segunda-feira, 28 de julho de 2014

Cineastas chamam a atenção para seleção de filmes e planejamento das aulas

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante

Nova lei pretende levar o cinema brasileiro para todas as escolas. Agora, elas terão que exibir mensalmente pelo menos duas horas de filmes produzidos no Brasil. Para cineastas e especialistas, a exibição obrigatória vai ajudar a escoar a produção nacional, além de formar plateia. Será necessário, no entanto, cuidado na seleção dos filmes e no planejamento das aulas.

"Há pelo menos duas formas de o cinema entrar na sala de aula: uma, a mais danosa para a sociedade brasileira, quando entra como substituto do professor ou como simples dispositivo para compensar buraco na ausência do professor. A outra é o cinema como espécie de mediação para que os alunos comecem a entender o mundo. Aí está a grande potência, até mesmo política", explica a professora e pesquisadora Ramayana Lira – integrante do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual.

Ramayana explica que existe uma especificidade na linguagem audiovisual, que não se trata apenas do conteúdo mostrado no filme, mas também da estética e de outros elementos. Para trabalhar as produções por completo, os professores devem ser capacitados. Segundo ela, é importante a participação dos pesquisadores em cinema nesse processo, além do Poder Público e dos próprios produtores, que terão mais uma canal de divulgação das obras.

"Deve haver uma preocupação com os filmes adequados a determinadas faixas etárias, se os filmes funcionam interdisciplinarmente ou só em uma disciplina. A mesma discussão que existe para a escolha dos livros didáticos deverá ocorrer com os filmes", defende.

Para o professor da Universidade de São Paulo (USP) Marciel Consani, a exibição dos filmes em todas as escolas do país será "uma tarefa desafiadora". Não há um hábito de ir ao cinema para ver filme brasileiro", diz ele, que é especialista em educomunicação. "A escola é uma plataforma interessante para criar esse hábito. Mas isso tem que ser feito da maneira correta, amparada metodologicamente, para que não se consiga o contrário, traumatizar os jovens com filmes maçantes e desinteressantes."

Um filme, segundo Consani, é um produto indivisível que deve ser analisado como obra completa. A exibição de trechos de filmes para que se dê tempo de analisá-los em um a aula pode ser algo danoso. A sugestão para tempos menores é que os professores escolham média e curta-metragens. Outra preocupação é não usar como verdade filmes que contenham erros históricos, por se tratarem de adaptações.

Nas salas de cinema, os filmes brasileiros têm ganhado espaço e público. Segundo o Informe de Acompanhamento do Mercado do primeiro trimestre de 2014 da Agência Nacional do Cinema (Ancine), no período, foram vendidos 35,8 milhões de ingressos. O público para filmes brasileiros aumentou em 15,9% em relação aos três primeiros meses de 2013, enquanto os estrangeiros tiveram uma redução de 0,6%. Apesar disso, as produções estrangeiras ainda detêm a maior parte da audiência (79,6% dos ingressos).

"O maior gargalo do cinema brasileiro é a distribuição. Fabricamos, fazemos filmes, mas eles não chegam às salas, ficamos a ver navios", diz o diretor de cinema Cláudio Assis. Seus longa-metragens Amarelo Manga (2002), Baixio das Bestas (2006) e Febre do Rato (2011) foram premiados em festivais de cinema nacionais e internacionais e todos receberam o título de melhor filme por um ou mais júri. As produções, no entanto, chegaram a poucas salas de cinema no Brasil.

"Nas escolas vamos ter a possibilidade de contribuir culturalmente para a formação social, a possibilidade de educar a criança para um olhar sobre a realidade brasileira, sobre o cinema brasileiro. O Brasil precisa de formação de plateia", analisa Assis.

O informe da Ancine mostra que foram 17 estreias de filmes brasileiros no primeiro trimestre nas salas de cinema e apenas cinco tiveram mais de 100 mil espectadores. Segundo o vice-presidente da Associação Paulista dos Cineastas, Sérgio Rosizenblit, a maior parte da produção não é exibida no cinema. Para se ter ideia, apenas em São Paulo estão sendo produzidas 100 obras.

