temporada do Cinema Yemanjá como parte das atividades da 3ª Bienal da Bahia no Litoral Sul com a exibição do filme "Le voyage extraordinaire".

O Cineclube Mocamba dá continuidade as atividades da 3ª Bienal da Bahia através da 2ª temporada do Cinema Yemanjá. Esse é um convênio firmado entre o Estado da Bahia, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC e a FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA em parceria com a Vitrine Filmes, empresa que se dedica a distribuição de produções sobretudo brasileiras e não comerciais, e com apoio da Cinemateca da Embaixada da França no Brasil, voltada ao estimulo da difusão no exterior de filmes, principalmente africanos.
Com uma lista de cerca de 80 filmes, o objetivo foi a criação de um acervo de títulos que quase não tiveram distribuição nas salas cinematográficas. Dessa forma, a equipe da Bienal quis garantir para cada cineclube exibições para além da Bienal. 

 Essa ação só foi possível devido a parceria com a União dos Cineclubes da Bahia - UCCBA que apoio a atividade articulando a exibição do Cinema Yemanjá em 21 cineclubes da capital e do interior da Bahia. As exibições acontecerão até o final de setembro. 
A lista dos cineclubes que fazem parte desse circuito esta no link: http://bienaldabahia2014.com.br/wp/espacos/

Na segunda temporada será exibido o filme:
Título: A viagem extraordinária
Título Originário: Le voyage extraordinaire
País de Produção:França
Ano de Produção: 2011
Diretor ou realizador: Eric Lange, Serge Bromberg
Gênero: Documentário em cores
Sinopse: Documentário sobre o fundamental "Viagem à Lua" (1902), clássico da ficção científica realizado por Georges Méliès e restaurado em 2010.
Duração: 65 minutos Idioma:DVD com legendas em português.
Classificação indicativa: Livre

Assistam o trailer do filme:

Local de exibição:
Data: 19/07/2014 às 19:30 h
Local: Anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia.
End: Travessa Pedro Gomes, nº 42, centro / Serra Grande / Município de Uruçuca / BA.
Entrada franca 

Em Itabuna as exibições do Cinema Yemanjá estarão acontecendo no Teatro Zélia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas, centro em Itabuna- BA, nos dias:
1) 07/08
2) 13/08 e
3) 20/08.

Em breve estaremos divulgando a programação com os filmes que serão exibidos em Itabuna.
Apoiam essa iniciativa:

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Reggae na Estrada - Ras Bernardo


SINOPSE

HELIO BENTES, CANTOR DA BANDA DE REGGAE PONTO DE EQUILÍBRIO, COLOCA O PE NA ESTRADA E VAI EM DIREÇÃO A BAIXADA FLUMINENSE NO RIO DE JANEIRO, PRA VISITAR UM DOS MESTRES DO REGGAE NACIONAL, O CANTOR E COMPOSITOR RÁS BERNARDO.

FICHA TÉCNICA 
REGGAE NA ESTRADA
APRESENTAÇAO: HELIO BENTES
DIREÇAO E ROTEIRO: PAULINHO SACRAMENTO
DIRECAO DE PRODUÇÃO: NEY CARLOS
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: ELFARA RAFAEL E CHRISTYAN RITSE 
REDAÇÃO: SHIRLEY CRUZ
PESQUISA: HELIO BENTES, KELVIN SILVA E PAULINHO SACRAMENTO. 
ARTE: SACRAMENTO23
CÂMERA: PAULINHO SACRAMENTO, ELFARA RAFAEL, SAMARA BERNARDO, CHRISTYANN RITSE E KELVIN SILVA
FOTOGRAFIA E EDIÇÃO: PAULINHO SACRAMENTO
MIXAGEM DE SOM: TIAGO LEAL
ANO 2012/13
FORMATO: DV/HDV DURACAO: 33 MINUTOS

SIMONAL – NINGUÉM SABE O DURO QUE DEI

Simonal – Ninguém sabe o duro que dei é um documentário brasileiro de 2009, dirigido por Micael Langer, Calvito Leral e Cláudio Manoel.
Fica difícil discordar de quem acha Wilson Simonal (1939-2000) um dos grandes intérpretes da música do país,Se é preciso reapresentar Simonal, adequadas são também as inserções de aspas de entrevistados. Em um documentário escudado em talking heads, faz toda a diferença ter gente que, além de saber do que está falando, sabe falar conciso. Aqui, por conta de uma lista de entrevistados que lidam com comunicação, de Chico Anysio a Nelson Motta.

Ruído Das Minas – O Heavy Metal mineiro

Guitarras pesadas, cabelos compridos, cruzes e demônios. O Heavy Metal mineiro se tornou um dos mais representativos do Brasil. Belo Horizonte deu origem a bandas como Overdose, Sarcófago e, uma das maiores do mundo, Sepultura. Ruído das Minas apresenta essa história contada por quem viveu intensamente os primórdios do Heavy Metal na capital mineira.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

CineClube Mocamba remarca data da apresentação do Cinema Yemanjá 3ª Bienal da Bahia em Itabuna

Devido ao jogo do Brasil estamos remarcando a apresentaçãodo Cinema Yemanjá dentro da programação da 3ª Bienal da Bahia em Itabuna para a quinta feira dia 19/06/2014 às 19 h no Teatro Zelia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas, centro em Itabuna- Ba.

Fones para contato do Teatro Zelia Lessa com Eva Lima 71 91462862 73 88186811/ 81393141 / 99778812
 
O filme que será exibido:
"As Hiper Mulheres".
 Sinopse:
País de produção: Brasil
Ano de produção: 2011
Diretor ou realizador: Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro
Gênero: Documentário
Sinopse: Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente.
Duração: 80 minutos
Idioma: Português
Classificação indicativa: 10 anos
O Filme faz parte do "Cinema Yemanjá" um convênio firmado entre o Estado da Bahia, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC e a FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA, especialmente para participar do projeto juntamente com o movimento cineclubista da Bahia através da União de Cineclubes da Bahia a UCCBA.

A entrada é franca.

Apoio:


terça-feira, 10 de junho de 2014

CineClube Mocamba e a 3ª Bienal da Bahia

Imagem Cláudio Lyrio

O Cineclube Mocamba iniciou sua participação na 3ª Bienal de Cultura da Bahia no sábado, dia 07 de junho em Serra Grande Bahia realizando a exibição do filme "As Hiper Mulheres" no anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia. O Filme faz parte do "Cinema Yemanjá" um convênio firmado entre o Estado da Bahia, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC e a FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA, especialmente para participar do projeto juntamente com o movimento cineclubista da Bahia através da União de Cineclubes da Bahia a UCCBA.
Imagem Cláudio Lyrio
A articulação dessa atividade ficou a cargo de Cláudio Lyrio, Alessandro (Makara) e Sofia Colaço. Confira abaixo o vídeo que preparamos sobre a exibição.






Agradecemos a direção do Box Estrutura de Arte e Gastronomia que nos recebeu de braços abertos.
A próxima apresentação será em Itabuna no dia 17/06/2014 às 19 no Teatro Zelia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas, centro em Itabuna- Ba.

País de produção: Brasil
Ano de produção: 2011
Diretor ou realizador: Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro
Gênero: Documentário
Sinopse: Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente.
Duração: 80 minutos
Idioma: Português
Classificação indicativa: 10 anos

A entrada é franca.