terça-feira, 10 de junho de 2014

CineClube Mocamba participa de Oficina de trilha sonora durante IV FECIBA em Ilhéus

Imagem Cláudio Lyrio
O CineClube mocamba participou da oficina de trilha sonora ministrada pelo instrutor David Tygel durante o IV FECIBA. A oficina aconteceu no Cine Santa Clara durante os dias 02 a 04/06.
A oficina trouxe uma abordagem ampla da interação som/imagem, através das interfaces narrativas entre a música e o cinema, desde o cinema silencioso aos dias de hoje, em várias cinematografias. A oficina trabalhou teoria e prática do processo de criação e sincronização de uma trilha a um filme, em ficção e documentário.
Imagem Cláudio Lyrio

David Tygel é músico, compositor, diretor musical, cantor e professor. Formado em Licenciatura em Música, com Especialização em Educação Musical, atualmente leciona em diversos cursos de extensão da PUC-Rio e no curso de Música para Cinema e TV do Conservatório Brasileiro de Música. Integra o grupo vocal Boca Livre desde a sua criação em 1979. Foi professor convidado da Escuela de Cinema de Los Baños em Cuba, e do Instituto M_EIA de Cabo Verde. Deu palestras na PUC/Santiago do Chile, no CCC da Cidade do México. Compôs as trilhas de trinta e cinco longas metragens, entre eles: “O Homem da Capa Preta” (1986), dirigido por Sérgio Rezende e o documentário “O homem pode voar” (2006) dirigido por Nelson Hoineff. Sua filmografia compreende ainda curtas metragens como: “Trancado por Dentro” (1989), com direção de Arthur Fontes, “Como se Morre no Cinema” (2002), dirigido por Luelane Loyola, entre outros.
 
 
Segundo Tygel, as escolhas das oficinas nesta quarta edição do FECIBA foram especialmente importantes porque abrem portas para setores menos visados no audiovisual. O cinema não é feito apenas pelo diretor, mas composto por diversas linguagens artísticas. Então, estas oficinas possibilitam as pessoas a conhecerem e se interessarem por outros setores.

No meu caso, que trabalho com música, sei que o Brasil é um país musical e todo mundo toca um violão. Porém, trilha sonora não é isso. É preciso ter um know-how para colocar a trilha sonora a serviço de uma narrativa. A trilha sonora não é uma muleta do cinema; ela não é capaz apenas de conduzir para o drama ou para a comédia. Ela é muito mais e pode traduzir o que os personagens estão pensando ou sentindo.
 
Ao mesmo tempo, a música não é o centro das atenções. O centro das atenções é a história. A música é um acessório, um fio condutor da história, que está em primeiro lugar. É o diretor que conta a história; se o músico, a serviço da trilha sonora, não compreende isso, ele deve ser desligado da equipe de produção. Aliás, o profissional de trilha sonora deve sim ser um grande músico, deve fazer arranjos, tocar piano, etc.
 
Em relação à oficina, considero que ela foi especialmente rica, pois os alunos participaram ativamente. Já ministrei várias oficinas, mas destaco esta daqui do FECIBA: a qualidade da participação foi excelente. Sucesso para mim é isso.

Propus para a turma a criação de uma história, estimulada por uma música instrumental do pianista e compositor francês Michel Legrand. A música tem vários climas nos seus quatro minutos e meio de duração. O trabalho é individual. Trabalho com esta ideia há dez anos fazendo oficinas e já levei para todo o Brasil, para o Senegal, Chile, Cabo Verde… Quando os alunos na oficina do IV FECIBA se apresentaram, a mesma música virou morte, pingo d’água, pássaro… Os alunos deram um show!

Confira o vídeo que o CineClube Mocamba preparou sobre a oficina:
 

Agradecemos desde já a todos e todas que participaram da oficina e em especial um agradecimento ao David Tygel e a coordenação do FECIBA.


 
 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Hoje tem abertura do Festival CINEfoot em Salvador. Festival de Cinema de Futebol


Em junho a Bahia recebe o CINEfoot Tour 2014 – Festival de Cinema do Futebol
(o curta No Mundo da Bola, de Fausto Junior, participa da programação).
 
Antes dos jogos da Copa do Mundo, na Arena Fonte Nova, o futebol vai ter espaço garantido nas telas de cinema da Bahia, a partir de 4 de junho. O CINEfoot Tour 2014 – Festival de Cinema de Futebol, vai levar para Salvador, Riachão do Jacuípe, Pintadas e Boipeba uma programação composta por curta-metragens baianos e longa-metragens nacionais e internacionais. Todas as sessões são gratuitas e abertas ao público. É a segunda vez que o evento, que já acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro há 5 anos, desembarca na Bahia. A primeira foi na Copa das Confederações, em 2013.

Nos dias 4, 5 e 6 de junho, o CINEfoot Tour 2014 aportou nas cidades de Pintadas e Riachão do Jacuípe, onde, além da mostra de filmes, aconteceu uma oficina de produção audiovisual promovida por Fabíola Aquino, da Obá Cacauê Produções, produtora local do CINEfoot Tour 2014 na Bahia. Em Salvador, o CINEfoot entra em campo nos dias 9, 10 e 11 de junho no Instituto Cultural Brasil Alemanha (ICBA). Na sequência, o festival segue para Boipeba nos dias 28, 29 e 30 de junho.
 
