domingo, 4 de maio de 2014

CineMIS de Maio: Celebração ao Dia Internacional do Público

Neste ano de 2014, o movimento cineclubista de Campo Grande participará da celebração pelo Dia Internacional do Público (10 de Maio)!


Para comemorar a data, cinco cineclubes campo-grandenses se reunirão, no projeto CineMIS, a fim de realizarem atividades de exibição, seguidas de debates voltados a discussão sobre o Público, recolocando em pauta e fortalecendo a Campanha Pelos Direitos do Público que, desde 2008, é desenvolvida mundialmente pela FICC / Federação Internacional de Cineclubes e no Brasil pelo CNC / Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros.

E, em nome dos Direitos do Público, a programação do CineMIS, no mês de maio, será: 

DIA 12 - Cineclube Aliança Francesa
Filme: O Amante(L'Amant) (Jean-Jacques Annaud )
Mediador: Prof Herbert Covre

DIA 13 - Cineclube Cinema e Utopia
Filme: Hannah Arendt (Margarethe Von Trotta)
Mediador: Sebastião Lima

DIA 14: Cineclube Cine Cacos
Filme: Tudo Sobre Minha Mãe (Pedro Almodóvar)
Mediadores: Prof Aparecido Reis (Ciências Sociais/ UFMS) e Izabela Sanches (Acadêmica de Jornalismo / UFMS)

DIA 15: Cineclube Cinema (d)e Horror
Filme: Elefante (Gus Van Sant)
Mediador: Ravel Giordano Paz

DIA 16: Cineclube Transcine
Filme: Clube de compra dalas (Jean-Marc Vallée )
Mediador: Givago Oliveira

Convidamos, então, aos cineastas, aos cinéfilos e aos cineclubistas a fazerem uma atenta leitura da Carta dos Direitos do Público ou “Carta de Tabor”, elaborada na Assembléia Geral da FICC (1987), a fim de promover a defesa de direitos cada vez mais importantes no contexto de um mundo cada vez mais dependente da comunicação e da linguagem do audiovisual. 

Leiam, reflitam e, se possível, apoiem e participem desta campanha. Afinal, o Público Somos Todos Nós!

CARTA DOS DIREITOS DO PÚBLICO OU “CARTA DE TABOR”

A Federação Internacional de Cineclubes (FICC), organização de defesa e desenvolvimento do cinema como meio cultural, presente em 75 países, é também a associação mais adequada para a organização do público receptor dos bens culturais audiovisuais.Consciente das profundas mudanças no campo audiovisual, que geram uma desumanização total da comunicação, a Federação Internacional de Cineclubes, a partir de 
seu congresso realizado em Tabor (República Tcheca), aprovou por unanimidade uma Carta dos Direitos do Público

1. Toda pessoa tem direito a receber todas as informações e comunicações audiovisuais. 

Para tanto deve possuir os meios para expressar-se e tornar públicos seus próprios juízos e opiniões. Não pode haver humanização sem uma verdadeira comunicação.

2. O direito à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de comunicação, fontes de toda transformação cultural e social, são direitos inalienáveis. Constituem a garantia de uma verdadeira compreensão entre os povos, a única via para evitar a guerra.

3. A formação do público é a condição fundamental, inclusive para os autores, para a criação de obras de qualidade. Só ela permite a expressão do indivíduo e da comunidade social.

4. Os direitos do público correspondem às aspirações e possibilidades de um desenvolvimento geral das faculdades criativas. As novas tecnologias devem ser utilizadas com este fim e não para a alienação dos espectadores.

5. Os espectadores têm o direito de organizar-se de maneira autônoma para a defesa de seus interesses. Com o fim de alcançar este objetivo, e de sensibilizar o maior número de pessoas para as novas formas de expressão audiovisual, as associações de espectadores devem poder dispor de estruturas e meios postos à sua disposição pelas instituições 
públicas.

6. As associações de espectadores têm direito de estar associadas à gestão e de participar na nomeação de responsáveis pelos organismos públicos de produção e distribuição de espetáculos, assim como dos meios de informação públicos.

7. Público, autores e obras não podem ser utilizados, sem seu consentimento, para fins políticos, comerciais ou outros. Em casos de instrumentalização ou abuso, as organizações de espectadores terão direito de exigir retificações públicas e indenizações.