Rosizenblit diz que existem grupos de trabalho discutindo formas de escoar melhor a produção e que um diálogo mais próximo com as escolas poderá entrar em pauta. Com o cumprimento da lei, o cinema brasileiro chegará a mais de 190 mil escolas em todo o país, segundo o Censo Escolar de 2013. O número é bem maior que o de salas, que, de acordo com a Ancine, são 2.738 no Brasil. "As escolas são essenciais. Vão multiplicar os espaços de exibição."

Exibição de filmes nacionais nas escolas agora é lei


A exibição de obras do cinema brasileiro agora é componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas. Lei 13.006, publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de junho, determina que as escolas transmitam no mínimo duas horas de filmes nacionais para os alunos. O projeto, que tramitava na Câmara desde 2008, altera o artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.

O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.

A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.

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A exibição de obras do cinema brasileiro agora é componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas. Lei 13.006, publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de junho, determina que as escolas transmitam no mínimo duas horas de filmes nacionais para os alunos. O projeto, que tramitava na Câmara desde 2008, altera o artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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Assinada pela presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo ministro da Educação, José Henrique Paim a lei modifica o texto das diretrizes básicas da educação do país, para incluir a exibição dos filmes nacionais como componente curricular complementar integrado à proposta pedagógica das escolas.
O autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), argumentou que o cinema é “a arte mais fácil para ser levada às escolas” e acredita que com a medida, alunos poderão adquirir o hábito de frequentar as salas de cinema.
A Lei nº9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação do país, já prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório do componente curricular, assim como o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, como o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
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CineClube Mario Gusmão lança projeto “Caixa Anjo Negro”

O projeto “Caixa Anjo Negro” foi concebido dentro de uma proposta de fomento à prática cineclubista, aliando isso com a difusão de produções audiovisuais baianas de curta-metragem.

Nesse sentido, produzimos 1000 exemplares de um kit com um box de 4 DVDs contendo 43 curtas-metragens, Extras sobre o ator Mário Gusmão, catálogo com 27 críticas e um encarte voltado para educadores/as e a relação cinema-escola. Estamos disponibilizando exemplares da Caixa, de forma gratuita, para cineclubes, escolas, associações culturais e demais instituições que atuam nos campos da cultura, da educação e da comunicação.
Nós estruturamos um plano de distribuição que contempla sua entrega a iniciativas e organizações da Bahia, e em especial do Recôncavo Baiano. Entretanto, também estamos disponibilizando uma parcela dos kits para solicitações feitas através do site.

Caso você tenha interesse em obter um exemplar da Caixa, entre em contato conosco aqui (link para ficha de cadastro: https://docs.google.com/forms/d/1AOOkUvoO3uLyqAuvFGZ0Nf1EgctpBqNQe2CRPIFBSms/viewform). Nós faremos um cadastro com os/as interessados/as, priorizando projetos e instituições que mantenham cineclubes com funcionamento periódico, pontos de cultura, instituições contempladas pelo Cine Mais Cultura e Cine Mais Educação, e escolas que realizem ações na área de cinema e educação. Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o endereço: <projetoanjonegro@gmail.com>.


sexta-feira, 18 de julho de 2014

CineClube Mocamba dá inicio a 2ª Temporada do Cinema Yemanjá como parte das atividades da 3ª Bienal da Bahia no Litoral Sul com a exibição do filme "Le voyage extraordinaire".

O Cineclube Mocamba dá continuidade as atividades da 3ª Bienal da Bahia através da 2ª temporada do Cinema Yemanjá. Esse é um convênio firmado entre o Estado da Bahia, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC e a FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA em parceria com a Vitrine Filmes, empresa que se dedica a distribuição de produções sobretudo brasileiras e não comerciais, e com apoio da Cinemateca da Embaixada da França no Brasil, voltada ao estimulo da difusão no exterior de filmes, principalmente africanos.
Com uma lista de cerca de 80 filmes, o objetivo foi a criação de um acervo de títulos que quase não tiveram distribuição nas salas cinematográficas. Dessa forma, a equipe da Bienal quis garantir para cada cineclube exibições para além da Bienal. 