Filmes que serão exibidos hoje em Salvador:
 
VIROU O JOGO: A HISTÓRIA DE PINTADAS
Direção: Marcelo Villanova (BA) | 26 min


Em Pintadas, na região do semiárido baiano, o machismo era um comportamento absolutamente normal. As leis eram para os homens e pelos homens, como em tantos lugarejos espalhados pelo Brasil. “Virou o Jogo: A História de Pintadas” revela histórias de mulheres que venceram o machismo, através de organizações e fizeram nascer uma nova ordem, mudando conceitos, educando homens e jogando bola.


JOÃO
Direção: André Iki Siqueira e Beto Macedo (RJ) | 90 min

Jogador, técnico, jornalista e polemista, João Saldanha (1917-1990) sempre foi bom de briga.
 
Local: ICBA às 20h


Mais informações visite: http://faustojunior.com/blog/festival-cinefoot-na-bahia/ 

Cinemas em Rede exibe longa-metragem “Limite”, de 1931

O Projeto Cinemas em Rede exibe o longa-metragem “Limite”, de 1931, na próxima terça-feira (10/06), às 19h, na SaladeArte Cinema da UFBA. A entrada é franca.
Dirigido, roteirizado e produzido por Mário Peixoto, o longa-metragem de ficção, silencioso, foi restaurado pela Cinemateca Brasileira, em parceria com a World Cinema Foundation e o laboratório Immagine Ritovata.

Limite” é um clássico do cinema brasileiro. Produzido num momento de transição do cinema mudo para o sonoro, o filme apresentava na época inovações em fotografia, montagem e narrativa, não linear. A obra de Mário Peixoto foi reconhecida como Patrimônio Regional pela Unesco, em 2009.
Sinopse
"(...) um tema, uma situação e três histórias. O tema, a ânsia do homem pelo infinito, seu clamor e sua derrota. A situação, um barco perdido no oceano com três náufragos - um homem e duas mulheres. As três histórias são aquelas que os personagens mutuamente se contam. Na situação se esboça o tema que as três histórias desenvolvem. A tragédia cósmica se passa no barco. E para ele convergem as histórias. O filme começa no barco e no barco marca-se o seu tom. Os náufragos estão abatidos, deixaram de remar e parecem conformados com seu destino. Uma das mulheres dá um biscoito ao homem e conta sua história. A mulher foge da prisão com a cumplicidade do carcereiro, despreza-o, foge mas não encontra a paz. Tenta trabalhar - costurar - mas a monotonia a esmaga. Com a notícia de sua fuga, ela parte novamente. O homem reanima a outra moça caída no fundo do barco. Ela também conta sua história. Um casamento infeliz e desastrado com um pianista bêbado que toca em cinemas. A mulher sente-se esmagada pela monotonia e pela tirania dos laços de seu casamento. Recorda o homem em toda a sua degradação, desespera e foge. No barco, a primeira mulher tenta desesperadamente remar: mãos e remo são inúteis. Os outros dois olham-na, vencidos e conformados. O homem conta sua história. Ele, viúvo, tem um caso de amor com uma mulher casada. Há alegria e tristeza. Visitando o túmulo de sua esposa encontra o marido da amante que lhe diz que ela é leprosa. Desespero, angústia, terror - e fuga. No barco a água acaba. Um barril visto ao longe pode ser a salvação: o homem pula na água e não reaparece à tona. Em desespero a segunda mulher se atira à primeira, que a agride. Uma fica prostrada, a outra chora. Desencadeia-se uma tempestade - uma longa seqüência catártica que resolve o filme em termos de tema e ritmo. No mar calmo que retorna está apenas a primeira mulher agarrada a um destroço. Lentamente dissolve-se num mar de luzes". (FCDF/LMP).
 
 
Sobre o Projeto Cinemas em Rede:
O Projeto Cinemas em Rede é um projeto inovador de compartilhamento e difusão de conteúdos audiovisuais, pela internet de alta capacidade, via CiPê, coordenado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa- RNP em parceria com os Ministérios da Cultura (MinC) e Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Quatro Instituições participam desta fase piloto do Projeto: a UFRGS (Cinema Universitário- Sala Redenção); USP (CINUSP e Escola de Comunicação e Artes -ECA); UFBA (Saladearte Cinema da UFBA) e a Fundação Joaquim Nabuco - FUNDAJ, em Recife. Uma das possibilidades do projeto é compartilhar conteúdos, mostras e ciclos em tempo real entre estes pontos de cinema. Na UFBA, o projeto é coordenado pela Pró-Reitoria de Extensão Universitária (Proext) e conta com o apoio da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI) da UFBA e do Grupo Sala de Arte.

Mais informações sobre “Limite”:

Longa-metragem / Silencioso / Ficção

Material original

35mm, BP, 120min, 3.340m, 16q, Vitaphone

Elenco:

Breno, Olga (Mulher n.1)

Rei, Taciana (Mulher n.2)

Santos, Carmen (Prostituta do cais)

Schnoor, Raul (Homem n.1)

Pedreira, Brutus (Homem n.2)

Peixoto, Mário (Homem do cemitério)

Brazil, Edgar (Espectador adormecido)

Data e local de produção:

Ano: 1931

Início: 1930.04.00

Final: 1931.05.00

Início de filmagem: 1930.05.00c

Final de filmagem: 1930.12.00c

País: BR

Cidade: Rio de Janeiro

Estado: DF

Data e local de lançamento

Pré-lançamento: 1931.05.17

Local de pré-lançamento: Rio de Janeiro

Sala(s): Capitólio, em sessão especial para o Chaplin Club

Circuito exibidor

Exibido no Rio de Janeiro, em 19.01.1932, no Eldorado.