8. O público tem direito a uma informação correta. Por isso, repele qualquer tipo de censura ou manipulação, e se organizará para fazer respeitar, em todos os meios de comunicação, a pluralidade de opiniões como expressão do respeito aos interesses do público e a seu enriquecimento cultural.

9. Diante da universalização da difusão informativa e do espetáculo, as organizações do público se unirão e trabalharão conjuntamente no plano internacional.

10. As associações de espectadores reivindicam a organização de pesquisas sobre as necessidades e evolução cultural do público. No sentido contrário, opõem-se aos estudos com objetivos mercantis, tais como pesquisas de índices de audiência e aceitação.

Tabor, 18 de setembro de 1987

Maiores informações sobre o dia internacional do público em: 

Cineclube Eco Social - Circuito Regional de Formação no Espírito Santo


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Biografia De Bob Marley En Español


Historia de la Marihuana HD Completo Documental History Channel


Save A Life by Shaggy and Friends



C-Sharp- Somewhere


Jamaica Jazz & Blues 2014







Rehab - The Jolly Boys ( Modern Mento version of Amy Winehouse's hit)

Listen in to the fresh modern mento cover of Amy Winehouse's hit "Rehab" by the Jolly Boys featuring Albert Minott. 

From their forthcoming album Great Expectation, (C) 2010 Geejam Recordings. 

Visit www.jollyboysmusic.com. 

"Mulheres do Mangue", Vida e Trabalho da Mulher em Comunidades de RESEX

Filme sobre as condições e cotidiano de vida e trabalho de mulheres em comunidades de área da RESEX Caeté-Taperaçu [Bragança - Pará], focando em especial a catação de caranguejo como atividade fundamental de sustentação econômica familiar.

Uma produção do Grupo de Estudos Socioambientais Costeiros / ESAC [Programa de PG em Biologia Ambiental - UFPA] em parceria com o coletivo de produção áudio visual Co.Inspiração Amazônica Filmes.

Inauguração Bahia Criativa incubadora


Partir O Mar Em Banda - videoclipe "O Quintal" de Ayam Ubráis Barco

. . O Quintal . . 
Ayam Ubráis Barco . . 
¡ Partir O Mar Em Banda !

(Clipe Oficial)

Ficha Técnica

Realização: Voo Audiovisual, Isaias Cinewedding, Núproart e Cavalo Design

Artista: Ayam Ubráis Barco
Roteiro: Ayam Ubráis Barco, Henrique Filho, Edson Bastos, Isaías Neto, Victor Aziz, Cristiane Santana e Kaula Cordier.
Direção: Henrique Filho
Produção Executiva: Edson Bastos
Produção: Cristiane Santana
Fotografia: Isaias Neto
Câmeras: Isaias Neto, Henrique Filho, Victor Aziz
Cenografia e Efeitos Visuais: Victor Aziz
Montagem: Henrique Filho
Designer e Contra-regra: Kaula Cordier

facebook.com/ayamubraisbarco

A HISTÓRIA DE EUCLIDES NETO NAS PALAVRAS DE RITA LÍRIO

A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) serviu de cenário do lançamento do livro "A palavra e o tempo de Euclides Neto: um garimpeiro da identidade cultural grapiúna", de autoria de Rita Lírio de Oliveira. A publicação, feita pela Editus, recobra vida e obra de um escritor com alma proeminente itabunense e cuja obra por vezes é desconhecida de seus concidadãos. 

O lançamento contou com apresentações de teatro e poesia. A escritora, Rita Lírio, falou de sua emoção ao lançar o seu primeiro título literário, obra advinda de suas pesquisas em nível de Mestrado. "Eu me senti muito tranquila ao escrever sobre Euclides Neto pelo fato de observar na história dele uma história de garra e coragem. As descobertas feitas suscitam algo que não pode e nem deve ficar no vazio do esquecimento", declarou. 

Quem compareceu ao evento esteve a todo o tempo envolvido com o universo de um menino que nasceu na zona rural, permeado da cultura agrícola das fazendas de cacau e que se envolveu fervorosamente com os estudos, com a escrita, com a carreira jurídica e com as letras, numa época em que, nessa perspectiva, estudar era algo praticamente inconcebível.