 Essa ação só foi possível devido a parceria com a União dos Cineclubes da Bahia - UCCBA que apoio a atividade articulando a exibição do Cinema Yemanjá em 21 cineclubes da capital e do interior da Bahia. As exibições acontecerão até o final de setembro. 
A lista dos cineclubes que fazem parte desse circuito esta no link: http://bienaldabahia2014.com.br/wp/espacos/

Na segunda temporada será exibido o filme:
Título: A viagem extraordinária
Título Originário: Le voyage extraordinaire
País de Produção:França
Ano de Produção: 2011
Diretor ou realizador: Eric Lange, Serge Bromberg
Gênero: Documentário em cores
Sinopse: Documentário sobre o fundamental "Viagem à Lua" (1902), clássico da ficção científica realizado por Georges Méliès e restaurado em 2010.
Duração: 65 minutos Idioma:DVD com legendas em português.
Classificação indicativa: Livre

Assistam o trailer do filme:

Local de exibição:
Data: 19/07/2014 às 19:30 h
Local: Anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia.
End: Travessa Pedro Gomes, nº 42, centro / Serra Grande / Município de Uruçuca / BA.
Entrada franca 

Em Itabuna as exibições do Cinema Yemanjá estarão acontecendo no Teatro Zélia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas, centro em Itabuna- BA, nos dias:
1) 07/08
2) 13/08 e
3) 20/08.

Em breve estaremos divulgando a programação com os filmes que serão exibidos em Itabuna.
Apoiam essa iniciativa:

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Reggae na Estrada - Ras Bernardo


SINOPSE

HELIO BENTES, CANTOR DA BANDA DE REGGAE PONTO DE EQUILÍBRIO, COLOCA O PE NA ESTRADA E VAI EM DIREÇÃO A BAIXADA FLUMINENSE NO RIO DE JANEIRO, PRA VISITAR UM DOS MESTRES DO REGGAE NACIONAL, O CANTOR E COMPOSITOR RÁS BERNARDO.

FICHA TÉCNICA 
REGGAE NA ESTRADA
APRESENTAÇAO: HELIO BENTES
DIREÇAO E ROTEIRO: PAULINHO SACRAMENTO
DIRECAO DE PRODUÇÃO: NEY CARLOS
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: ELFARA RAFAEL E CHRISTYAN RITSE 
REDAÇÃO: SHIRLEY CRUZ
PESQUISA: HELIO BENTES, KELVIN SILVA E PAULINHO SACRAMENTO. 
ARTE: SACRAMENTO23
CÂMERA: PAULINHO SACRAMENTO, ELFARA RAFAEL, SAMARA BERNARDO, CHRISTYANN RITSE E KELVIN SILVA
FOTOGRAFIA E EDIÇÃO: PAULINHO SACRAMENTO
MIXAGEM DE SOM: TIAGO LEAL
ANO 2012/13
FORMATO: DV/HDV DURACAO: 33 MINUTOS

SIMONAL – NINGUÉM SABE O DURO QUE DEI

Simonal – Ninguém sabe o duro que dei é um documentário brasileiro de 2009, dirigido por Micael Langer, Calvito Leral e Cláudio Manoel.
Fica difícil discordar de quem acha Wilson Simonal (1939-2000) um dos grandes intérpretes da música do país,Se é preciso reapresentar Simonal, adequadas são também as inserções de aspas de entrevistados. Em um documentário escudado em talking heads, faz toda a diferença ter gente que, além de saber do que está falando, sabe falar conciso. Aqui, por conta de uma lista de entrevistados que lidam com comunicação, de Chico Anysio a Nelson Motta.

Ruído Das Minas – O Heavy Metal mineiro

Guitarras pesadas, cabelos compridos, cruzes e demônios. O Heavy Metal mineiro se tornou um dos mais representativos do Brasil. Belo Horizonte deu origem a bandas como Overdose, Sarcófago e, uma das maiores do mundo, Sepultura. Ruído das Minas apresenta essa história contada por quem viveu intensamente os primórdios do Heavy Metal na capital mineira.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

CineClube Mocamba remarca data da apresentação do Cinema Yemanjá 3ª Bienal da Bahia em Itabuna

Devido ao jogo do Brasil estamos remarcando a apresentaçãodo Cinema Yemanjá dentro da programação da 3ª Bienal da Bahia em Itabuna para a quinta feira dia 19/06/2014 às 19 h no Teatro Zelia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas, centro em Itabuna- Ba.