Gênero

Experimental; Drama

Produção: Peixoto, Mário

Argumento/roteiro

Argumento: Peixoto, Mário

Roteiro: Peixoto, Mário

Direção

Direção: Peixoto, Mário

Assistência de direção: Cósta, Rui

Fotografia

Câmera: Brazil, Edgar

Assistência de câmera: Cósta, Rui

Iluminação: Brazil, Edgar

Montagem

Montagem: Peixoto, Mário; Brazil, Edgar

Música

Música de: Satie, Erik; Debussy, Claude-Achille; Prokofiev, Serghei Sergheievitch; Ravel, Maurice; Stravinsky, Igor; Borodin, Aleksandr Porfirevitch; Franck, César

Trilha musical: Pedreira, Brutus

Locação: Mangaratiba - RJ
Fonte:
http://www.proext.ufba.br/cinemas-em-rede-exibe-longa-metragem-limite-de-193

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Mostra de filmes brasileiros com audiodescrição - Mostra Terceiro Olho - Cinema para todos os sentidos

Nos dias 06, 07 e 08 de Junho de 2014, Salvador sediará a Mostra Terceiro Olho — cinema para todos os sentidos, mostra inclusiva de cinema que contempla a diversidade da produção contemporânea de curtas-metragens brasileiros.

O evento é uma realização da Malta Cinema & Som. É gratuito, aberto a toda comunidade e com filmes para todas as idades.

Durante três dias, serão exibidos onze curtas-metragens com audiodescrição e promovidos debates com realizadores e atores políticos que pensam a acessibilidade de pessoas com deficiência visual na cultura. O público terá a oportunidade de votar e escolher os melhores filmes. Ao final da Mostra, dois prêmios serão oferecidos aos curtas eleitos para estimular a produção de outros curtas com audiodescrição.

Em sua maioria, os filmes vêm de ampla repercussão em importantes festivais nacionais e internacionais, onde alguns deles angariaram diversos prêmios, a exemplo do curta baiano Menino do Cinco e do carioca Eu não quero voltar sozinho. Também está prevista a estreia de um dos curtas durante a Mostra.

Acessibilidade – Durante a Mostra serão instaladas plataformas digitais acessíveis. Monitores devidamente preparados também estarão no local para oferecer maior conforto ao público. No cinema “Zero D”, o público – através do uso de óculos - terá a oportunidade de partilhar com pessoas com deficiência visual a experiência de não enxergar. A Mostra oferece material de divulgação em Braille e todas as peças gráficas são acompanhadas de textos descritivos.

A Mostra tem o patrocínio da Fundação Cultural, apoio da Associação Vida Brasil e será realizada no cinema Walter da Silveira, no Centro da cidade de Salvador.

SERVIÇO
Onde: Sala Walter da Silveira Rua General Labatut, 27 - Barris (prédio da Biblioteca Pública Estadual). 
Quando: 06, 07 e 08/06/2014 
Quanto: gratuito 
Realização: Malta Cinema & Som 
Facebook:/mostraterceiroolho 
Telefones (71) 3321.4688 / 3322.0711 

MAIS INFORMAÇÕES 
Assessoria de Imprensa: Bruna Hercog (71 8864.1906 / 9947.7330)


Mostra Infanto juvenil é destaque no quinto dia do IV FECIBA

Nesta quinta-feira, 5 de junho, o Cine Santa Clara, em Ilhéus, abre as portas para dezenas de crianças e adolescentesque vêm prestigiar a Mostra Infantojuvenil do IV FECIBA– Festival de Cinema Baiano. A partir das 10h serão exibidos seis curtas-metragens e, em seguida, mais quatro vídeos, de diversos formatos, produzidos pelos participantes do Projeto Pirilampo – Experimentação em Audiovisual. Esta mesma sessão será exibida também amanhã, 6 de junho, também às 10h. 

Fazem parte da Mostra Infantojuvenil os curtas-metragens “Amarelinha” (Direção: Rafael Jardim; 2013), “Duas Marias” (Direção: Júlia Lima Rosa; 2014), “É proibido menino calçado entrar na escola” (Direção: Edson Bastos e Henrique Filho; 2013); “O homem que cantou as aves do sertão” (Direção: Patrícia Moreira; 2012); “Evelyn, Evelyn” (Direção: Júlia Lima Rosa; 2011) e “Meu Colégio Contra o Diretor” (Direção: Tarcísio Messias; 2010). Cada filme tem entre 5 e 12 minutos de duração. As obras são voltadas para crianças a partir de nove anos e para o público em geral. 

No turno da tarde, a partir das 14h, o quarto debateonline desta edição do FECIBA receberá os seguintes convidados: Ceci Alves, diretora de “O Velho Rei” (2013), Leandro Afonso, diretor de “Habeas Corpus” (2014), Letícia Ribeiro, diretora de “Sem Títulos” (2013), Marcus Curvelo, diretor de “Otto Recicla” (2014) e Murilo Deolino, diretor de “Lapso” (2014). Em seguida, às 15h30, a Mostra Retrospectiva vai projetar o longa-metragem, dirigido por Glauber Rocha, “O dragão da maldade e o santo guerreiro” (1969). 

Às 17h30, será a segunda oportunidade de o público votar nos seus curtas-metragens favoritos, na Mostra Competitiva II. Os filmes exibidos nesta sessão são: “Habeas Corpus” (Direção: Leandro Afonso; 2014), “Sem Títulos” (Direção: Letícia Ribeiro; 2013), “Otto Recicla” (Direção: Marcus Curvelo; 2014) e “Lapso” (Direção: Murilo Deolino; 2014). Por fim, às 19h30, a Mostra Atualidades irá projetar o longa-metragem “Depois da Chuva” (Direção: Cláudio Marques e Marília Hughes; 2013), com ingressos a R$ 8,00 (inteira) e R$ 4,00 (meia). Após as sessões, realizadores de alguns dos filmes estarão presentes para um bate-papo com o público.

