terça-feira, 12 de julho de 2011

Filmes de Glauber Rocha em exibição na capital e em 12 cidades do interior, inclusive Itabuna ?

 Não esqueçam de conferir se a sua cidade recebe a Mostra Glauber, a entrada é franca. 
Na programação, constam clássicos do Cinema Novo como Deus e o Diabo na Terra do Sol e Terra em Transe, e também filmes menos conhecidos como Barra Vento e O Leão de 7 cabeças.

A iniciativa integra o  Circuito Popular de Cinema e Vídeo – CPCV, a cargo da Diretoria de Audiovisual – Dimas e será realizada de acordo com o cronograma abaixo. Além de Salvador, outras 12 cidades do interior serão beneficiadas.

A iniciativa dá continuidade à política da Secult para dinamização desses espaços, que recebem ainda, dentro de sua programação anual, manifestações artísticas, palestras e outros eventos culturais.



Já postamos todas  essas informações em nosso blog.

Só fica uma pergunta: Itabuna está na relação das cidades que recebem a Mostra Glauber  mas alguém já conferiu se vai rolar por aqui ?


Veja a Programação aqui.


Fonte: Portal do Servidor

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Filme: Caminhos do Cineclubismo


CAMINHOS DO CINECLUBISMO
Documentário, brasil, 2008, 110 minutos

Concepção fílmica :DIOMÉDIO PISKATOR

Caminhos do movimento cineclubista, que foi escola de cinema para a formação de gerações de cineastas do mundo todo e que, no Brasil, completa 80 anos de vida, graças a um grupo de amigos amantes do cinema que, em 1928, fundou o Chaplin Club, no Rio de Janeiro. De lá
pra cá, o cineclubismo passou pelo brilhantismo de Paulo Emilio Salles Gomes, com o Clube de Cinema de São Paulo e, depois, a Cinemateca Brasileira; pela repressão política imposta pelos militares de plantão, nas décadas de 1960, 1970 e metade de 1980, com a perseguição, a censura e o fechamento de cineclubes.

 A organização política do movimento. O marasmo e o quase falecimento nos anos de
1990, enquanto organização. Já nos anos 2000, a reorganização, a revitalização das salas, a adaptação às novas tecnologias - e rumo ao grande encontro comemorativo de 2008.

Ficha Técnica
roteiro e direção DIOMÉDIO PISKATOR
fotografia e câmeraTONY D'CIAMBRA
montagem e finalização GUSTAVO SOARES
produção executiva LUUANDA ARTEMIS
captação do som LEXY SOARES
finalização e mixagem de som CAIO POLESI
produtores MIHAELA REBREANU, DIOMÉDIO PISKATOR, GUSTAVO SOARES

Retomada da Mostra Audivisual Cultural de Itabuna, CINEMA NEGRO IN FOCO: Novo Calendário


Amigos, é com muita alegria que retomamos o Projeto Mostra Audiovisual Cultural de Itabuna: Cinema Negro In Foco, a partir desta quarta-feira (13) no Colégio IMEAM.

Confiram a grade de programação, próximas datas e locais.


É o Cineclube Mocamba nas escolas, democratizando o 
acesso ao cinema, divulgando a cinematografia baiana e estimulando um olhar crítico sobre o audiovisual.

A primeira etapa do projeto foi realizada no mês de maio no Colégio Estadual CISO.
http://cinemocamba.blogspot.com/2011/05/abertura-do-projeto-mostra-audiovisual.html

NOVO CRONOGRAMA:
13 e 14 de julho - Colégio Municipal IMEAM;
26 e 27 de julho - Colégio Municipal Don Ceslau Stanula;
04 e 05 de agosto - Colégio Estadual Félix Mendonça.


domingo, 10 de julho de 2011

Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"

Trecho  comovente do filme "O grande ditador" (The great dictator), 1940 de Charles Chaplin

Inscrições do Festival Chico vão até a próxima terça-feira, 12

As inscrições para o 10a edição do Festival Chico estão abertas até o próximo dia 12, terça-feira, e podem ser efetuadas exclusivamente por meio do site www.festivalchico.com.br. A primeira etapa do projeto "Festival Chico - 10 anos" será realizada na FLIT – Feira Literária Internacional do Tocantins, de 26 de julho a 02 de agosto, no Memorial Coluna Prestes. Nesta edição, o Chico traz algumas novidades, entre elas: novas categorias de premiação, novo design de troféu e R$ 13 mil em premiação.