Fones para contato do Teatro Zelia Lessa com Eva Lima 71 91462862 73 88186811/ 81393141 / 99778812
 
O filme que será exibido:
"As Hiper Mulheres".
 Sinopse:
País de produção: Brasil
Ano de produção: 2011
Diretor ou realizador: Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro
Gênero: Documentário
Sinopse: Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente.
Duração: 80 minutos
Idioma: Português
Classificação indicativa: 10 anos
O Filme faz parte do "Cinema Yemanjá" um convênio firmado entre o Estado da Bahia, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC e a FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA, especialmente para participar do projeto juntamente com o movimento cineclubista da Bahia através da União de Cineclubes da Bahia a UCCBA.

A entrada é franca.

Apoio:


terça-feira, 10 de junho de 2014

CineClube Mocamba e a 3ª Bienal da Bahia

Imagem Cláudio Lyrio

O Cineclube Mocamba iniciou sua participação na 3ª Bienal de Cultura da Bahia no sábado, dia 07 de junho em Serra Grande Bahia realizando a exibição do filme "As Hiper Mulheres" no anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia. O Filme faz parte do "Cinema Yemanjá" um convênio firmado entre o Estado da Bahia, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC e a FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA, especialmente para participar do projeto juntamente com o movimento cineclubista da Bahia através da União de Cineclubes da Bahia a UCCBA.
Imagem Cláudio Lyrio
A articulação dessa atividade ficou a cargo de Cláudio Lyrio, Alessandro (Makara) e Sofia Colaço. Confira abaixo o vídeo que preparamos sobre a exibição.






Agradecemos a direção do Box Estrutura de Arte e Gastronomia que nos recebeu de braços abertos.
A próxima apresentação será em Itabuna no dia 17/06/2014 às 19 no Teatro Zelia Lessa, localizado na Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas, centro em Itabuna- Ba.

País de produção: Brasil
Ano de produção: 2011
Diretor ou realizador: Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro
Gênero: Documentário
Sinopse: Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente.
Duração: 80 minutos
Idioma: Português
Classificação indicativa: 10 anos

A entrada é franca.

CineClube Mocamba participa de Oficina de trilha sonora durante IV FECIBA em Ilhéus

Imagem Cláudio Lyrio
O CineClube mocamba participou da oficina de trilha sonora ministrada pelo instrutor David Tygel durante o IV FECIBA. A oficina aconteceu no Cine Santa Clara durante os dias 02 a 04/06.
A oficina trouxe uma abordagem ampla da interação som/imagem, através das interfaces narrativas entre a música e o cinema, desde o cinema silencioso aos dias de hoje, em várias cinematografias. A oficina trabalhou teoria e prática do processo de criação e sincronização de uma trilha a um filme, em ficção e documentário.
Imagem Cláudio Lyrio

David Tygel é músico, compositor, diretor musical, cantor e professor. Formado em Licenciatura em Música, com Especialização em Educação Musical, atualmente leciona em diversos cursos de extensão da PUC-Rio e no curso de Música para Cinema e TV do Conservatório Brasileiro de Música. Integra o grupo vocal Boca Livre desde a sua criação em 1979. Foi professor convidado da Escuela de Cinema de Los Baños em Cuba, e do Instituto M_EIA de Cabo Verde. Deu palestras na PUC/Santiago do Chile, no CCC da Cidade do México. Compôs as trilhas de trinta e cinco longas metragens, entre eles: “O Homem da Capa Preta” (1986), dirigido por Sérgio Rezende e o documentário “O homem pode voar” (2006) dirigido por Nelson Hoineff. Sua filmografia compreende ainda curtas metragens como: “Trancado por Dentro” (1989), com direção de Arthur Fontes, “Como se Morre no Cinema” (2002), dirigido por Luelane Loyola, entre outros.
 