Mais informações visite: http://www.feciba.com.br/

MOSTRA GUIDO ARAÚJO


Cineclube Clã Periférico na luta em combate ao racismo

Para isso o Clã Periférico realiza mostra do filme doméstica na próxima sexta feira, na escola nossa senhora da paz ás 18;40. 



Sinopse 
Sete adolescentes Brancos assumem a missão de registrar, por uma semana, a sua empregada doméstica e entregar o material bruto para o diretor realizar um filme com essas imagens.
Entre o choque de intimidade, as relações de poder e a performance do cotidiano, o filme lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar, transformando-se em um potente ensaio sobre afeto e trabalho.

Realização:
Apoio:

terça-feira, 3 de junho de 2014

Começa dia 07 de junho a programação do CineClube Mocamba durante a 3ª Bienal de Cultura da Bahia “CINEMA YEMANJÁ”

O CineClube Mocamba foi selecionado para participar da Bienal de Cultura da Bahia, um projeto do MAM (Museu de Arte Moderna da Bahia). O tema esse ano é:

"Bienal na Bahia é tudo Nordeste."

Esse é um convênio firmado entre o Estado da Bahia, por meio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC e a FUNDAÇÃO HANSEN BAHIA, especialmente para participar do projeto denominado de “CINEMA YEMANJÁ”. Essa também é uma articulação da UCCBA e acontecerá em mais 21 municípios da Bahia, de maio até o final de setembro.

A abertura da Mostra será com o filme: "As Hiper Mulheres."
País de produção: Brasil 
Ano de produção: 2011 
Diretor ou realizador: Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro
Gênero: Documentário 
Sinopse: Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente. 
Duração: 80 minutos
Idioma: Português 
Classificação indicativa: 10 anos

Programação e locais de exibição do filme pelo Cineclube Mocamba:

Dia 07/06/2014 às 19 h
Local: Anfiteatro do Box Estrutura de Arte e Gastronomia.
End: Travessa Pedro Gomes, nº 42, centro / Serra Grande / Município de Uruçuca / BA.

Dia 17/06/2014 às 19 h
Local: Teatro Zélia Lessa.
End:  Av. São Vicente de Paula, s/n, ao lado da Escola Profissionalizante, em frente à Escola Lucia Oliveira, próximo as Lojas Americanas, centro em Itabuna- Ba.

Entrada Franca.

Estamos buscando outro lugares para realizar as exibições, interessados favor entrar em contato através do e-mail: cineclubemocamba@gmail.com ou pelo telefone (73) 8832 2215 falar com Cláudio Lyrio.
Apoio:

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Itabuna receberá obras da Bienal da Bahia

Confira os espaços que receberão obras da Bienal da Bahia
SALVADOR
1. Ateliê Hilda Salomão
Visita ao ateliê da artista
Condomínio Parque Estela Maris, Rua F, quadra M, Casa 45 – Stela Maris
T: 71 3374-7869 / 71 8851-2492

2. Ateliê Eckenberger
Abertura do ateliê à visitação, com intervenção artística
Rua do Passo, 68 – Santo Antônio Além do Carmo
T: 71 3241-5456

3. EBA (Escola de Belas Artes) – Galeria Esteio
Abertura de três casas expositivas: Memorial Esteio (Maxim Malhado), Casa da Palavra (Tuti Minervino) e Casa das Artes Visuais (Tecco Ribeiro)
Rua Araújo Pinho, 16-202 – Canela
T: 71 3283-7915

4. ICBA (Goethe-Institut)
Exposição de César Romero, Harry Laus, Gerry Schum e Arno Schmidt
Av. Sete de Setembro, 1809
T: 71 3338-4700

5. Mosteiro de São Bento da Bahia
Exposição “A Reencenação”
Largo São Bento, 1 – Centro
T: 71 2106-5200
*O Mosteiro não permite a entrada de pessoas trajando bermudas ou shorts.

6. Acervo da Laje
Visita ao acervo
Rua Nova Esperança, 34-E, São João do Cabrito – Plataforma

7. Museu de Arte Sacra
Ocupação dentro do acervo: Camila Sposati, Ian Wilson, Juarez Paraíso e outros
Rua do Sodré, 276 – Centro
T: 71 3283-5600

8. Museu Náutico da Bahia
Ocupação dentro do acervo com obras de artistas como Luís Berríos-Negrón e Zé de Rocha
Largo do Farol da Barra, s/nº, Forte de Santo Antônio da Barra – Barra
T: 71 3264-3296 / 71 3331-8039

9. Passeio Público
Teatro, música, dança, show de transformistas e performance de Ieda Oliveira
Av. Sete de Setembro, s/nº – Campo Grande

10. Reitoria da UFBA
Oficinas / Programa Bienal foge da escola
Rua Augusto Viana, s/nº, Palácio da Reitoria – Canela
T: 71 3283-7072

11. Casa de Batatinha
Cozinha relacional
Ladeira dos Aflitos, Rua Gabriel Soares, 68 – Dois de Julho

12. Teatro Vila Velha
Experimentos da Universidade LIVRE de Teatro Vila Velha
Av. Sete de Setembro, Passeio Público – Campo Grande
T: 71 3083-4600