FÓRUM DE CULTURA DA BAHIA DISCUTE POLÍTICAS CULTURAIS NO ESTADO DA BAHIA

O Fórum de Cultura da Bahia se reuniu pela IX vez. O encontro foi na cidade de Simões Filho e a discussão foi sobre políticas culturais no Estado da Bahia através de integração de diversos territórios culturais como; Baixo Sul , Costa do Descobrimento, Região do Sisal, Litoral Sul, Recôncavo e Região Metropolitana. 


O encontro contou com a presença de agentes culturais e participação do poder público no que se refere à cultura, através de representação da SECULT. Estiveram lá, Sandro Magalhães (diretor de territorialização) Uilson Pedreira e Carlos Paiva (Superintendente de promoção cultural). Representando o Conselho Nacional de Políticas Culturais esteve presente Val Macambira e pelo Conselho Nacional de Circo se fez presente Robson Mol.

A sociedade Civil esteve representada por Rita Santos, presidente da Associação das baianas do acarajé, Eduardo Oliveira defensor das políticas para os deficientes físicos e Ana Vanesca administradora do Teatro Plataforma. A Fundação Gregório de também se fez presente através do seu representante Plutarco Drumont.

A mesa de discussões sobre políticas públicas para a cultura no Estado da Bahia, trouxe várias informações sobre os fazeres culturais, tais como: as mudanças nos editais de artes e pequenas modificações na forma de captação de recursos pelo FazCultura. Foi enfatizada a importância da formação dos sistemas e planos de cultura municipais para captar as verbas do Governo Federal no desenvolvimento dos projetos culturais dos artistas e fazedores de cultura de cada município.

Carlos Paiva informou que entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014 a SECULT ministrou oficinas sobre a nova forma de inscrição nos editais pelo Estado, por conta da ampliação de tópicos que houve nestes. Em se tratando de culturas populares, disse ele, “existe uma demanda de editais simplificados. Esse edital é um roteiro de perguntas. Quando a pessoa responde, ela tá explicando o que ela quer fazer. Esse edital pode ser descrito por áudio, vídeo ou escrita”. Quanto aos editais que não são tão simples, Paiva disse que também são muito acessíveis e que inclusive, existe uma cartilha para clarear as dúvidas. Dentro da proposta da simplicidade Paiva disse que o projeto de cultura precisa ser claro, interessante e abrangente porque a concorrência é muito acirrada, portanto, a simplificação dá apenas mais facilidade para desenvolver o projeto.

Carlos Paiva de certa forma devolveu à classe artística a resposta do que vem sendo cobrado há algum tempo, haja vista a dificuldade dos mestres griôs que em sua maioria não tem o conhecimento técnico para desenvolver projetos na área de artes. Sobre isso Paiva falou “a experiência dos mestres de cultura é outra, muitos deles não tiveram acesso ao ensino formal, são mestres do seu conhecimento popular, daquele patrimônio importante para sua sociedade. Então, ele tem que fazer com que essa ferramenta de apoio dialogue com a realidade das pessoas da sua comunidade”, referindo-se a simplificação dos editais setoriais.
Sobre o Faz Cultura Paiva disse que o programa sofreu modificações há três anos, para inserir médias empresas na renuncia fiscal através do patrocínio à arte e que a SECULT está à disposição dos municípios para explanar para os empresários de médios porte sobre o assunto.

O Conselheiro Robson Mol falou sobre o orçamento cultural da Bahia e como essa verba chega aos municípios. Segundo ele o orçamento total da Bahia é de 36 trilhões de reais anuais. Que a Secretaria de Cultura detém apenas 167 milhões para dividir pelos 417 municípios, o que resulta em verba muito inferior ao mínimo necessário, posto que com a proposta atual, a distribuição per capita para cultura fica em torno de R$11,00 reais por pessoa anualmente. Contudo, “apesar de ser o 7º estado mais pobre do Brasil, a Bahia tem um gasto per capita de R$ 27,00 mensais por pessoa com a cultura e recreação segundo dados do IBGE”. Mol finalizou sua fala dizendo que a sociedade civil deve lutar pela melhor aplicabilidade do dinheiro da cultura fiscalizando no que foi aplicado e quais os resultados para que possa aproveitar melhor a utilização da cultura no desenvolvimento intelecto e psicológico do cidadão em formação.