Com o tema “Cinema Digital e Mídias Criativas”, o evento terá patrocínio do Governo do Estado do Tocantins em 2011 e, além de mostra competitiva e mostra retrospectiva, o evento abrange mostra não-competitiva (Mostra Chiquinho), mostras paralelas (cineclubes convidados e Mostra Tela Verde) oficinas, palestras e painéis de diálogo.

As categorias avaliadas pelo júri técnico serão “Melhor Reportagem - TO”, “Melhor Publicidade – TO”,  “Melhor Videoclipe – TO, “Melhor Curtíssimo – TO, “Melhor Adaptação – BRA”, “Melhor Longa – NO”, pelo júri popular serão avaliadas as categorias “Melhor Videoremix – TO”, “Melhor Curta – BRA”, “Melhor Vídeo – BRA” e “Melhor Curta Amazônia”. Confira abaixo (final do texto) os valores das premiações de cada categoria.
   

Frente Parlamentar em Defesa do Audiovisual: Comunicado sobre a LDO2012 do CBC


 Amig@s do audiovisual e da cultura brasileira
Como é do conhecimento de tod@s, o CBC tem acompanhado passo a passo (e sempre que possível ao vivo e em cores) a tramitação da LDO2012 no Congresso Nacional, tema que havíamos aprovado como prioritário dentro do plano de ação da entidade neste primeiro semestre.
 Neste contexto e diante da real possibilidade de que a votação da matéria acontecesse nesta semana (e também do lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Audiovisual e ainda da anunciada votação do PLC116), estivemos em Brasília, visando acompanhar a tramitação destas matérias.

Pois bem, como informado anteriormente, estávamos tranqüilos em relação a LDO2012, já que, graças ao apoio oferecido por vários parlamentares e senadores, mas em especial pelo apoio e ação do Deputado Stephan Nercessian (PPS/RJ) havíamos conseguido articular e aprovar na Comissão de Educação e Cultura da Câmara uma emenda que, apesar de manter algumas restrições, atendia quase que completamente nossas demandas e objetivos, já que a única restrição mantida para assinatura de convênios e recebimento de recursos, relacionava-se a exigência da comprovação da realização do evento por três anos e edições consecutivas.

Como também já informado, a aprovação da emenda apresentada pelo Deputado Stephan “derrubou” outra emenda que tinha sido apresentada pela Presidente da Frente Parlamentar Mista Em Defesa da Cultura, Deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ) que determinava a exigência de comprovação da realização do evento por cinco anos e em edições consecutivas e que além disso apresentava um texto bastante dúbio e interpretativo determinando que somente poderiam receber apoio “eventos culturais tradicionais”, o que estava sendo interpretado por muitos deputados da referida Comissão como eventos relacionados a cultura popular.