13. Igreja do Pilar
Altar para Santa Rita de Cássia com obras de Yves Klein e Charbel-Joseph
Rua do Pilar, 55 – Comércio

14. MAM-BA
Abertura da exposição No Litoral é assim / Cortejo Performance/ Baile público/ Projeto Cadastro/ Processo compartilhado de Lia Robatto
Solar do Unhão, Avenida Contorno, s/nº
T: 71 3117-6139

15. Igreja dos Aflitos
Ocupação de Arthur Scovino: Caboclo dos Aflitos – São Jorge Elevador
Largo dos Aflitos, 10 – Centro
T: 71 3329-4804

16. Aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães
Praça Gago Coutinho, s/nº
T: 71 3204-1010

INTERIOR DO ESTADO
17. Feira de Santana
Casa Museu Eurico Alves
Abertura oficial da Bienal no interior do estado: ocupação artística de Juraci Dórea
Fazenda Fonte Nova – entrada pela Avenida Frei Félix de Pacauba, Distrito Maria Quitéria

ITINERÂNCIA – No Litoral é Assim

A exposição No Litoral É Assim viaja por cidades do interior da Bahia como uma espécie de experiência concentrada de temas, ações e questões propostas pela 3ª Bienal da Bahia.

1. Salvador (29/05)
MAM-BA
Solar do Unhão, Avenida Contorno, s/nº
T: 71 3117-6139

2. Vitória da Conquista (27/06 a 07/07)
Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
Rua Rosa Cruz, 45, Recreio – Vitória da Conquista
T: 77 3424-4725

3. Feira de Santana (31/07 a 10/08)
Centro de Cultura Amélio Amorim
Av. Presidente Dutra, 2.222, Capuchinhos – Feira de Santana
T: 75 3612-4516

4. Juazeiro (14/08 a 24/08)
Centro de Cultura João Gilberto
Rua José Petitinga, s/nº, Santo Antonio – Juazeiro
T: 74 3611-4322

5. Alagoinhas (28/08 a 07/09)
Centro Cultural Alagoinhas
Rua Coronel Filadelfo Neves, s/nº, Alagoinhas

EXPEDIÇÃO TERRA
Expedição de Feira de Santana a Cocorobó com o intuito de comemorar os 40 anos do Projeto Terra, relevante pilar da obra de Juraci Dórea. A viagem refará a rota de percursos realizados pelo artista a partir dos anos 1970.

1. Feira de Santana
2. Santa Bárbara
3. Araci
4. Caldas do Jorro
5. Tucano
6. Euclides da Cunha
7. Monte Santo
8. Canudos
9. Cocorobó

CINEMAYEMANJÁ
Mostra de cinema da 3ª Bienal da Bahia que apresentará filmes com temas propostos pelo projeto curatorial, além de dois ciclos de autores: Agnès Varda, Alejandro Jodorowsky.

Circuito de cineclubes – CinemaYemanjá

Salvador
1. Clã Periférico
Quinta Travessa Ubatã 34 – Bairro da Paz

2. Guanabara
Cajazeiras 10, setor 2

3. Cineclube do Imaginário
Rua Gregório de Mattos, 13, Pelourinho

4. Cine Sereia
Rua Alto da Sereia, 2 – Rio Vermelho

5. Cineclube Vila
Teatro Vila Velha, Av. Sete de Setembro, Passeio Público

6. Imagens Itinerantes
Rua Guaraíta, 23, Joanes Leste – Lobato

7. Urubucine
MPCS – Parque São Bartolomeu, Rua São Bartolomeu, 1190

8. Centro Cultural de Alagados – Rede REPROTAI
Rua Direta do Uruguai, s/nº – Final de Linha do Uruguai

Interior da Bahia

9. Jacobina
Payayá – Associação de Ação Social e Preservação das Águas Fauna e Flora da Chapada Norte
Praça da Matriz, s/nº – Itaitu

10. Heliópolis
Filhos do Sol
Povoado Massaranduba, s/nº – Bairro Rural

11. Itabuna
Mocamba – Centro de Agroecologia e Educação da Mata Atlântica
Rua Saturnino José Soares, 636 – Bairro de Fátima

12. Itajuípe
Cineclube AFAI
Praça Vereador José Adry, s/nº – Centro

13. Itaparica
Oficina das Artes
Praça do Campo Formoso, 64 – Centro

14. Cairu
Cine Mais Saber – Fundação Centro de Apoio Social de Cairu (Rádio Comunitária)
Biblioteca Pública Municipal – Rua Barão Homem de Melo, s/nº

15. Chapada Rio de Contas
Espaço Imaginário
Rua Dr. Basilio Rocha, 232 – Centro

16. Cachoeira
Mario Gusmão
Centro de Artes, Humanidades e Letras, na UFRB – Rua Maestro Irineu Sacramento, s/nº – Centro

17. Caravelas/Texeira de Freitas
Cineclube Professor Ralile
Rua Presidente Getúlio Vargas, 735, Distrito de Ponte da Areia

18. Itapetinga
Difusão Cineclube Itapetinga
Auditório da Secretaria Municipal de Educação – Rua Joel Santos, 67

19. Mar Grande
Manga Rosa
Loteamento Céu Azul, 1ª Travessa da Rua do Ouro, 7, Riachinho

20. Vitória da Conquista
Janela Indiscreta
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – Campus Universitário da estrada do Bem-Querer, KM 04, Módulo Gileno Paiva (Prédio da TV Uesb)

21. Poções
Tela em Transe
Sessões em: Colégio Estadual Isaías Alves – Praça do Divino Espírito Santo, s/nº, Centro; e Câmara de Vereadores – Rua da Itália, Centro

Música, performance e exposição marcam abertura da 3ª Bienal da Bahia

Eram 18h35 desta quinta-feira, 29, quando os toques dos tambores começaram a ecoar pelo Solar do Unhão: um aviso de que a 3ª Bienal da Bahia havia começado. O público que aguardava pelo início da programação no Museu de Arte Moderna da Bahia foi convidado a conferir a percussão de 33 alabês, embalada pela voz da cantora Inaicyra Falcão – filha de Mestre Didi (1917-2013) – e pelo violão de Maurício Lourenço.