 
Segundo Tygel, as escolhas das oficinas nesta quarta edição do FECIBA foram especialmente importantes porque abrem portas para setores menos visados no audiovisual. O cinema não é feito apenas pelo diretor, mas composto por diversas linguagens artísticas. Então, estas oficinas possibilitam as pessoas a conhecerem e se interessarem por outros setores.

No meu caso, que trabalho com música, sei que o Brasil é um país musical e todo mundo toca um violão. Porém, trilha sonora não é isso. É preciso ter um know-how para colocar a trilha sonora a serviço de uma narrativa. A trilha sonora não é uma muleta do cinema; ela não é capaz apenas de conduzir para o drama ou para a comédia. Ela é muito mais e pode traduzir o que os personagens estão pensando ou sentindo.
 
Ao mesmo tempo, a música não é o centro das atenções. O centro das atenções é a história. A música é um acessório, um fio condutor da história, que está em primeiro lugar. É o diretor que conta a história; se o músico, a serviço da trilha sonora, não compreende isso, ele deve ser desligado da equipe de produção. Aliás, o profissional de trilha sonora deve sim ser um grande músico, deve fazer arranjos, tocar piano, etc.
 
Em relação à oficina, considero que ela foi especialmente rica, pois os alunos participaram ativamente. Já ministrei várias oficinas, mas destaco esta daqui do FECIBA: a qualidade da participação foi excelente. Sucesso para mim é isso.

Propus para a turma a criação de uma história, estimulada por uma música instrumental do pianista e compositor francês Michel Legrand. A música tem vários climas nos seus quatro minutos e meio de duração. O trabalho é individual. Trabalho com esta ideia há dez anos fazendo oficinas e já levei para todo o Brasil, para o Senegal, Chile, Cabo Verde… Quando os alunos na oficina do IV FECIBA se apresentaram, a mesma música virou morte, pingo d’água, pássaro… Os alunos deram um show!

Confira o vídeo que o CineClube Mocamba preparou sobre a oficina:
 

Agradecemos desde já a todos e todas que participaram da oficina e em especial um agradecimento ao David Tygel e a coordenação do FECIBA.


 
 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Hoje tem abertura do Festival CINEfoot em Salvador. Festival de Cinema de Futebol


Em junho a Bahia recebe o CINEfoot Tour 2014 – Festival de Cinema do Futebol
(o curta No Mundo da Bola, de Fausto Junior, participa da programação).
 
Antes dos jogos da Copa do Mundo, na Arena Fonte Nova, o futebol vai ter espaço garantido nas telas de cinema da Bahia, a partir de 4 de junho. O CINEfoot Tour 2014 – Festival de Cinema de Futebol, vai levar para Salvador, Riachão do Jacuípe, Pintadas e Boipeba uma programação composta por curta-metragens baianos e longa-metragens nacionais e internacionais. Todas as sessões são gratuitas e abertas ao público. É a segunda vez que o evento, que já acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro há 5 anos, desembarca na Bahia. A primeira foi na Copa das Confederações, em 2013.

Nos dias 4, 5 e 6 de junho, o CINEfoot Tour 2014 aportou nas cidades de Pintadas e Riachão do Jacuípe, onde, além da mostra de filmes, aconteceu uma oficina de produção audiovisual promovida por Fabíola Aquino, da Obá Cacauê Produções, produtora local do CINEfoot Tour 2014 na Bahia. Em Salvador, o CINEfoot entra em campo nos dias 9, 10 e 11 de junho no Instituto Cultural Brasil Alemanha (ICBA). Na sequência, o festival segue para Boipeba nos dias 28, 29 e 30 de junho.
 
Filmes que serão exibidos hoje em Salvador:
 
VIROU O JOGO: A HISTÓRIA DE PINTADAS
Direção: Marcelo Villanova (BA) | 26 min


Em Pintadas, na região do semiárido baiano, o machismo era um comportamento absolutamente normal. As leis eram para os homens e pelos homens, como em tantos lugarejos espalhados pelo Brasil. “Virou o Jogo: A História de Pintadas” revela histórias de mulheres que venceram o machismo, através de organizações e fizeram nascer uma nova ordem, mudando conceitos, educando homens e jogando bola.