Mito Nativo do Arco Íris: Uma história do Capão um filme de Nívia Lacerda


"Todo lugar tem suas histórias". Os idosos do Vale do Capão creem que o arco-íris acima do cemitério significa morte de membro da comunidade. Nesta história, Dona Jandira vive um dia de angústia depois de avistar numa manhã de sábado o arco-íris no rumo do cemitério. "Não era coisa boa. Era morte", pensa. Assim sente também Dona Corina de Zésio e Dona Maria da Cachoeira de Baixo. Porém, não pensa assim, Joana. Numa conversa com Cida, filha de Dona Jandira, Joana explica que o arco-íris vem da mitologia grega. A deusa Íris lançava o arco para descer à terra com mensagens dos deuses para os homens. Joana explica ainda que há quem acredite na morte como o nascimento de um novo ciclo, uma mudança de estado, pois a vida é contínua.
 O desfecho da história é o anúncio da morte de Dona Rita, senhora de 93 anos. A notícia alivia o coração de Dona Jandira, que temia pela morte de um dos filhos ou do marido, mas causa profundo lamento de Joana, que perde uma amiga. Assim, crenças e culturas se misturam neste relato sobre vida e morte.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A Alma do negócio


Sinopse:
A publicidade é a alma do negócio ou o negócio é a alma da publicidade ? O cotidiano de um jovem casal classe méda, desde o amanhecer, responde a pergunta.
Direção:
Tipo:
Ficção
Formato:
35mm
Ano Produção:
1996
Origem:
Brasil (SP)
Cor / PB:
cor
Duração:
8 min.

Cine Mais Cultura

Cineclubes nas escolas do Distrito Federal exibem filmes de realizadores locais

Os curta-metragistas do Distrito Federal ganharam importantes parceiros para a exibição de seus trabalhos a um público maior e mais diversificado do que aquele que frequenta o circuito nacional dos festivais de cinema, local tradicional de difusão destes filmes.
São os cineclubes das escolas públicas da Capital da República, montados a partir de um convênio do programa Cine Mais Cultura, da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAV/MinC), com 77 instituições de ensino locais, firmado no final do ano passado. As escolas, em sua grande maioria de educação de nível médio, passaram a apresentar aos alunos a produção dos realizadores cinematográficos do Distrito Federal premiados no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
A programação foi montada a partir de uma parceria entre a locadora de vídeos CultVídeo e a Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, que operacionaliza as ações do programa do MinC. O conselho adquiriu dois DVDs produzidos pela CultVídeo, com diferentes coletâneas de curtas-metragens premiados no festival. Os filmes são exibidos com a presença dos cineastas, que vão às escolas debater suas obras com os alunos.
“Eles adoraram os filmes. Para mim foi uma surpresa muito boa”, comentou o cineasta Marcelo Díaz, que teve o documentário “Oficina Perdiz” exibido no Centro Educacional nº 2 de Taguatinga (DF), em maio deste ano. O filme trata sobre a história de um espaço cultural marginal em Brasília, montado dentro de uma oficina mecânica, que ocupa uma área pública irregularmente e está sendo despejada.
Marcelo considera fundamental o papel que o programa Cine Mais Cultura vem desenvolvendo na formação de público para a produção nacional de cinema. Segundo ele, muitos alunos que participaram do debate, no cineclube da escola em Taguatinga, nunca tinham assistido a um filme brasileiro.
Inicialmente, as escolas conveniadas com o Cine Mais Cultura utilizavam os filmes da Programadora Brasil (SAv/MinC) para exibir nos cineclubes, mas graças ao acordo firmado com a CultVídeo, em abril deste ano, foi possível incorporar também a produção cinematográfica dos curta-metragistas do Distrito Federal.
Alternativa Cultural
Para a professora Aída Carla Sposito, responsável pelo cineclube do Centro de Ensino nº 2 de Taguatinga, o cinema na escola ajuda os jovens a despertar para outro tipo de cultura que não seja o exaustivamente veiculado na televisão e nos filmes do circuito comercial de cinema. “Nossos alunos estão estudando a história do Distrito Federal e os filmes são uma forma lúdica de aprender”, comentou a professora.
Ela confessou que chegou a ter receio sobre a recepção que o filme “Oficina Perdiz” pudesse ter entre os alunos, por tratar-se de um documentário, gênero que eles não estão acostumados a assistir. Mas disse ter tido uma grata surpresa com a reação positiva dos jovens, que demonstraram interesse tanto pela arte de fazer cinema como pelo tema abordado no filme.
As escolas públicas conveniadas com o programa Cine Mais Cultura receberam do MinC todo o equipamento para montar as salas de exibição, tais como, o projetor digital, DVD player, telão, sistema de som, microfones sem fio, DVDs da Programadora Brasil, além de terem participado dos cinco dias de imersão na capacitação cineclubista.
Segundo o coordenador executivo do Cine Mais Cultura, Frederico Cardoso, o programa trará ainda mais horas de formação para os operadores dos cineclubes, ampliando as possibilidades do uso do audiovisual nas escolas. O novo curso será viabilizado através do programa Cine Educação, desenvolvido na Cinemateca Nacional (SAV/MinC), que visa estimular a capacitação de professores da rede pública para adotar o cinema como base na promoção de debates críticos e criativos sobre questões relevantes do ensino fundamental e médio.
(Texto: Patrícia Saldanha, Ascom/MinC)
(Fotos: Acervo/Aída Sposito)