Após a apresentação, era hora de iniciar o cortejo performático da artista portuguesa Luisa Mota, com a participação de 70 voluntários. Da concentração no MAM-BA até o Passeio Público – passando pelo Largo 2 de Julho e Rua Carlos Gomes – a procissão foi reunindo cada vez mais pessoas interessadas pela obra e curiosas pelo seu desfecho.
Cortejo-performance atraiu olhares pelas ruas do centro da capital baiana | Foto: Alfredo Mascarenhas
Já a professora Silvania Cerqueira passou por experiências anteriores na área de artes cênicas, com atuação nas ruas e foco na técnica do Teatro do Oprimido. “Já estava acompanhando a Bienal desde o início, quando vi a divulgação da performance e resolvi participar. Por conta do contexto das últimas greves em Salvador, muitas pessoas devem ter achado que era uma revolta do povo contra esta situação”, reflete.

Durante o percurso, inúmeras pessoas questionaram do que se tratava a “manifestação”. Casais que saíam dos restaurantes, garçons que indicavam o movimento aos clientes e até mesmo crianças que moravam na região pararam para registrar a cena. Uma das pessoas que acompanharam o movimento foi o filósofo Antonio Saja, que enfatiza a importância da retomada da Bienal.

“Acredito que este seja um dos eventos mais importantes dos últimos anos. Acho que isso representa, de fato, uma experiência nova e cidadã. Como Jorge Amado diz que ‘ser baiano é um estado de espírito’, Marcelo Rezende é o mais baiano neste dia”, opinou.
Ana Paula e Silvania fizeram parte da ala dos “homens invisíveis” | Foto: Alfredo Mascarenhas
Ao adentrarem pelo portão principal do Passeio Público, no Campo Grande, as cerca de 500 pessoas que acompanharam o cortejo foram recebidas pelo grupo da Universidade Livre do Teatro Vila Velha. Vestidos apenas com um tipo de saia de pano e com o torso nu pintado de vermelho, os integrantes do grupo convidaram o público a se aproximar e depois realizaram uma apresentação de música e protesto.

A programação prosseguiu com o bloco de rua De Hoje a Oito, a banda de forró Ceguêra de Nó e o show de transformistas com Mitta Lux.

Exposição itinerante

Ao mesmo tempo que as outras ações se desenrolavam, o Casarão do MAM-BA recebeu a abertura da exposição No Litoral é Assim, com 15 obras de artistas locais e internacionais, como Lina Bo Bardi, Juraci Dórea e Yoko Ono, entre outros. O vídeo Mito e Contramito da família Pernambucobaiana, de Jomard Muniz de Britto, é exibido em tempo contínuo (looping).

Uma das presenças marcantes na abertura foi a do artista Juarez Paraíso, idealizador das duas primeiras bienais, realizadas em 1966 e 1968. Segundo ele, esta 3ª edição reconhece os personagens que transformaram a Bahia em capital artística do país.

Confira o depoimento de Juarez Paraíso:

[box] “Esta Bienal traz reconhecimento a todos aqueles que, há 46 anos, sofreram e suaram para fazer duas bienais, tornando a Bahia a capital artística do país, no contexto da ditadura militar, com muito sofrimento. Acho importante a 3ª Bienal da Bahia, porque ela não é uma repetição da primeira e da segunda. Ela realmente resgata a memória dessas duas primeiras, mas tem consciência e concepção próprias. Aliás, estou até buscando esse diferencial, comparado às bienais que existem no Brasil e no mundo. É uma bienal que descentraliza a cultura, busca o povo e uma diversidade de pesquisa que vai trazer à Bahia um conhecimento que ela própria desconhecia, através do Arquivo Público e do Mosteiro de São Bento. A integração entre as atividades artísticas e a valorização da cultura afro dignifica essa 3ª Bienal e dá a ela um aspecto diferenciado. Mostra ao governo que é possível e necessário dar sequência às coisas e o maior mal dele é não dar continuidade aos projetos de governos anteriores”[/box]

Os artista Jayme Figura, um dos participantes da Bienal, também prestigiou a programação e aproveitou para falar sobre a sua obra. “Vou lançar minha banda The Farpas, com poesias de minha autoria, que declarei no movimento punk do rock n’roll. Estou muito satisfeito em produzir esse tipo de arte para a Bienal e poder trazer o meu rap metal”, antecipou ele.

Após a temporada no MAM-BA, a mostra itinerante vai circular por quatro cidades do interior baiano (Juazeiro, Alagoinhas, Feira de Santana e Vitória da Conquista) durante todo o período da Bienal, até o dia 7 de setembro.
Público conhece as obras da exposição itinerante No Litoral é Assim | Foto: Alfredo Mascarenhas
Hoje, sexta-feira, 30, acontece a abertura da Bienal da Bahia no interior. O artista Juraci Dórea, os curadores e artistas convidados, além do secretário estadual da Cultura, Albino Rubim, irão até a Fazenda Fonte Nova – situada a 30 km de Feira de Santana –, onde o artista realizará uma ocupação da Casa Museu Eurico Alves, produzindo na hora uma escultura de couro e madeira que permanecerá no local.