JOÃO
Direção: André Iki Siqueira e Beto Macedo (RJ) | 90 min

Jogador, técnico, jornalista e polemista, João Saldanha (1917-1990) sempre foi bom de briga.
 
Local: ICBA às 20h


Mais informações visite: http://faustojunior.com/blog/festival-cinefoot-na-bahia/ 

Cinemas em Rede exibe longa-metragem “Limite”, de 1931

O Projeto Cinemas em Rede exibe o longa-metragem “Limite”, de 1931, na próxima terça-feira (10/06), às 19h, na SaladeArte Cinema da UFBA. A entrada é franca.
Dirigido, roteirizado e produzido por Mário Peixoto, o longa-metragem de ficção, silencioso, foi restaurado pela Cinemateca Brasileira, em parceria com a World Cinema Foundation e o laboratório Immagine Ritovata.

Limite” é um clássico do cinema brasileiro. Produzido num momento de transição do cinema mudo para o sonoro, o filme apresentava na época inovações em fotografia, montagem e narrativa, não linear. A obra de Mário Peixoto foi reconhecida como Patrimônio Regional pela Unesco, em 2009.
Sinopse
"(...) um tema, uma situação e três histórias. O tema, a ânsia do homem pelo infinito, seu clamor e sua derrota. A situação, um barco perdido no oceano com três náufragos - um homem e duas mulheres. As três histórias são aquelas que os personagens mutuamente se contam. Na situação se esboça o tema que as três histórias desenvolvem. A tragédia cósmica se passa no barco. E para ele convergem as histórias. O filme começa no barco e no barco marca-se o seu tom. Os náufragos estão abatidos, deixaram de remar e parecem conformados com seu destino. Uma das mulheres dá um biscoito ao homem e conta sua história. A mulher foge da prisão com a cumplicidade do carcereiro, despreza-o, foge mas não encontra a paz. Tenta trabalhar - costurar - mas a monotonia a esmaga. Com a notícia de sua fuga, ela parte novamente. O homem reanima a outra moça caída no fundo do barco. Ela também conta sua história. Um casamento infeliz e desastrado com um pianista bêbado que toca em cinemas. A mulher sente-se esmagada pela monotonia e pela tirania dos laços de seu casamento. Recorda o homem em toda a sua degradação, desespera e foge. No barco, a primeira mulher tenta desesperadamente remar: mãos e remo são inúteis. Os outros dois olham-na, vencidos e conformados. O homem conta sua história. Ele, viúvo, tem um caso de amor com uma mulher casada. Há alegria e tristeza. Visitando o túmulo de sua esposa encontra o marido da amante que lhe diz que ela é leprosa. Desespero, angústia, terror - e fuga. No barco a água acaba. Um barril visto ao longe pode ser a salvação: o homem pula na água e não reaparece à tona. Em desespero a segunda mulher se atira à primeira, que a agride. Uma fica prostrada, a outra chora. Desencadeia-se uma tempestade - uma longa seqüência catártica que resolve o filme em termos de tema e ritmo. No mar calmo que retorna está apenas a primeira mulher agarrada a um destroço. Lentamente dissolve-se num mar de luzes". (FCDF/LMP).
 
 
Sobre o Projeto Cinemas em Rede:
O Projeto Cinemas em Rede é um projeto inovador de compartilhamento e difusão de conteúdos audiovisuais, pela internet de alta capacidade, via CiPê, coordenado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa- RNP em parceria com os Ministérios da Cultura (MinC) e Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Quatro Instituições participam desta fase piloto do Projeto: a UFRGS (Cinema Universitário- Sala Redenção); USP (CINUSP e Escola de Comunicação e Artes -ECA); UFBA (Saladearte Cinema da UFBA) e a Fundação Joaquim Nabuco - FUNDAJ, em Recife. Uma das possibilidades do projeto é compartilhar conteúdos, mostras e ciclos em tempo real entre estes pontos de cinema. Na UFBA, o projeto é coordenado pela Pró-Reitoria de Extensão Universitária (Proext) e conta com o apoio da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) da UFBA e do Grupo Sala de Arte.