terça-feira, 5 de julho de 2011

"Acabaram-se os Otários" (1929) - O primeiro filme sonoro brasileiro

O filme "Acabaram-se os otários" (1929), mas popularmente conhecido como "Os otários" foi na verdade o primeiro filme falado brasileiro de longa metragem, estrelado por Genésio Arruda e Tom Bill. Infelizmente o áudio (que foi gravado em discos) não existe mais.
Ficha Técnica:
Título original: Acabaram-se os otários
País: Brasil - 1929 - Comédia - P&B - 35mm
Direção: Luiz de Barros
Produção: Victor del Picchia
Roteiro: Luiz de Barros
Montagem: Luiz de Barros
Música: Paraguaçu
Companhia produtora: Syncrocinex
Som: Moacyr Fenelon
Cenografia: Luiz de Barros
Lançamento: 2 de setembro de 1929

Elenco:
Genésio Arruda (Bentinho)
Tom Bill (Samambaia)
Vicenzo Caiaffa (Xixílio Spicafuoco)
Rina Weiss (Paraguaçu)
Gina Bianchi (Margareth Edwards)
Miss Florinda e
Assucena Fonseca
Sinopse:
Dois caipiras e um colono italiano vão a São Paulo; compram um bonde; são depenados num cabaré e, assim, desiludidos, voltam para o interior.

Espaços Culturais da Secult recebem Mostra de filmes de Glauber Rocha




Nos meses de julho e agosto, todos os 16 espaços culturais administrados pela Secretaria de Cultura do Estado recebem a Mostra Glauber, que vai exibir gratuitamente sete filmes do cineasta baiano Glauber Rocha. Na programação, constam clássicos do Cinema Novo como Deus e o Diabo na Terra do Sol e Terra em Transe, e também filmes menos conhecidos como Barra Vento e O Leão de 7 cabeças.
A iniciativa integra o  Circuito Popular de Cinema e Vídeo – CPCV, a cargo da Diretoria de Audiovisual – Dimas e será realizada de acordo com o cronograma abaixo. Além de Salvador, outras 12 cidades do interior serão beneficiadas.
A iniciativa dá continuidade à política da Secult para dinamização desses espaços, que recebem ainda, dentro de sua programação anual, manifestações artísticas, palestras e outros eventos culturais.

Viva o México, de Frida e Ofélia!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Revelando os Brasis realiza sessão de cinema nesta segunda



Um dos documentários, de um morador de Itapebi, é uma narração poética do Rio Jequitinhonha
ITAPEBI - O Circuito Nacional de Exibição, mostra itinerante Revelando os Brasis, chega à cidade de Itapebi nesta segunda-feira (04), para apresentação do vídeo “Sabes Quem Sou?”, de Antônio Elias, morador selecionado pela quarta edição do projeto. O documentário é uma narrativa poética do Rio Jequitinhonha antes e depois da construção da BR-101 e da hidrelétrica. O vídeo será apresentado às 19h30, na Praça Esdro de Souza.