Além disso, haverá um encontro do Grupo Hera (poetas e escritores de Feira de Santana) com o artista pernambucano Paulo Bruscky. A escolha do local se deu por sugestão do próprio artista, que deseja atrair a atenção dos governantes e da população de Feira de Santana – sua cidade de origem e de residência – para esse espaço, onde morou o poeta Eurico Alves. Esse encontro será pontual e aberto ao público.

*Colaborou Blenda Tourinho

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Governo do estado da Bahia concede isenção de ICMS para produtos da economia solidária

Representantes do Fórum Baiano de Economia Solidária se reuniram, nesta segunda-feira (26), com o governador Jaques Wagner, na Governadoria, em Salvador, para discutir ações de fortalecimento do setor. Na reunião, convocada pelo governador durante a Conferência Estadual de Economia Solidária, realizada na semana passada, ficou acordada a isenção do ICMS para empreendimentos do setor.

Segundo a representante do fórum pela Arco Sertão, Leninha Alves, da região do sisal, a isenção do ICMS para os empreendimentos vai ser importante para o segmento. “A gente precisa disso porque os tributos são altos. Também falamos sobre a nomeação do conselho da agricultura familiar. O governador pediu o levantamento dos empreendimentos que estão em locais alugados do estado para haver a doação ou a concessão do espaço, o que vai ser importante para nós”. 

De acordo com o secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Nilton Vasconcellos, há uma pauta extensa de negociação com o setor. “Uma das demandas, relativas ao ICMS, o governador já reiterou que vai conceder a isenção. Também estão sendo discutidas ações relacionadas às compras públicas, aquisição de alimentos, entre outras, que precisam de maior detalhamento das questões operacionais. Foi uma reunião muito positiva, convocada durante uma conferência regional bem-sucedida, onde foram eleitos 100 delegados para participar da etapa nacional”.



Confira a matéria sobre a III Conferência Estadual de Economia Solidária realizada em Salvador em: http://ocamataatlantica.blogspot.com.br/ 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Projeto Segundas Cineclubistas

Idealizado pela União de Cineclubes da Bahia (UCCBA) junto com a Diretoria de Audiovisual da FUNCEB (DIMAS) para formar novos cineclubistas em Salvador (BA). Sua abertura foi com o filme “Um céu de estrelas” (1996), da cineasta Tata Amaral.
A Mostra Lutas e Luto! – Cidadania no Brasil: uma história em construção, elaborou exibições semanais nas segundas e terças-feiras deste mês até setembro com programação que percorre as temáticas mulheres, diversidade, meio ambiente e movimentos sociais. Ao total, serão 25 sessões, com 25 exibições gratuitas, para dá gás aos novos cineclubistas do município.
Cineclubismo em expansão

O cineclubismo é uma prática que envolve a democratização do acesso a filmes, experimentação da linguagem cinematográfica, aprendizado social e cultural e que incentiva a produção de filmes de baixo custo. “Existe uma falta de acesso aos filmes que estão focados, em sua maior parte, em shoppings e não na rua ou na periferia”, afirma a coordenadora do projeto, Gleciara Ramos. Como exemplos de cineclubes que funcionam nas periferias de Salvador, fazendo uma mudança no cotidiano de jovens e adultos, a coordenadora lembra a parceria do projeto com o Cineclube Jaguatirica – itinerante, CineCeafro, atuante junto ao Centro de Estudos Afro no 2 de Julho, Cine Imaginário do Pelourinho, o Clã Periférico que exibe no Bairro da Paz e o Cine Manga Rosa na Ilha de Mar Grande, todos participantes da União de Cineclubes da Bahia. O projeto conta ainda com a parceria com a produtora Laboratório Audiovisual, responsável pela curadoria e para o material pedagógico impresso – críticas e aproveitamento pedagógico.
Cinema e educação

Para o professor e integrante do Cine Imaginário, Jorge Souza, debatedor convidado para as sessões do projeto, o cinema é a junção de imagem e som que traduz diversas expressões artísticas trabalhadas em sala de aula. “O conteúdo dos filmes tem diversidade cultural e artística de disciplinas escolares articuladas na linguagem cinematográfica”, explica o professor. “Porém, essa aproximação entre cinema e educação se pauta em compreensões pedagógicas libertárias e por este caminho a curadoria opta por filmes que viabilizem a abordagem de personagens sob as óticas da individualidade ou singularidades – se preferirem, da alteridade e da sociedade”, afirma uma das curadoras do projeto Daniela Fernandes.

Formação de Cineclubistas

O projeto prevê, além da exibição de filmes, a distribuição de material de aproveitamento pedagógico e crítica cinematográfica. O passo da formação cineclubista também conta com apoio de redes sociais online para acompanhamento de interessados em formar seus próprios cineclubes.

domingo, 25 de maio de 2014

Setre / BA lança documentário Economia Solidária para um Mundo Melhor durante III Conferência Estadual de Economia Solidária

O documentário mostra a importância do segmento para a sustentabilidade de milhares de famílias e, em especial, revela as políticas públicas implementadas a partir de 2007 pelo Governo da Bahia.

O filme mostra a importância deste segmento da economia para a sustentabilidade de milhares de famílias e, em especial, revela as políticas públicas implementadas a partir de 2007 pelo Governo da Bahia, por meio da Superintendência de Economia Solidária da Setre.

Traz exemplos de sucesso e práticas de economia solidária na capital e interior com programas que atendem a dezenas de milhares de empreendedores populares individuais e coletivos, oferecendo gratuitamente formação, assistência técnica, crédito e apoio à comercialização.