Val Macambira falou sobre a lei de bolsas cultura para os griôs (mestres dos saberes) que sobrevivem dos projetos do governo, e que a cada 04 anos se finda levando-os a passar necessidade até que consiga aprovar outro projeto. Por isso o Conselho Nacional de Políticas Culturais está revisando a lei de incentivo aos griôs a qual estará valendo a partir de 2015 para que eles sejam contemplados pela vida inteira. Segundo Macambira a lei já existe está apenas sendo ajustada para garantir a vitaliciedade do contador de história. Val Macambira que atua ao lado da Ministra Martha Suplicy assegura que ela tem boas intenções e já garantiu a aprovação do vale cultura e do cultura viva, para dar sustentabilidade aos fazeres endêmicos de cada lugar.

O Fórum de Cultura da Bahia finalizou seu encontro no domingo dia 27 e nos três dias de interação mostrou belos trabalhos, dentre eles pode-se destacar a Orquestra de Berimbau de Salvador, a Dança do ventre das senhoras de Madre de Deus e a bela apresentação da atriz Griô Rita Pinheiro no encerramento do encontro. O Fórum se reúne três vezes por ano em territórios diferentes para discutir o fazer cultural local e as politicas culturais da Bahia como um todo.
Texto de autoria de Irene Dorés

Fonte: http://www.forumdeculturadabahia.blogspot.com.br/2014/05/forum-de-cultura-da-bahia-discute.html

FECIBA - Inscrições de oficinas abertas até 06 de maio

Estarão abertas até 6 de maio as inscrições para as três oficinas oferecidas pelo IV Festival de Cinema Baiano – IV FECIBA, que acontecerá entre 1° e 7 de junho de 2014, no Cine Santa Clara, em Ilhéus, Bahia. As inscrições são gratuitas e há 20 vagas disponíveis para cada curso.

Além de incluir em sua programaçāo diversas mostras cinematográficas, debates e workshops, o IV FECIBA oferecerá ao público três oficinas relacionadas à produção audiovisual: Trilha Sonora, Figurino e Continuidade. As oficinas serão ministradas simultaneamente, de 2 a 4 de junho, sempre das 9 às 13h.

A oficina de Trilha Sonora, conduzida pelo carioca David Tygel, propõe abordar amplamente a interação som/imagem, por meio das interfaces narrativas entre a música e o cinema. Tygel é músico, compositor, diretor musical, cantor e professor. Compôs as trilhas de mais de 35 longas e curtas metragens. Atualmente, leciona diversos cursos de extensão da PUC-Rio e também o curso de Música para Cinema e TV do Conservatório Brasileiro de Música, no Rio de Janeiro. O curso será no Cine Santa Clara, na Avenida Soares Lopes, 908, Ilhéus.

Já a oficina de Figurino pretende ensinar o passo-a-passo que envolve a criação de figurino e o funcionamento do setor nas filmagens (set e camarim). O curso será dado pela pernambucana Joana Gatis, que tem ampla experiência como figurinista em curtas e longas metragens, teatro, TV e shows. As aulas serão no Auditório Sogíneses Costa – Secretaria de Cultura de Ilhéus, ao lado da Casa de Jorge Amado, localizado na Rua Jorge Amado, 21, Centro, Ilhéus.

Por fim, a oficina de Continuidade objetiva mostrar todo o processo de ordenação do conjunto de acontecimentos narrados numa determinada dimensão espaço temporal de uma obra fílmica. As aulas serão ministradas por Inajara Diz, que desempenhou a função de continuista nos curtas metragens “Menino da Gamboa” (2014; direção: Rodrigo Luna e Pedro Perazzo) e “O Velho e os Três Meninos” (2012; direção: Henrique Filho), entre outros. O local será o Auditório Fernando Leite, também na Secretaria de Cultura de Ilhéus.

Para se inscrever, clique no link abaixo e preencha a ficha diretamente no site oficial do IV FECIBA (www.feciba.com.br). Além de fornecer dados pessoais, informe o motivo de ter escolhido a oficina, bem como um breve currículo na área da oficina de interesse. Serão consideradas as fichas de inscrição submetidas até 6 de maio. As listas de participantes selecionados serão divulgadas até dia 14 de maio. Serão emitidos certificados de 12 horas para o participante que cumprir pelo menos 75% da carga horária.

O IV Festival de Cinema Baiano, a vitrine do cinema da Bahia conta com o apoio financeiro da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) por meio do edital Setorial de Audiovisual vinculado ao Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e realização do NúProArt – Núcleo de Produções Artísticas e da Voo Audiovisual.