O circuito visitará 56 cidades, passando por todas as regiões brasileiras, durante 45 dias. Todas as sessões têm entrada gratuita. A mostra foi lançada no dia 16, em Itambé, no Paraná, e seguirá até 31 de julho, em Gilbués, no Piauí. Na Bahia, a mostra percorrerá ainda as cidades de Boa Nova (06/07); Serra Preta (08/07); Salvador (10/07); Palmeiras (12/07); e Ibitiara (13/07).

A sessão contará com uma tela de cinema medindo sete metros de altura por nove de largura e duzentas cadeiras serão disponibilizadas para acomodar a plateia. Além do vídeo feito em Itapebi, o público assistirá a outras quatro obras audiovisuais baianas que integram a edição do projeto: “O Voo do Caçador”, de Cibele de Sá, de Boa Nova; “O Boi Roubado”, de Ricardo Sena, de Serra Preta; “O Mito Nativo do Arco-Íris”, de Nívia Lacerda, de Palmeiras; e “A Mulher de Branco”, de Mirandí Alves Pereira Oliveira, de Ibitiara.

Ao todo, 40 vídeos feitos a partir de histórias contadas por moradores de pequenas cidades brasileiras fazem parte do circuito, que poderá ser acompanhado através do site Revelando os Brasis. A realização é do Instituto Marlin Azul, com patrocínio da Petrobras e parceria estratégica da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura.

Circuito - O Circuito Revelando os Brasis é dividido em três rotas. Caminhões adaptados para se transformar em cabine de projeção trafegarão cerca de 30 mil quilômetros até chegar aos 40 pequenos municípios onde as histórias foram gravadas e às 16 capitais dos estados participantes. O veículo transporta tela de cinema, projetores e cadeiras.

O Revelando os Brasis é desenvolvido em etapas. Na primeira é realizado o Concurso Nacional de Histórias voltado aos moradores de cidades com até 20 mil habitantes. Os 40 autores das histórias selecionadas, na segunda fase, participam de uma oficina audiovisual, no Rio de Janeiro, onde aprendem, com a orientação de profissionais renomados do cinema, todas as etapas de realização de um vídeo, incluindo noções sobre roteiro, produção, direção, som, fotografia, direção de arte, edição, comunicação e mobilização.

Na terceira etapa, os autores retornam às cidades para a realização do vídeo com recursos e o acompanhamento técnico do projeto. Num processo de mobilização popular, familiares, vizinhos, amigos e artistas locais são estimulados a integrar as equipes, desempenhando funções artísticas, técnicas e de apoio.

A quarta etapa é marcada pelo Circuito Nacional de Exibição. As obras são apresentadas em sessões abertas e gratuitas nas cidades selecionadas e nas capitais dos estados envolvidos. Para completar o processo de democratização audiovisual, as 40 obras reunidas em um box de DVDs, contendo as histórias e making ofs da produção e do circuito de exibição, são distribuídas para bibliotecas, escolas públicas, pontos de culturas, cineclubes e órgãos públicos ligados à educação e à cultura. Os vídeos são ainda exibidos em mostras e festivais nacionais e internacionais. Desde a criação do projeto, há sete anos, foram realizadas 160 obras audiovisuais feitas por moradores de pequenas cidades. 

Roteiro, direção e produção: Antonio Elias
Itapebi – BA

Nasceu em 1966. Ensino Médio
Motorista, Marceneiro e Agente Cultural

Sabes Quem Sou?
Documentário: Narrativa poética do Rio Jequitinhonha, antes e depois da construção da BR 101 e da hidrelétrica. Antes, todo comércio fluía entre Minas Gerais e Belmonte, no extremo sul da Bahia. Canoeiros, lavadeiras, pescadores e população ribeirinha viviam em harmonia com o Rio. Hoje, com a degradação, foi alterada a principal fonte de renda da população, mudando também os costumes na região.



Fonte: Radar64