O documentário promove também os resultados das articulações e as integrações entre os órgãos governamentais e destes com a sociedade civil, visando a consolidação da economia solidária como alternativa viável ao desenvolvimento fundada nos princípios da sustentabilidade e da solidariedade.

Um dos principais mecanismos de implementação desta política são os Centros Públicos de Economia Solidária, uma iniciativa pioneira em âmbito estadual em todo o país que promove o acompanhamento a empreendimentos econômicos solidários formais ou não, com vistas à sua permanência como alternativa de geração de renda.

Para asistir o documentário acesse o link abixo:


quinta-feira, 15 de maio de 2014

XVI Edição do Festival 5 Minutos

Criado em 1994 com o objetivo de incentivar a produção audiovisual em curto formato, o então“Festival de Vídeo – A Imagem em 5 Minutos”marcou a história do audiovisual baiano nos seus 16 anos de realização através da promoção de mostras compostas por vídeos que concorriam a premiações em dinheiro. Em pouco tempo cresceu e, já a partir de sua terceira edição, abriu-se a produções de outros Estados, proporcionando o início de um frutífero intercâmbio entre realizadores de todo o país.

Hoje, o conceito do evento foi significativamente ampliado e, além de exibir e premiar vídeos, selecionados através de edital público, adquiriu um caráter múltiplo, baseado em dois conceitos fundamentais: de um lado a liberdade — de formatos, gêneros, técnicas e temas — e, de outro, a permanente expansão na exploração da linguagem audiovisual — seja territorial, tecnológica, de narrativas ou de suportes, incorporando a vídeoarte, o videomapping e a videoinstalação.

O Festival tradicionalmente seleciona 50 vídeos para participação na Mostra Competitiva, dos quais 04 (quatro) serão premiados em conformidade com os critérios fixados no edital, observando-se a ordem e valores a seguir: 1º lugar - Prêmio Walter da Silveira no valor de R$ 12.000,00 (doze mil reais); 2º lugar - Prêmio Alexandre Robatto no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais); 3º lugar- Prêmio Roberto Pires no valor de R$ 8.000,00 (oito mil reais); Prêmio Vito Diniz: com valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais), para o Melhor Vídeo de Jovem Realizador, escolhido dentre os participantes que tenham até 21 anos de idade.

Com a presença de instituições, artistas e pesquisadores do Brasil, o projeto fomenta a experimentação na área e a difusão da produção audiovisual brasileira, além da formação de novos profissionais para o audiovisual através de suas oficinas. A programação, totalmente gratuita, movimenta diversos circuitos de exibição em diferentes regiões dentro da própria Salvador e em 13 cidades do interior do Estado, com destaque para as edições expandidas nas cidades de Paulo Afonso, Vitória da conquista e Cachoeira com a realização da Mostra Competitiva, Oficinas e Intervenções Urbanas numa proposta de re-significação de espaços urbanos através da linguagem audiovisual.

Cineclube Mocamba de Itabuna é selecionado para participar da 3ª Bienal da Bahia

Cineclubes da Bahia, através da União Cineclubes da Bahia irão participar da 3ª Bienal da Bahia. Na capital foram inscritos 09 cineclubes e no interior 13 totalizando 22 cineclubes. No Litoral Sul dois cineclubes foram inscritos, o Cineclube Mocamba/Itabuna e o Cineclube AFAI/Itajuipe. Confira abaixo a listas dos demais cineclubes inscritos:

Salvador:
1) Bairro da Paz - Cineclube Clã Periférico;
2) Cajazeiras - Cineclube Guanabara;
3) Pelourinho - CineClube do Imaginário;
4)Rio Vermelho - Cine sereia;
6) Campo Grande - Passeio Público - Cineclube Vila;
7) Comércio - Contorno - Cineclube Imagens Itinerantes;
8) MPCS - Parque São Bartolomeu Subúrbio - Cineclube Urubucine;
9) Alagados - Centro Cultural de Alagados  - Rede REPROTAI.

Interior:
1) Jacobina - Associação de Ação Social e Preservação das Águas Fauna e Flora da Chapada Norte - Cineclube Payayá;
2)  Heliópolis - Cineclube Filhos do Sol;
3) Itabuna - Centro de Agroecologia e Educação da Mata Atlântica  - Cineclube Mocamba;
4) Itajuípe - Cineclube AFAI;
5) Itaparica - Oficina das Artes;
6) Cairu-Ba -Fundação Centro de Apoio Social de Cairu (Rádio Comunitária)- Cine Mais Saber;
7) Chapada Rio de Contas - Espaço Imaginário em Rio de Contas;
8) Cachoeira - Cineclube Mario Gusmão;
9) Caravelas - CINECLUBE PROFESSOR RALILE;
10) Itapetinga - DIFUSÃO CINECLUBE ITAPETINGA;
11)  Mar Grande - Cineclube Manga Rosa;
12) Vitória da Conquista - Cineclube Janela Indiscreta;
13) Poções - Cineclube Tela em Transe.
A 3ª Bienal da Bahia, que acontece de 29 de maio a 7 de setembro de 2014, vem fechar uma lacuna de 46 anos na arte baiana. Durante 100 dias, mais de 30 espaços culturais da capital e do interior receberão exposições, performances, ações educativas e uma programação cultural.

É tudo nordeste? é a indagação que move o projeto curatorial, o conceito central que percorre todas as ações, exibições, projetos e encontros da 3ª Bienal da Bahia. A questão impõe um ato de aproximação da produção cultural e artística da região, em suas mais diversas perspectivas: o Nordeste como condição geográfica, construção histórica e ainda como potente peça do imaginário.

Mais informações visite: http://bienaldabahia2014.com.br