Mais informações sobre “Limite”:

Longa-metragem / Silencioso / Ficção

Material original

35mm, BP, 120min, 3.340m, 16q, Vitaphone

Elenco:

Breno, Olga (Mulher n.1)

Rei, Taciana (Mulher n.2)

Santos, Carmen (Prostituta do cais)

Schnoor, Raul (Homem n.1)

Pedreira, Brutus (Homem n.2)

Peixoto, Mário (Homem do cemitério)

Brazil, Edgar (Espectador adormecido)

Data e local de produção:

Ano: 1931

Início: 1930.04.00

Final: 1931.05.00

Início de filmagem: 1930.05.00c

Final de filmagem: 1930.12.00c

País: BR

Cidade: Rio de Janeiro

Estado: DF

Data e local de lançamento

Pré-lançamento: 1931.05.17

Local de pré-lançamento: Rio de Janeiro

Sala(s): Capitólio, em sessão especial para o Chaplin Club

Circuito exibidor

Exibido no Rio de Janeiro, em 19.01.1932, no Eldorado.

Gênero

Experimental; Drama

Produção: Peixoto, Mário

Argumento/roteiro

Argumento: Peixoto, Mário

Roteiro: Peixoto, Mário

Direção

Direção: Peixoto, Mário

Assistência de direção: Cósta, Rui

Fotografia

Câmera: Brazil, Edgar

Assistência de câmera: Cósta, Rui

Iluminação: Brazil, Edgar

Montagem

Montagem: Peixoto, Mário; Brazil, Edgar

Música

Música de: Satie, Erik; Debussy, Claude-Achille; Prokofiev, Serghei Sergheievitch; Ravel, Maurice; Stravinsky, Igor; Borodin, Aleksandr Porfirevitch; Franck, César

Trilha musical: Pedreira, Brutus

Locação: Mangaratiba - RJ
Fonte:
http://www.proext.ufba.br/cinemas-em-rede-exibe-longa-metragem-limite-de-193

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Mostra de filmes brasileiros com audiodescrição - Mostra Terceiro Olho - Cinema para todos os sentidos

Nos dias 06, 07 e 08 de Junho de 2014, Salvador sediará a Mostra Terceiro Olho — cinema para todos os sentidos, mostra inclusiva de cinema que contempla a diversidade da produção contemporânea de curtas-metragens brasileiros.

O evento é uma realização da Malta Cinema & Som. É gratuito, aberto a toda comunidade e com filmes para todas as idades.

Durante três dias, serão exibidos onze curtas-metragens com audiodescrição e promovidos debates com realizadores e atores políticos que pensam a acessibilidade de pessoas com deficiência visual na cultura. O público terá a oportunidade de votar e escolher os melhores filmes. Ao final da Mostra, dois prêmios serão oferecidos aos curtas eleitos para estimular a produção de outros curtas com audiodescrição.

Em sua maioria, os filmes vêm de ampla repercussão em importantes festivais nacionais e internacionais, onde alguns deles angariaram diversos prêmios, a exemplo do curta baiano Menino do Cinco e do carioca Eu não quero voltar sozinho. Também está prevista a estreia de um dos curtas durante a Mostra.

Acessibilidade – Durante a Mostra serão instaladas plataformas digitais acessíveis. Monitores devidamente preparados também estarão no local para oferecer maior conforto ao público. No cinema “Zero D”, o público – através do uso de óculos - terá a oportunidade de partilhar com pessoas com deficiência visual a experiência de não enxergar. A Mostra oferece material de divulgação em Braille e todas as peças gráficas são acompanhadas de textos descritivos.

A Mostra tem o patrocínio da Fundação Cultural, apoio da Associação Vida Brasil e será realizada no cinema Walter da Silveira, no Centro da cidade de Salvador.

SERVIÇO
Onde: Sala Walter da Silveira Rua General Labatut, 27 - Barris (prédio da Biblioteca Pública Estadual). 
Quando: 06, 07 e 08/06/2014 
Quanto: gratuito 
Realização: Malta Cinema & Som 
Facebook:/mostraterceiroolho 
Telefones (71) 3321.4688 / 3322.0711 

MAIS INFORMAÇÕES 
Assessoria de Imprensa: Bruna Hercog (71 8864.1906 / 9947.7330)